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Crise continua e Rede TV! vai demitir 50 funcionários nesta semana

A RedeTV! deve demitir nesta semana cerca de 50 funcionários de várias áreas. Alguns programas serão extintos e vários produtores serão dispensados. Desde outubro os funcionários da emissora já sofriam com atrasos nos salários. Na época, até a apresentadora Monique Evans reclamou, via Twitter, de não receber seu pagamento. Em 2011, a RedeTV! Demitiu a jornalista Rita Lisauskas, quando esta reclamou do atraso. Na semana passada, a emissora voltou a atrasar os salários e o 13º dos funcionários mais uma vez, de acordo com o colunista Ricardo Feltrin. Os atrasos do ano teriam sido regularizados em janeiro, mas voltaram a acontecer em fevereiro. (F5)

Em crise, Kodak decide abandonar a fotografia

25/08/2012 - Como parte de seu processo de reestruturação, iniciado a partir de um pedido de concordata em janeiro deste ano nos Estados Unidos, a Kodak anunciou que está colocando à venda sua divisão de filmes fotográficos. O negócio em questão foi um dos principais responsáveis pela trajetória de sucesso da companhia e por levar a Kodak a um patamar de destaque no setor. Em termos de receita, a unidade gera cerca de US$ 1,8 bilhão por ano. Segundo a Kodak, a ideia é acelerar a venda da divisão. A previsão da companhia para concluir uma negociação é o primeiro semestre de 2013. O processo contará com a assessoria da Lazard. Além dos filmes fotográficos, a unidade inclui recursos como os quiosques para a revelação de filmes digitais. (Uol Economia)

MEC amplia currículo alternativo para tirar ensino médio público da crise

17/05/2012 - Neste ano, 1.660 escolas da rede pública aderiram ao Programa Ensino Médio Inovador (Proemi), criado em 2009 pelo Ministério da Educação com o objetivo de reformular uma das mais problemáticas etapas do ensino. No total, segundo o Ministério da Educação, o programa passou a atender 10% das escolas públicas com ensino médio, o que representa uma adesão de 2.015 unidades nos 27 estados. Em 2011, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), a taxa de reprovação no ensino médio foi de 13,1%, o maior índice desde 1999. Além disso, 9,6% dos estudantes neste ciclo abandonaram a escola – no primeiro ano do ensino médio, a taxa de abandono foi de 11,8%. As taxas de reprovação e abandono no ensino fundamental foram de 9,6% e 2,8% no mesmo período, respectivamente.
O Proemi é uma tentativa do governo de desatar o grande “nó” da educação pública do país. Os problemas encontrados desde as primeiras séries do ensino fundamental vão se acumulando ao longo dos anos e transformam o ensino médio em um grande ‘gargalo’. Com um extenso conteúdo espremido em três anos letivos, o ensino médio apresenta alto índice de evasão escolar, alunos acima da idade adequada na série e baixos índices de proficiência em matérias básicas como português e matemática. (G1)


Em crise, HAM não abre mão de repasse municipal

26/03/2012 - Uma reunião programada para a última sexta-feira, na Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) com técnicos do Ministério da Saúde, a diretoria do Hospital Aristides Maltez e representantes da Prefeitura Municipal de Salvador, para discutir a crise do HAM e avaliar a possibilidade do aumento da verba para tirar o hospital da crise, não aconteceu, por causa da ausência de representantes da Secretaria de Saúde do município. O episódio agravou a relação entre o município e a direção do hospital. O diretor da instituição, Aristides Maltez Filho disse que espera que no encontro, remarcado para o próximo dia 29, em Brasília, realmente o técnicos da Secretaria Municipal de Saúde compareçam para que se encontre uma saída para a situação. Mesmo que seja definido um aporte maior de verba após o encontro no Ministério da Saúde, a briga do HAM com a prefeitura vai continuar. Aristides Maltez Filho afirmou que não abre mão de receber toda dívida atrasada e por isso pode até recorrer à Justiça para cobrar o dinheiro. “A situação do Hospital ainda é grave e não podemos abrir mão desta quantia, até porque já prestamos os serviços e a Prefeitura tem que pagar A própria advocacia Geral da União já nos procurou e pode nos representar nesta causa”, adiantou o diretor do HAM. Leia mais na Tribuna.

"Não há crise nenhuma", diz Dilma em entrevista à revista Veja

25/03/2012 - A presidente Dilma Rousseff comentou os recentes conflitos com a base aliada em uma entrevista publicada na edição desta semana da revista Veja. “Não há crise nenhuma. Perder ou ganhar votações faz parte do processo democrático e deve ser respeitado”, afirmou em sua primeira declaração sobre o assunto. A presidente tem enfrentado retaliações dos partidos aliados no Congresso, com parlamentares insatisfeitos com a demora na nomeação de cargos do segundo escalão e na liberação de emendas, alegando falta de interlocução com o governo. “Crise existe quando se perde a legitimidade. Você não tem de ganhar todas. O Parlamento não pode ser visto assim. Em alguma circunstância sempre vai emergir uma posição de consenso do Congresso que não necessariamente será a do Executivo”, completou Dilma. A presidente disse que o “momento tenso” é “natural em um ano de eleições municipais”.

Dilma marca reunião com empresários para tirar foco da crise

21/03/2012 - Em meio à crise na base aliada, que cobra representação dentro do governo, a presidente Dilma Rousseff tenta inverter o jogo a seu favor e mudar a pauta. Segundo matéria publicada na Folha desta quarta-feira (21), a presidente faz amanhã uma reunião com um grupo de 27 grandes empresários do país para cobrar mais investimentos no setor produtivo.
Segundo assessores, Dilma quer mostrar que a crise política não imobilizou seu governo e que sua prioridade continua ser fazer a economia crescer pelo menos 4% em 2012, depois de um crescimento de apenas 2,7% no primeiro ano de seu governo. Dilma vai pedir aos empresários que aumentem seus investimentos para acelerar o ritmo de crescimento do país. Segundo o IBGE, os investimentos ficaram praticamente estagnados no segundo semestre do ano passado. (Folha)

Preocupados com crise na base, aliados pedem ajuda a Lula

18/03/2012 - Representantes da base aliada do governo Dilma procuraram Lula nos últimos dias. Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo deste sábado (17), o objetivo foi buscar a ajuda do ex-presidente em relação à crise instalada entre o Palácio do Planalto e setores de apoio ao governo no Congresso. Na noite de quinta-feira (15), o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi a São Bernardo do Campo encontrar Lula, num momento em que a cúpula do seu partido está insatisfeita com o tratamento que tem recebido da presidente. Ultimamente, o petista conversou também com o novo líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM) – que o visitou no Hospital Sírio-Libanês na sexta (16) – além de ter falado com o governador Eduardo Campos (PSB-PE) e com o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), figura muito próxima a ele. O ex-presidente finalizou o tratamento contra uma infecção pulmonar que o deixou internado por uma semana.

Em crise com o Planalto, base cobra novo modelo de relação com Dilma

12/03/2012 - Rebelados com o governo, os principais dirigentes dos partidos integrantes da coalizão da presidenta Dilma Rousseff querem um novo modelo de relacionamento com o Palácio do Planalto, com menos poder para o PT, mais diálogo entre os parlamentares e o cumprimento das promessas de liberação das emendas parlamentares. Insatisfeita com a articulação política e com atitudes do PT, a base aliada impôs uma derrota política a Dilma na semana passada ao rejeitar a indicação de Bernardo Figueiredo com diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Os aliados acham que o PT leva muita vantagem sobre os demais 16 partidos da coalizão na ocupação dos espaços e nos dividendos políticos de realizações do governo. O PMDB – porta-voz do descontentamento geral – reclama que não recebe crédito por programas bem-sucedidos do governo, embora contribua para aprová-los. Gaba-se de ser mais fiel que o PT. Cita a aprovação do Fundo de Previdência dos Servidores (Funpresp) na Câmara, quando registrou só três votos contrários ao governo. O PT teve oito dissidentes. O PMDB reivindica também maior autonomia sobre os ministérios que comanda: Agricultura, Assuntos Estratégicos, Minas e Energia, Previdência e Turismo. “Ao contrário dos ministérios do PT, como Saúde e Educação, e do PSB, como Integração Nacional, nossos ministérios não dispõem de verbas para que possamos anunciar obras nos municípios. Ficamos na dependência do PT”, afirma o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Leia mais no Estadão / João Domingos.

Dilma conversa com Angela Merkel sobre crise econômica internacional

05/03/2012 - A presidenta Dilma Rousseff se reúne hoje , com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, em Hannover. O principal tema da conversa é a crise econômica internacional. Na semana passada, Dilma condenou a ação dos europeus na tentativa de conter os efeitos da crise. Merkel disse que vai tentar mostrar à presidenta que os europeus se esforçam para impedir o agravamento da crise. As duas têm reunião privada e jantam juntas. Na conversa com Merkel, que é a principal líder das negociações na União Europeia (UE) em busca de soluções para evitar o agravamento da crise, Dilma deve mencionar os impactos do problema no Brasil e no mundo. Ambas também examinarão o aprofundamento do acordo de parceria estratégica definido em 2002.

Crise entre BB e Previ pode levar a queda de executivos

29/02/2012 - A escalada da crise envolvendo o Banco do Brasil e a Previ, fundo de pensão dos funcionários do banco, fez com que a cúpula do governo começasse a discutir uma saída drástica para o caso: a demissão dos executivos envolvidos na disputa. Segundo o cálculo no Palácio do Planalto, a solução poderia evitar novas acusações de cada lado e o surgimento de informações comprometedoras para a imagem das instituições. Interlocutores da presidente Dilma Rousseff, no entanto, defendem que é melhor apostar em uma acomodação entre o grupo do presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, e o de Ricardo Flores, titular da Previ. Ambos têm padrinhos poderosos: Bendine é ligado ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o fundo de pensão do banco é território de setores do PT paulista. A temperatura subiu ontem, quando reportagem publicada pela Folha revelou que Allan Toledo, ex-vice-presidente do banco, é investigado por movimentar cerca de R$ 1 milhão em sua conta. (Folha)

Fracassa tentativa de trégua em crise no Banco do Brasil

25/02/2012 - Diante de um clima de conflagração no Banco do Brasil, o Ministério da Fazenda tentou ontem promover uma reunião entre as partes em conflito, mas sem sucesso. O presidente do banco, Aldemir Bendine, recusou-se a encontrar seu desafeto da Previ, Ricardo Flores, chefe do fundo de pensão dos funcionários do BB. A assessoria de Flores, no entanto, informou que ele está disposto a marcar o encontro. Reportagem da Folha mostrou que ambos não se falam há quase um ano, o que fez com que o ministério tentasse organizar uma trégua. A tentativa, porém, foi em vão. De São Paulo, Bendine informou ao governo não haver possibilidade desse encontro ocorrer. Trata-se, portanto, de uma situação raras vezes vista: o rompimento entre os titulares do maior banco brasileiro e do maior fundo de pensão da América Latina. A relação dos dois executivos tornou-se insustentável nos últimos meses após uma sucessão de desentendimentos e interesses contrariados. (Folha)

Juízes culpam mensalão por crise do Judiciário

28/01/2012 - Com os nervos à flor da pele, resultado da crise de credibilidade após revelações de movimentações financeiras atípicas de magistrados, a elite da toga, reunida em Teresina, apontou ontem interesses de “emparedar” o Supremo Tribunal Federal exatamente no ano em que será julgado o maior escândalo da Era Lula. O mensalão pode ser o pano de fundo da turbulência que atravessa a magistratura, desconfiam líderes da classe, doutos desembargadores e desembargadoras que presidem os 27 Tribunais de Justiça do País e que estão reunidos desde quinta-feira para debater o “aprimoramento das atividades” do Poder que julga. Sem citar explicitamente os nomes dos inimigos – por cautela, até que se prove o contrário, como manda o rito processual, adotam o silêncio quando instados a identificar quem os aflige –, magistrados acreditam que “alguns réus” do processo criminal que desafia o STF ou pessoas ligadas a eles estão à sombra de uma trama bem urdida para desestabilizar o Judiciário. Entre os 38 réus do mensalão, pontuam os magistrados, vários ainda têm força política aqui e ali. Leia mais no Estadão.

Alba cria despesas em meio à crise

11/11/2011 - Sanados os impasses em torno da reestruturação das comissões temáticas na Assembleia Legislativa, por conta da chegada do PSD, novo fato chama atenção no parlamento, que enfrenta grave crise financeira, cujo déficit é de R$ 36 milhões: a criação de mais duas comissões especiais, somando-se seis, quando na verdade o regimento permite apenas três. O detalhe fica por conta não apenas da omissão às regras da Casa, mas aos custos que as mesmas trarão. Conforme a Tribuna apurou, cada uma delas resultará numa despesa extra de nada menos que R$ 28,2 mil mensal, de acordo com a resolução da Mesa Diretora, de número 90 / 2008, de 17/12/2008. Isso sem falar nas subcomissões especiais – foram criadas duas novas que totalizam cinco, com possibilidade latente de serem criadas mais cinco –, que custarão, por baixo, cada uma R$ 22,2 mil Em cálculos simples, somente as comissões especiais e subcomissões oneram os cofres da AL em R$ 391,2 mil mensalmente, totalizando R$4,69 milhões por ano. Todas elas possuem direito ainda a uma espécie de gratificação por dedicação exclusiva no valor de R$ 20 mil. Leia mais na Tribuna.

Dilma diz que saída para a crise econômica é combater o desemprego

07/11/2011 - A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que a saída para crise econômica mundial é enfrentar o desemprego. Segundo ela, essa foi a resposta defendida pelo Brasil durante a reunião do G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, na França, na semana passada. “A crise econômica mundial, que está abalando, principalmente, os países da Europa e os Estados Unidos, não pode ser resolvida com desemprego e muito menos com a redução dos direitos trabalhistas. A questão do desemprego é extremamente preocupante”, disse em seu programa de rádio semanal “Café com a Presidenta”. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que existam 200 milhões de pessoas sem emprego no mundo, a maioria jovens. Para Dilma, todos os países devem cooperar para encontrar uma solução à crise econômica. (Folha)

Crise na Europa eleva Brasil a sexta economia mundial

30/10/2011 - Graças à crise dos países desenvolvidos, neste ano, o Produto Interno Bruto brasileiro medido em dólares deverá ultrapassar o do Reino Unido, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional e das consultorias EIU (Economist Intelligence Unit) e BMI (Business Monitor International). A reportagem está disponível para assinantes da Folha e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
Portugal e Espanha querem que G20 ajude a aliviar crise na UE
A estimativa mais recente, da EIU, prevê que o PIB do Brasil alcance US$ 2,44 trilhões, ante US$ 2,41 trilhões do PIB britânico. Com isso, o Brasil passará a ocupar a posição de sexta maior economia do mundo. Em 2010, ao deixar a Itália para trás, o país já havia alcançado o sétimo lugar.
Como a economia brasileira cresce em ritmo menor que a de outros emergentes asiáticos, em 2013, o país deverá perder a sexta posição para a Índia. Mas voltará a recuperá-la em 2014, ano da Copa do Mundo, ao ultrapassar a França, segundo a EIU.
Até o fim da década, o PIB brasileiro se tornará maior do que o de qualquer país europeu, de acordo com projeções da EIU. Depois de passar Reino Unido e França, a economia brasileira deverá deixar a alemã para trás em 2020.
A tendência de ascensão dos emergentes já era esperada por especialistas há anos, mas tem ganhado velocidade devido à crise global. Jacobina News.

Lula pede para Orlando resistir, e Fifa teme crise

23/10/2011 - A decisão da presidente Dilma Rousseff de manter o ministro dos Esportes, Orlando Silva, tomada anteontem à noite, criou um mal-estar na Fifa e uma saia justa para a entidade, que já teme um aprofundamento da crise com o Planalto. Se por um lado, no entanto, a presidente desagradou o comando máximo do futebol mundial, se aproximou ainda mais do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se empenhou pessoalmente na manutenção do ministro. Nos últimos dias, enquanto a Fifa chegava a “anunciar” a demissão de Orlando Silva da Esplanada, Lula telefonou para o ministro, um dos remanescentes de sua gestão (2003-2010), para recomendar-lhe paciência e coragem. Em síntese, o recado do ex-presidente para Orlando foi: resista no cargo, e ele vem cumprindo a determinação. Leia mais no Estadão.

Mantega diz que governo poderá cortar tributos se a crise piorar

04/10/2011 - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse, nesta segunda-feira, em São Paulo que o governo poderá cortar tributos, liberar mais crédito e até baixar juros para estimular a economia brasileira em caso de agravamento da crise internacional. De acordo com o ministro, a situação fiscal sólida do país e o nível de reservas, que é o dobro do que o Brasil tinha em 2008, seriam exemplos de “munição” que o Brasil tem para enfrentar a crise. “Temos uma situação fiscal sólida . Nós temos a possibilidade de, se necessário, fazermos política fiscal, reduzindo tributos, por exemplo. Mas, tudo isso, claro, se a situação piorar”, afirmou Mantega, após participar de reunião com empresários na sede da Fiesp, nesta segunda. (G1)

Em Nova York, Dilma oferece ‘recursos políticos’ para solucionar crise

23/09/2011 - A presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira em Nova York que o Brasil quer participar do “diagnóstico” da crise econômica global e ofereceu “recursos políticos” para ajudar a solucioná-la. Segundo Dilma, embora a crise seja especialmente nociva aos Estados Unidos e à Europa, o Brasil e outros países emergentes têm sido afetados indiretamente por ela, já que a redução da demanda nos países ricos gera uma competição pelos crescentes mercados emergentes e provoca políticas que distorcem o equilíbrio entre as moedas. Ela ainda afirmou que as nações em desenvolvimento hoje são as principais responsáveis pelo crescimento global. “O governo não acha que solucionará o problema europeu colocando dinheiro de nossas reservas no fundo de estabilização –o problema não é a falta de recursos”, disse a presidente em coletiva de imprensa, após participar de um encontro na ONU sobre segurança nuclear. “Estamos dispostos a participar com recurso políticos”. Leia mais na Folha.

Na TV, Dilma diz que crise atual é mais grave que a de 2008

07/09/2011 - A presidenta Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que a atual crise econômica internacional é mais grave que a de 2008, que os países desenvolvidos se preparam para um longo período de estagnação, mas que os efeitos não devem amedrontar os brasileiros, que devem enfrentar as turbulências consumindo. “A crise atual é mais complexa que aquela de 2008, da qual nós nos saímos muito bem. Os países ricos se preparam para um longo período de estagnação e até de recessão. Mas a crise não nos ameaça fortemente”, disse Dilma em seu pronunciamento de 7 de setembro, transmitido em rádio e TV na noite desta terça-feira. Em uma fala de cerca de 11 minutos, Dilma focou em economia e na atual crise mundial. Destacou, como em seus recentes discursos, a capacidade do Brasil de enfrentar as recentes turbulências, reafirmou que o governo está atento e pediu aos brasileiros que sigam consumindo. “Estaremos bem atentos para evitar qualquer efeito mais grave da crise internacional. Estar atento não significa ficar com medo, ou ficar paralisado. Ao contrário, vamos continuar trabalhando , consumindo, abrindo e ampliando empresas, plantando e colhendo os frutos da nossa agricultura”. (Reuters)

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