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Jovem é picado no pênis por cobra píton após se sentar no vaso

Era para ser apenas mais um típico “número 2”, mas a ida de um jovem tailandês ao vaso sanitário acabou no hospital. Isso porque o garoto de 18 anos não percebeu que por lá repousava uma cobra píton de 1,3 metro, que o picou no pênis.

O caso ocorreu na cidade de Nonthaburi, a 20km da capital Bankok, na noite desta terça-feira (8).

Com a lesão numa região delicada e sangrando muito, Siraphop Masukarat foi levado às pressas para emergência de um hospital próximo, contou o jornal inglês “The Sun”.

Um médico precisou dar três pontos na glande do paciente e tratou a ferida com um antibiótico para matar qualquer bactéria oriunda das presas da píton.

“Eu estava usando o banheiro, mas alguns momentos depois de me sentar, de repente senti uma dor no pênis”, relembrou Siraphop. “Eu olhei para baixo e vi que havia uma cobra. Havia sangue por toda parte. Era uma cobra pequena, mas sua picada foi muito forte”, acrescentou.

Após recordar o ataque, o jovem fez apenas um desejo: “Espero que o meu pênis se recupere.”

A cobra foi resgatada por especialistas e solta em uma mata. (Correios)

Vacina russa para Covid-19 induziu resposta imune e não teve efeitos adversos, indica estudo preliminar publicado na ‘Lancet’

A vacina da Rússia para a Covid-19 não teve efeitos adversos e induziu resposta imune, indica um estudo com resultados preliminares publicado na revista científica “The Lancet”, uma das mais importantes do mundo, nesta sexta-feira (4). Os cientistas russos reconheceram a necessidade de mais testes para comprovar a eficácia da vacina.

Chamada de “Sputnik V”, a imunização foi registrada no mês passado na Rússia, mas a falta de estudos publicados sobre os testes gerou desconfiança entre a comunidade internacional.

No Brasil, o governo do Paraná firmou uma parceria para desenvolver a vacina russa e, nesta sexta (4), informou que o pedido de registro do imunizante à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve ser feito em 10 dias. Os testes no país devem começar em 1 mês.

Resposta imune forte e de longo prazo

Segundo os resultados publicados, referentes às fases 1 e 2, não houve efeitos adversos até 42 dias depois da imunização dos participantes, e todos desenvolveram anticorpos para o novo coronavírus (Sars-CoV-2) dentro de 21 dias.

Os cientistas do Instituto Gamaleya, que desenvolveu a vacina, disseram à imprensa que essa resposta foi maior do que a vista em pacientes que foram infectados e se recuperaram do novo coronavírus naturalmente.

A vacina russa foi testada em 76 pessoas.Todas receberam uma forma da vacina (veja detalhes das etapas dos testes mais abaixo), sem grupo de controle.

Além disso, os resultados também sugerem que a vacina produz uma resposta das células T, um tipo de célula de defesa do corpo, dentro de 28 dias. As células T têm, entre outras funções, destruir células infectadas por um vírus. Os cientistas do Gamaleya afirmaram que as respostas de células T vistas com a vacina indicam não só uma resposta imune forte, mas de longo prazo.

‘Vamos licenciar vacinas sem todas as informações completas’, afirma Renato Kfouri

O presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, disse que o resultado é importante, mas ressalta que ainda falta a fase 3, em que a vacina é testada em um grande número de pessoas.

“É um estudo aguardado, publicado em uma revista séria. Hoje a vacina pode ser categorizada como realmente uma candidata, mas isso ainda depende de estudo de fase três onde estão 7 outras vacinas”, disse Kfouri.

As fases 1 e 2 dos testes de uma vacina buscam verificar a eficácia e a segurança delas, ainda com menos participantes que a fase 3. Normalmente, os testes de fase 1 têm dezenas de voluntários, os de fase 2, centenas, e os de fase 3, milhares.

Na fase 3, o objetivo dos testes é verificar a eficácia em larga escala. Nesta etapa, a Rússia pretende chamar 40 mil voluntários. As fases costumam ser conduzidas separadamente, mas, por causa da urgência dos resultados, várias vacinas têm sido testadas simultaneamente em mais de uma fase. (G1)

Neymar e outros dois jogadores do PSG estão com coronavírus, diz jornal



O atacante brasileiro Neymar Jr. é um dos três jogadores do PSG que estão contaminados com o novo coronavírus. A informação foi divulgada pelo jornal francês L’Equipe. Segundo o veículo, o camisa 10 foi infectado após passar férias em Ibiza, na Espanha. Ele já foi colocado em quarentena que deve durar, pelo menos, uma semana. Além dele, também estão infectados os argentinos Angel Di Maria e Leandro Paredes. 

Neymar passou as férias depois do vice-campeonato da Liga dos Campeões da Uefa em Ibiza rodeado de amigos. Além de familiares, o craque brasileiro também esteve acompanhado da cantora Anitta e do ator Arón Piper, o Ander da série Elite. (Metro1)

Rússia anuncia primeiro lote de vacinas da Covid-19 para setembro

O ministro da Saúde russo, Mikhail Murashko, anunciou nesta segunda-feira (31) que a entrega do primeiro lote da vacina contra a Covid-19 “Sputnik V”, aprovada pelo país este mês, está prevista para setembro.

Os testes de fase 3 da vacina contra o novo coronavírus, com 40 mil voluntários, têm previsão de começar nesta semana, segundo o cronograma publicado on-line. Nesta etapa, a eficácia e a segurança de uma imunização são testadas em larga escala (normalmente com milhares de voluntários).
A expectativa é que 30 mil participantes recebam a vacina, e os outros 10 mil, um placebo (substância inativa), para servir de grupo controle. O intuito do governo russo é priorizar profissionais de saúde e professores nos ensaios; todos terão participação voluntária.

Murashko declarou nesta segunda (31) que já foram recrutadas cerca de 2,5 mil pessoas para os testes, informou o jornal “The Moscow Times”.

No início de agosto, o governo russo informou que a vacinação em massa no país tinha previsão de começar em outubro.

Mikhail Murashko disse que a produção da vacina caminha paralelamente ao monitoramento, pós-registro, da eficácia da imunização.

Além da Rússia, outros 5 países devem participar dos testes, informou o RDIF (Fundo de Investimento Direto Russo), que coordena a produção da imunização. O fundo não informou, entretanto, quais países são esses e nem quantos voluntários cada um terá.

No dia 11, a Rússia se tornou o primeiro país no mundo a aprovar uma vacina contra a doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), mas a aprovação foi criticada pela comunidade internacional, pois não foram publicados estudos que mostrassem a eficácia da vacina. O país rejeitou as preocupações e anunciou, no dia seguinte, que começaria a vacinar médicos dali a duas semanas.

De acordo com o governo russo, ao menos 20 países solicitaram mais de 1 bilhão de doses da Sputnik V, apesar das preocupações com a segurança.

A vacina deve entrar em circulação civil em 1º de janeiro de 2021, conforme um certificado de registro no site do Ministério da Saúde russo, apurou o “The Moscow Times”. (G1)

Coreia do Norte obriga donos a darem cães devido à escassez de alimentos

A Coreia do Norte está a obrigar os habitantes a entregar os cães às autoridades devido à “escassez de alimentos” no país. Conta a Sky News que os populares estão preocupados com a possibilidade de o governo vender os animais a restaurantes que tenham carne de cão no menu.

De acordo com a publicação britânica, Kim Jong-un pretende desta forma “apaziguar” o crescente descontentamento da população com a crise económica que o país atravessa.

Além disso, o líder da Coreia do Norte acredita que ter cães como animais de estimação é “um símbolo da decadência capitalista” e por isso estes devem ser confiscados aos donos.

Kim proibiu a posse de animais de estimação em julho, defendendo que esta é uma “tendência manchada pela ideologia burguesa”, revelou o jornal sul-coreano Chosun Ilbo.

“As autoridades identificaram todas as famílias com cães e estão agora a forçá-los a entregar os animais ou então confiscam-nos à força”, descreveu uma fonte.

De acordo com a mesma publicação, alguns dos animais estão a ser enviados para jardins zoológicos do estado e outros estão a ser vendidos a restaurantes que vendem carne de cão.

Recorde-se que a carne de cão é popular na China e na Coreia, embora o seu consumo esteja a diminuir na Coreia do Sul. (Notícias ao Minuto)

Grave: Jornal Americano de Psiquiatria admite erro em estudo sobre “mudança de sexo”

Considerado o maior periódico científico de psiquiatria do mundo, o ‘American Journal of Psychiatry’ reconheceu que errou ao divulgar uma análise de estudo sobre os supostos benefícios da redesignação sexual, ou “mudança de sexo”, para a população transexual.

“O erro humano é uma possibilidade aqui. Mas também há a possibilidade de que houvesse uma preferência para um resultado específico do estudo. Para que eles desejassem que o estudo dissesse uma certa coisa”, disse o pesquisador Dr. Ryan Anderson ao comentar uma nova publicação do jornal.

Dr. Ryan Anderson concedeu uma entrevista para a TV CBN News, onde comentou sobre a nova publicação feita pelo Jornal Americano de Psiquiatria, reconhecendo que não é possível afirmar que a “mudança de sexo” traz benefícios para quem passa pelo procedimento.

“Obviamente, não sabemos neste caso em particular se este foi apenas um erro inconsciente ou se foi esse tipo de ‘erro’ [manipulação], uma pesquisa motivada, raciocínio motivado para levar a uma certa conclusão”, frisou Anderson.

“Mas podemos dizer que a mídia não relatou uma das principais descobertas do estudo original: a transição hormonal não mostrou sinais de melhora”, acrescentou. “Eles relataram no estudo original que a transição cirúrgica mostrou sinais de melhora. E agora essa alegação foi retirada”.

O novo posicionamento sobre o assunto não obteve a repercussão que poderia ter nos meios de comunicação, o que seria de grande importância, dado ao fato de que milhares de pessoas acreditam ser possível “mudar de sexo” através de procedimentos cirúrgicos e terapia hormonal.

Para o Dr. Ryan Anderson, a aparente omissão da mídia em divulgar o erro reconhecido pelo Jornal de Psiquiatria sobre algo de extrema gravidade e amplamente debatido no mundo inteiro, indica que o tema é tratado de forma ideologizada, sendo conduzido por narrativas e não pela ciência.

Isso “mostra que o momento cultural em que vivemos sugere que há apenas uma conclusão permitida para essa questão”, disse o pesquisador.

“E a única conclusão permitida é que ‘a transição é a melhor solução’. O maior conjunto de dados agora mostra que não há benefícios, nem resolução de problemas psicológicos para os pacientes com transição hormonal e cirúrgica”, conclui Anderson.

Vacina americana apresenta resultados “robustos” em fases 1 e 2

Mais uma vacina contra a covid-19, desta vez desenvolvida por pesquisadores americanos, apresentou resultados positivos nas fases 1 e 2 da testagem, de acordo com estudo publicado nesta quarta-feira, 12, na Nature. O imunizante da BioNtech e da Pfizer induziu uma resposta imune “robusta” e não provocou efeitos colaterais graves em adultos saudáveis.

Os níveis de anticorpos neutralizantes produzidos pela BNT162b1 nos voluntários foram de 1,9 a 4,6 vezes maiores do que os apresentados por pacientes que tiveram a doença, de acordo com os resultados preliminares do estudo.

As fases 1 e 2 têm por objetivo testar a segurança e a resposta imunológica induzida pelo imunizante e o número de participantes é reduzido. No caso, foram 45 pessoas saudáveis com menos de 55 anos. Somente na fase 3 será testada a eficácia da vacina em grupos maiores.

O trabalho revelou ainda que a resposta imunológica apresentada pelos participantes aumentou conforme a dose aplicada até um determinado ponto e também foi mais intensa após uma segunda dose, de reforço, da vacina.

Segundo o estudo, a resposta imune foi muito mais forte no grupo que recebeu 30 microgramas de imunizante do que no grupo de recebeu 10 microgramas. Ambos os grupos receberam doses de reforço após 21 dias. Mas mesmo antes da segunda dose já apresentavam anticorpos contra o Sars-CoV-2.

No entanto, não houve diferenças notáveis na resposta imune entre os participantes que receberam 30 microgramas e os que receberam 100 microgramas. No entanto, os voluntários que receberam a dose maior também experimentaram mais efeitos colaterais. Por isso, não receberam a dose de reforço.

Entre os efeitos colaterais apresentados, que aumentaram com o volume da dose, estão dor no local da injeção, fadiga, dor de cabeça, febre e distúrbios do sono. Essas reações adversas, segundo os pesquisadores, são consideradas “leves e moderadas”.

Idosos de 65 a 85 anos também participam do estudo, mas os resultados dos testes neste grupo etário ainda não foram divulgados. Nas próximas fases, os pesquisadores querem dar prioridade à inscrição de populações mais diversas (37 dos 45 participantes das primeiras etapas eram brancos) e incluir ainda pacientes com doenças crônicas, mais vulneráveis à infecção.

“Apesar de nossa população de adultos saudáveis de 55 anos ou menos ser apropriada para um estudo de fase 1 e 2, ela não reflete com precisão a população de maior risco para a covid-19”, escreveram os autores. (correiobraziliense)

Entrevista de Trump é interrompida após tiros nos arredores da Casa Branca

Uma coletiva de imprensa com o presidente dos EUA, Donald Trump, foi interrompida nesta segunda-feira (10) após serem ouvidos barulhos de tiros em Washington. As informações são do G1.

Segundo o próprio presidente americanos, os disparos foram feitos do lado de fora da Casa Branca e uma pessoa ficou ferida, mas os agentes do Serviço Secreto rapidamente agiram e a situação foi controlada.

Trump falava com jornalistas sobre a situação do coronavírus quando um agente entrou na sala e falou ao seu ouvido. 

Em seguida, ele se retirou e a sala foi trancada, para segurança dos jornalistas, que não foram imediatamente informados do motivo.

Testemunhas viram agentes do Serviço Secreto correndo pelo jardim da Casa Branca com armas em mãos. Após alguns instantes, Trump retornou à sala e informou o que tinha acontecido.

Butantan defende vacina chinesa, que pode ser registrada em outubro no Brasil

Diante de inúmeras fake news, correntes e postagens nas redes sociais questionando a possível eficácia de uma vacina contra a COVID-19 pelo fato de ser desenvolvida na China, como a Coronavac, o diretor do Instituto Butantan e responsável pelos testes do imunizante contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) no Brasil, Dimas Covas, se pronunciou sobre o assunto nesta quinta-feira (6).

“A gente tem que lembrar que o nosso telefone Apple é feito na China e são feitos inúmeros outros produtos industriais, inclusive as grandes farmacêuticas todas têm grandes laboratórios e grandes investimentos na China”, comentou Covas sobre a importância do país no cenário mundial, em comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha as ações de enfrentamento ao novo coronavírus.

“A China é um país que tem um investimento muito pujante, hoje, em ciência. É uma ciência que se ombreia com qualquer outro país do mundo e muitas vezes, em termos de volume, até superior. Não há motivos para descaracterizar ou desconsiderar uma vacina pelo fato dela ter sido desenvolvida, inicialmente, na China”, completou o diretor do Instituto Butantan sobre a importância da Coronavac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech.

Em sua fala, Covas também citou a farmacêutica AstraZeneca, parceira no desenvolvimento da vacina da Universidade de Oxford, que também deve ser produzida no Brasil, só que pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Isso porque a empresa britânica de remédios tem também um laboratório no país asiático.
Quando a vacina chega?

Por enquanto, o Instituto Butantan coordena a fase três dos testes para a aprovação da vacina Coronavac no país. Essa testagem envolve a participação de nove mil voluntários brasileiros e deve ser concluída entre o final de outubro e o início de novembro.

Dos 12 centros de pesquisa selecionados no Brasil, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas e o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) iniciaram a pesquisa ainda em julho. Nessa etapa, são investigados a eficácia, a quantidade de doses adequadas e a segurança do medicamento para a proteção contra a COVID-19.

A partir de um contrato entre a farmacêutica chinesa e o Butantan, haverá transferência de tecnologia para produção em escala industrial tanto na China como no Brasil para fornecimento gratuito ao Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse sentido, é esperado que o Brasil comece sua produção da vacina em outubro, caso os testes clínicos saiam conforme o esperado.

Em paralelo, após a conclusão dos testes, a vacina precisará receber o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Depois, o imunizante deve começar a ser distribuído para a população, provavelmente, em janeiro de 2021. Segundo o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, apesar da flexibilização dos registros por causa da pandemia, a comprovação da eficácia e a segurança são imprescindíveis nesse processo.

De acordo com o diretor do Instituto Butantan, há interesse de outros países para fornecimento da vacina, após sua aprovação. “A perspectiva é que o Butantan, em parceria com a Sinovac, possa ser um grande provedor de vacinas para a América Latina”, afirmou. As conversas estão em andamento com a Argentina, a Colômbia, com a Organização Pan-Americana da Saúde e com um órgão americano.Fonte: Agência Brasil

Menina de 6 anos engasga após engolir máscara dentro de nuggets

Uma menina de 6 anos, que não teve o nome revelado, se engasgou depois de engolir pedaços de uma máscara cirúrgica cozinhada dentro de uns nuggets servidos pela rede McDonald’s. De acordo com o site O Dia, a mãe da criança, Laura Arber, relatou que as partes do acessório foram encontrados em dois dos 20 nuggets que a filha comeu. O caso aconteceu em Hampshire, na Inglaterra. 

“Minha filha começou a engasgar e, depois de colocar minha mão na sua garganta, encontrei algo azul e pensei, o que pode ser isso?”. “É claramente uma máscara, a máscara cozinhou junto”, afirmou a mãe da menina.

Conforme ainda o Dia, a mãe também reclamou por não ter ouvido nenhum pedido de desculpas dos funcionários da lanchonete que continuaram servindo os nuggets a outros clientes.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, a rede de alimentos pediu desculpas pelo ocorrido e disse que dará reembolso total à mãe da criança. Além disso, a McDonald’se solicitou devolução do produto, para que as causas do incidente sejam investigadas. (Ibahia)

Reino Unido corre risco de segunda onda de covid-19 duas vezes maior

O Reino Unido terá uma segunda onda de covid-19 no próximo inverno do Hemisfério Norte duas vezes mais ampla do que o surto inicial se reabrir as escolas sem um sistema mais eficiente de testes e rastreamentos, segundo um estudo publicado hoje (4).

Pesquisadores do University College e da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres modelaram o potencial impacto de disseminação do coronavírus se as escolas forem reabertas, em período integral ou meio-período, permitindo que os pais voltem ao trabalho.

Concluíram que a segunda onda pode ser evitada se 75% das pessoas com sintomas forem identificadas e testadas e 68% de seus contatos forem rastreados, ou se 87% das pessoas com sintomas forem identificadas, e 40% dos contatos, testados.

“No entanto, também prevemos que, na ausência de uma cobertura suficientemente ampla para testagem-rastreamento-isolamento, a reabertura das escolas acompanhada da reabertura da sociedade em todos os cenários pode induzir uma segunda onda de covid-19”, afirmou o estudo, publicado no jornal científico The Lancet Child and Adolescent Health.

“Os resultados de nosso modelo sugerem que a completa reabertura das escolas em setembro de 2020, sem uma estratégia eficiente de testagem-rastreamento-isolamento resultaria em uma taxa R acima de 1 (em que uma pessoa infectada transmite o vírus para pelo menos mais uma pessoa) e em uma segunda onda de infecções que chegaria ao pico em dezembro de 2020 e seria 2 ou 2,3 vezes maior do que a onda original de covid-19.”

A autora principal do estudo, Jasmina Panovska-Griffiths, disse que o sistema de testagem e rastreamento da Inglaterra estava chegando atualmente a apenas 50% dos contatos das pessoas que testaram positivo.

Panovska-Griffiths, professora de modelagem matemática na University College de Londres, disse à rádio BBC que os piores cenários ainda podem ser evitados.

“O importante do que descobrimos é que é possível evitar uma segunda onda da epidemia se um determinado número de pessoas com infecções sintomáticas for diagnosticada. Seus contatos podem ser rastreados e efetivamente isolados”, disse.

“Somos o primeiro estudo que quantificou isso, o quanto isso precisa ser feito no Reino Unido.”

Escolas no Reino Unido fecharam em março, durante a quarentena nacional, exceto para crianças de trabalhadores essenciais, e reabriram para um pequeno número de alunos em junho.

No entanto, o governo diz que todos os alunos voltarão às escolas ao redor do Reino Unido até o começo de setembro, com o primeiro-ministro Boris Johnson dizendo que essa é uma prioridade do país.

“Eu acho que todos aceitamos que o teste e rastreamento é um programa que precisa continuar a melhorar. Há total humildade do governo em relação a isso”, disse o ministro júnior de governos locais Simon Clarke, à rádio BBC.

“Aceitamos completamente que precisamos continuar a fazer esses números subirem”, disse. (agenciabrasil)

Coronavírus pode ter ficado por até 70 anos em circulação entre os morcegos, aponta estudo

Uma parceria internacional entre cientistas tenta determinar a origem do novo coronavírus (Sars CoV-2). Um estudo realizado por especialistas dos Estados Unidos, Bélgica, Reino Unido e China e divulgado na última edição da revista “Nature Microbiology”, indica que a linhagem causadora da Covid-19 pode estar em circulação entre os morcegos há décadas.

Para chegar ao resultado, o grupo tentou recriar a “árvore genealógica” do vírus, o que não é um processo fácil. O principal autor do estudo, o pesquisador Maciej F. Boni, da Universidade Estadual da Pensilvânia, afirmou que “regiões diferentes do genoma do vírus podem ter ancestrais diferentes”. Assim, Boni e seus colegas usaram três técnicas diferentes para identificar partes do genoma do vírus que permaneceram estáveis, que não passaram por essas trocas genéticas.

Após comparar o Sars-CoV-2 com genomas de vírus do mesmo subgênero (sarcovírus), as três técnicas indicaram que ele compartilha uma linhagem ancestral com seu parente mais próximo conhecido, catalogado como RaTG13. Cada técnica fornece uma data provável para a separação: 1948, 1969 e 1982.

Outro alerta foi para a existência de mais linhagens de coronavírus com características apropriadas para infectar humanos. Os pesquisadores ressaltam a necessidade da criação de uma “rede global de sistemas de vigilância de doenças humanas em tempo real”, como o que identificou os casos incomuns de pneumonia em Wuhan em dezembro de 2019. (Metro1)

Rússia diz que terá vacina aprovada contra Covid-19 em duas semanas

A Rússia afirma ter uma vacina aprovada contra Covid-19 até 10 de agosto. De acordo com os estudos locais, os próprios cientistas estariam se voluntariando para testar a imunização. Alexander Ginsburg, diretor do projeto, confirmou ter injetado a vacina em si mesmo.

A vacina foi criada pelo Instituto Gameleya, baseado em Moscou. De acordo com as autoridades, o país espera produzir até 200 milhões de doses até o fim do ano — dessas, 30 milhões seriam exclusivas para a Rússia, de acordo com fontes em Moscou que afirmaram ao correspondente da CNN Internacional Matthew Chance.

Ainda não foram divulgados dados de segurança ou eficácia.

“Esse é um momento Sputnik”, disse Kirill Dmitriev, chefe do fundo soberano russo, que está financiando a pesquisa da vacina, fazendo referência ao lançamento bem-sucedido do primeiro satélite do mundo pela União Soviética, em 1957.

“Os americanos ficaram surpresos quando ouviram os sons do Sputnik. É o mesmo com a vacina, a Rússia vai ter chegado lá primeiro”, acrescentou. Essa vacina estaria na segunda das três fases de testes clínicos. Os pesquisadores almejam concluir essa etapa em 3 de agosto e conduzir a terceira fase em conjunto com a vacinação de profissionais da saúde.

As autoridades russas disseram que o desenvolvimento está acelerado por conta da severidade da transmissão local, uma vez que o país ultrapassou 800 mil casos confirmados. “Nossos cientistas estão focados não em serem os primeiros, mas em proteger a nossa população”, disse Dmitriev.

Ainda segundo as fontes ouvidas pela reportagem, os dados de pesquisa estão sendo compilados agora e estarão disponíveis ao público para revisão por pares e publicação no começo de agosto.

Há várias vacinas em teste em todo o mundo, com poucas já na fase de testes clínicos amplos. A maior parte dos desenvolvedores alertaram que ainda há muito a ser feito até que se tenha uma vacina comprovadamente segura e eficaz. 

Ainda neste mês, um relatório feito em conjunto pelo Reino Unido, Estados Unidos e Canadá acusavam o país de usar hackers para invadirem centros de pesquisa da vacina. (BN)

Mundo registra mais de 8 milhões de curados pelo coronavírus

O mundo ultrapassou ontem (19) a marca dos oito milhões de recuperados após contaminação por coronavírus. A informação consta no Mapa da Covid-19, feito pela Universidade Johns Hopkins.

De acordo com o levantamento, até as 7h40 de hoje (20), 8.134.747 pessoas já estavam curados da doença. O Brasil registra o maior número de recuperações, sendo 1.459.072. 

O monitoramento ainda aponta 14.508.809 casos, menos que o dobro do número de pessoas curadas da Covid-19. Além disso, foram 606.206 óbitos em razão do coronavírus. (Metro1)

Ex-lésbica: “Decidi deixar de ser alimentada pela opinião dos outros sobre a Bíblia”

Jessica Newsome hoje é uma ex-lésbica que foi criada na igreja, como muitos, mas que foi apresentada ao homossexualismo aos 5 anos de idade. Ela se envolveu com a prática na adolescência, quando também lutou contra a depressão, pensamentos suicidas e o álcool.

Em seu testemunho, Jessica diz que “muitos são presos entre o desejo de seguir completamente a Deus e permanecer na zona de conforto, com relacionamentos que nos arrastam espiritualmente, o medo do fracasso e o conforto do problema”.

Ela lutava consigo mesma, sabia que algo estava errado em sua vida, mas não compreendia a origem do seu conflito. Assim como muitos jovens, Jessica achava que a sua condição era imutável, como se já estivesse nascido assim.

“Embora tenha crescido na igreja, lutei com minha identidade”, conta. “Decidi que estava cansada de Deus me convencer de algo que não podia mudar”.

Durante a faculdade, Jessica chegou a escrever um artigo de 25 páginas chamado “Homossexualidade e a Bíblia”, tentando convencer de que Deus aceita a relação entre pessoas do mesmo sexo, além de fazer parte de um grupo dentro da faculdade que promovia a aceitação de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros.

“Também tentei frequentar uma igreja cristã homossexual, mas um sentimento perturbador me impediu de ingressar na congregação”, conta.

Durante esse percurso, devido a várias situações ruins, a hoje ex-lésbica entendeu que sua vida não teria sentido algum se Cristo não fizesse parte dela. Ela foi numa igreja Batista em Upper Marlboro, em Maryland (EUA), e lá entregou a sua vida a Jesus.

“Decidi deixar de ser alimentada pelas opiniões dos outros sobre a Bíblia e conhecer Jesus por mim mesma”, disse ela, segundo informações do Charisma News.

“Comecei a sentir um puxão dentro de mim, que eu já havia sentido tantos anos atrás, mas havia ignorado, rejeitando a Deus. Com o tempo, o puxão ficou tão forte que um dia eu fiquei cara a cara com Deus, quebrantada. Eu finalmente me rendi”, conta.

A ex-lésbica também explicou que é necessário estar na busca por Deus constantemente, alimentando o espírito e jamais a carne, uma vez que muitos tem dificuldade de adquirir o caráter de Jesus, pois vivem numa luta constante.

“É nessa busca persistente que somos mudados e transformados nos homens e mulheres que Deus nos chamou para ser. A busca por conhecê-Lo mais, adorá-Lo e servi-Lo são os alicerces que precisamos estabelecer em nossas vidas diárias”, disse Jessica.
Gospel+ / Will R. Filho

Vacina para a Covid: Rússia conclui testes e quer iniciar distribuição em agosto

A Rússia pode ser o primeiro país no mundo a distribuir, em massa, vacinas contra a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. O antídoto deve começar a ser distribuído em agosto, conforme informação divulgada nesta segunda-feira (13) pela agência de notícias do governo do país.

O comunicado afirmou ainda que parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização foram encerrados hoje.

“A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura”, disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS.

A vacina foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei, e a expectativa é que ela esteja disponível para a população entre 12 e 24 de agosto, conforme afirmou o diretor da instituição, Alexander Gintsburg.

A Rússia está à frente no processo porque seus testes clínicos começaram em junho, quando a Universidade Sechenov reuniu 38 voluntários remunerados, com idades entre 18 e 65 anos, para a pesquisa. Apesar de eles ainda serem monitorados por seis meses, alguns receberão alta nesta quarta-feira (15), após 28 dias de isolamento, cuja intenção foi protegê-los de outras eventuais infecções.

O Ministério da Saúde russo ainda realizará testes bioquímicos da vacina, mas espera finalizar o processo até setembro, mesmo mês para o qual Gintsburg prevê o início da produção em massa por laboratórios privados.

Para reforçar o estudo, o exército do país também vem testando a vacina desde junho, e os trabalhos devem seguir por mais dois meses. Com mais de 730 mil infectados e outros 11 mil mortos, a Rússia é um dos países mais atingidos pela pandemia do novo coronavírus. (OTempo)

Neto de Elvis Presley é encontrado morto e ferido por bala

O neto de Elvis Presley, Benjamin Keough, de 27 anos, foi encontrado morto em Calabasas, na California (EUA), neste domingo, 12, com um ferimento à bala, segundo informações do site TMZ. De acordo com fontes policiais ouvidas pelo portal, a suspeita é de suicídio.

Benjamim é fruto do relacionamento de Lisa Marie Presley e do músico Danny Keough. Sua irmã é a atriz Riley Keough, que atuou em vários filmes independentes e de terror, incluindo The Lodge, de 2019.

O jovem era músico e, de acordo com o TMZ, chegou a fechar um contrato de gravação em 2009 no valor de US$ 5 milhões. Ele mantinha uma vida discreta, com pouca presença nas redes sociais.

Uma das últimas vezes que Benjamim foi visto com a família foi em 2017, no aniversário de 40 anos da morte de seu avô, durante vigília na mansão Graceland, em Memphis, onde o ícone do rock viveu.

Presidente da Bolívia tem teste positivo para o novo coronavírus

A presidente da Bolívia, Jeanine Añez, anunciou que teve resultado positivo em teste para o novo coronavírus, que provoca a Covid-19.

Ela afirmou ainda na quinta-feira (9) que está “bem” e continua a trabalhar em isolamento. “Juntos, vamos sair disso”, acrescentou.

O governo da Bolívia confirmou que pelo menos sete ministros, incluindo o da Saúde, tiveram teste positivo e estão sendo tratados ou se recuperando em casa.

Jeanine Añez disse que fez o exame, já que muitos de sua equipe haviam adoecido. “Eu me sinto bem, me sinto forte, vou continuar trabalhando remotamente do meu isolamento, e quero agradecer a todos os bolivianos que estão trabalhando para nos ajudar nessa crise de saúde”, afirmou.

A Bolívia deve realizar eleições gerais no dia 6 de setembro. As eleições estavam planejadas originalmente para o mês de maio, mas foram adiadas por causa da pandemia.

Turbulências políticas ocorreram no país em outubro do ano passado, quando uma eleição disputada levou a protestos generalizados e à queda do líder de esquerda Evo Morales.

Ex-senadora conservadora, Jeanine Añez assumiu a Presidência interinamente em substituição a Morales. Ela disse inicialmente que concorreria ao cargo, mas desistiu. (bahia.ba)

Mais de 6 milhões de pessoas estão recuperadas do coronavírus no mundo

O mundo ultrapassou a marca dos 6.193.538 pessoas curadas após infecção pelo coronavírus. De acordo com o Mapa da Covid-19, feito pela Universidade Johns Hopkins, até as 8h20 de hoje (6) 6.193.538 pacientes já estavam recuperados. 

O país com maior número de curados é o Brasil, que possui 1.029.045. Logo abaixo vem os Estados Unidos, com 906.763 curados. (Metro1)

Igreja vive experiência relatada no livro de Atos durante a pandemia: “Vimos curas”

Uma igreja hispânica, nos Estados Unidos, tem impactado bastante sua região com atos evangelísticos, não só através das palavras, mas das ações.

Em janeiro a igreja tinha começado uma série de pregações sobre o livro de Atos, mas em fevereiro a pandemia do novo coronavírus começou no estado.

Assim, como em outras regiões que foram afetadas por essa pandemia, a igreja entrou em ação. Eles puderam também viver aquilo que foi pregado durante o mês de janeiro e ver Deus fazendo milagres.

O pastor Guilhermo e sua esposa, a pastora Dínora Jimenez, são os líderes da igreja Aguilas CFC desde 2002 e falaram um pouco sobre esse momento.

“Eu sabia que o Senhor queria fazer algo em Las Vegas”, disse Guillermo, 52 anos, à AG News. “Esta não é a capital mundial do pecado. Tem algo mais. Oramos e clamamos por um movimento de Deus, e que o Espírito Santo fizesse milagres”.

O pastor disse que assim que a igreja fechou, os funcionários da mesma começaram a entrar em ação e ligar para todos que tinham contato. Eles tinham 6.400 nomes na lista.

Foi realizada uma grande mobilização de ajuda e socorro, cada um dentro das necessidades que tinham, tanto em questão de aluguel como de mantimentos.

O dinheiro que conseguiram arrecadar serviu para ajudar os mais necessitados.

“Dezenas de milhares de dólares foram gastos para ajudar a comprar comida, pagar o aluguel ou a conta de luz”, conta o pastor. “Todo mundo está cuidando um do outro. Teve gente que orou por alguém no hospital, que assou um bolo e levou para o vizinho. Vimos curas milagrosas”.

As pessoas se preocupavam e cuidavam umas das outras, vivendo o que tinham pregado em janeiro. O pastor diz que o estudo do livro de Atos não foi uma coincidência.

“Digo às pessoas que se você consegue orar, ler a Bíblia, ouvir a Deus, servir e ser generoso sem a necessidade de um pastor, é sinal que você está amadurecendo”, diz Guillermo.

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