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Dívida Pública Federal aumenta 1,69% e ultrapassa os R$ 3,8 trilhões, diz Tesouro
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Mercado reduz estimativa de crescimento do PIB de 2,70% para 2,51%
Postado por :- Jacobina NewsTaxa básica de juros: Para alcançar a meta, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,50% ao ano. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Para cortar a Selic, o BC precisa estar seguro de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. Nesta semana, o Copom realiza a terceira reunião do ano, com expectativa de que a Selic tenha o último corte do atual ciclo de reduções. Para o mercado financeiro, a Selic será reduzida em 0,25 ponto percentual, indo para 6,25% ao ano, conforme indicado pelo BC, em março. Em 2019, a expectativa é que a Selic volte subir e encerre o período em 8% ao ano.
Dólar: Para especialistas, a recente alta do dólar não deve fazer com que o BC mude a estratégia de reduzir a Selic. Na última sexta-feira (11), o dólar chegou a R$ 3,60, o maior valor em quase dois anos. Na visão de economistas, o efeito da alta do dólar na inflação deve ser um pouco menor do que normalmente é observado porque a economia ainda está em recuperação. De acordo com analistas, a alta do dólar ocorre devido à expectativa de aumento mais intenso dos juros nos Estados Unidos, o que o que atrai dinheiro para economias avançadas, provocando a fuga de capitais financeiros de países emergentes, além das incertezas sobre as eleições no Brasil e a crise na Argentina, com pedido de empréstimo ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Na última sexta-feira, para segurar a cotação da moeda americana, o BC anunciou ajustes nos leilões de swaps cambiais, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro, além de informar que fará oferta adicional de contratos de swap cambial. Para as instituições financeiras consultadas pelo BC, o dólar deve encerrar 2018 em R$ 3,40. Na semana passada, a estimativa era R$ 3,37. Para o fim do próximo ano, a estimativa segue em R$ 3,40. (Agencia Brasil)
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INFLAÇÃO
IPI de móveis e linha branca terá aumento em julho, anuncia Mantega
Postado por :- Jacobina News- Fogão pagava 2% e agora pagará 3% (o normal são 4%)
- Tanquinho vai de 3,5% para 4,5% (o normal são 10%)
- Geladeira e freezer vão de 7,5% para 8,5% (o normal são 15%)
- Máquina de lavar já está com tarifa definitiva de 10% e não muda (antes era 20%)
- Móveis: alíquota até agora era de 2,5% e vai para 3% (o normal são 5%)
- Luminárias e lustres vão de 7,5% para 10% (o normal são 15%)
- Papel de parede sobe de 10% para 15% (o normal são 20%)
- O ministro da Fazenda afirmou que a preocupação do governo é com a inflação. "O importante para nós é que as metas de inflação não sejam ultrapassadas. Estaremos dentro das metas mais um ano consecutivo", declarou. Reduções de impostos para eletrodomésticos começaram em 2011. A redução do IPI para eletrodomésticos foi implementada em dezembro de 2011 e, desde então, vem sendo prorrogada. No fim do ano passado, o Ministério da Fazenda estipulou a elevação gradual do tributo, para que o benefício acabasse em junho, trazendo as alíquotas para seu patamar normal. Mas, outra vez, o governo elevou os impostos, mantendo-os, no entanto, abaixo do percentual original. A alíquota do IPI sobre fogões, por exemplo, ficou zerada até 31 de janeiro deste ano. A partir daí, foi elevada para 2% até junho. Agora, com a nova medida, ficará em 3% até setembro. O percentual original era 4%.
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