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Dívida Pública Federal aumenta 1,69% e ultrapassa os R$ 3,8 trilhões, diz Tesouro

A Dívida Pública Federal (DPF) chegou aos R$ 3,827 trilhões, o que representa uma alta de 1,69% em relação ao mês de outubro. De acordo com a Agência Brasil, um dos fatores que contribuíram para que a dívida atingisse este patamar foi o elevado volume de emissões de títulos. No que diz respeito a Dívida Pública Mobiliária (em títulos) Interna (DPMFi), em circulação no mercado nacional, um aumento de 1,59%, passando de R$ 3,622 trilhões para R$ 3,679 trilhões. Conforme dados do Tesouro Nacional, R$ 34,49 bilhões foram emitidos a mais do que o órgão resgatou, principalmente em títulos prefixados e em títulos corrigidos pela taxa Selic (juros básicos da economia). O estoque também subiu em decorrência da apropriação de juros, que somou R$ 23,20 bilhões. (Bahia Noticias)

Mercado reduz estimativa de crescimento do PIB de 2,70% para 2,51%

O mercado financeiro reduziu novamente a estimativa para o crescimento da economia este ano. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, agora passou de 2,70% para 2,51%. Essa foi a segunda queda consecutiva. Para 2019, a previsão permanece em 3%. As estimativas são do boletim Focus, publicação divulgada às segundas-feiras pelo Banco Central (BC), na internet. O mercado financeiro reduziu também a projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 3,49% para 3,45%, neste ano. Para 2019, a estimativa foi ajustada de 4,03% para 4%. A estimativa está abaixo do centro da meta que é 4,5% este ano, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%


Taxa básica de juros: Para alcançar a meta, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,50% ao ano. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Para cortar a Selic, o BC precisa estar seguro de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. Nesta semana, o Copom realiza a terceira reunião do ano, com expectativa de que a Selic tenha o último corte do atual ciclo de reduções. Para o mercado financeiro, a Selic será reduzida em 0,25 ponto percentual, indo para 6,25% ao ano, conforme indicado pelo BC, em março. Em 2019, a expectativa é que a Selic volte subir e encerre o período em 8% ao ano.

Dólar: Para especialistas, a recente alta do dólar não deve fazer com que o BC mude a estratégia de reduzir a Selic. Na última sexta-feira (11), o dólar chegou a R$ 3,60, o maior valor em quase dois anos. Na visão de economistas, o efeito da alta do dólar na inflação deve ser um pouco menor do que normalmente é observado porque a economia ainda está em recuperação. De acordo com analistas, a alta do dólar ocorre devido à expectativa de aumento mais intenso dos juros nos Estados Unidos, o que o que atrai dinheiro para economias avançadas, provocando a fuga de capitais financeiros de países emergentes, além das incertezas sobre as eleições no Brasil e a crise na Argentina, com pedido de empréstimo ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Na última sexta-feira, para segurar a cotação da moeda americana, o BC anunciou ajustes nos leilões de swaps cambiais, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro, além de informar que fará oferta adicional de contratos de swap cambial. Para as instituições financeiras consultadas pelo BC, o dólar deve encerrar 2018 em R$ 3,40. Na semana passada, a estimativa era R$ 3,37. Para o fim do próximo ano, a estimativa segue em R$ 3,40. (Agencia Brasil)

Câmbio para fim de 2017 passa de R$ 3,40 para R$ 3,36, aponta Focus

O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC), mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,36 no encerramento de 2017, abaixo dos R$ 3,40 de uma semana atrás. Há um mês, a expectativa estava nos R$ 3,40. O câmbio médio de 2017 foi de R$ 3,28 para R$ 3,26, ante R$ 3,36 de um mês antes. No caso de 2018, a projeção dos analistas para o câmbio no fim do ano foi de R$ 3,50 para R$ 3,49, diz o relatório. Quatro semanas antes, estava em R$ 3,50. Já a projeção para o câmbio médio no próximo ano seguiu em R$ 3,44, ante R$ 3,45 de quatro semanas atrás. Com informações do Estadão Conteúdo.

Investimento da indústria em 2016 foi o menor desde 2010, diz CNI

Um total de 67% das grandes indústrias instaladas no Brasil investiram no ano passado. O índice é o mais baixo desde 2010. Os números estão na pesquisa Investimentos na Indústria, divulgada nesta quarta-feira (8) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, entre as empresas que tinham planos de investimento para 2016, 40% fizeram os projetos como planejado, 41% realizaram apenas parcialmente, 9% adiaram o investimento para este ano e 10% cancelaram ou suspenderam por tempo indeterminado. Com relação ao foco de aplicação, 38% do total do ano passado buscou a melhora do processo produtivo. Um percentual de 18% das aplicações foram destinadas à introdução de novos produtos e 3% às mudanças no processo produtivo. A incerteza econômica foi o motivo apontado com mais frequência para frustração dos planos de investimentos, com 80% das menções dos empresários consultados. Em seguida, com 54% das respostas, foi citada a reavaliação da demanda e ociosidade elevada. Por fim, em terceiro lugar, com 39% das menções, ficou o custo dos financiamentos. O levantamento foi feito entre 21 de novembro e 9 de dezembro de 2016, com 584 empresas de grande porte, que têm 250 ou mais empregados.

Economia de 12 estados e do DF retrocede a valores do início da década

As economias de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Distrito Federal retrocederam ao patamar do início da década, graças à crise financeira que atingiu o país, entre 2015 e 2016, e que fez o Produto Interno Bruto (PIB) dos estados despencar. Além dos citados, as outras unidades da federação também encolheram neste biênio. O cenário é apontado por pesquisa da Tendências Consultoria Integrada, com base nas projeções do economista Adriano Pitoli. Segundo ele, as maiores perdas ocorreram nos estados do Sudeste, mas o Nordeste não se livrou, dada a disseminação da recessão. "Os estados que tinham uma dinâmica econômica atrelada às políticas do governo, que eram insustentáveis, de estímulo ao consumo, de um BNDES agigantado e de investimentos puxados por estatais, como a Petrobras, terão de fazer um esforço maior para voltar a se recuperar. É o caso de Pernambuco e do Rio de Janeiro", analisa Pitoli. Leia mais...

Queda da inflação resultará na redução de juros, diz Temer

O presidente Michel Temer disse nesta segunda-feira (9), em Esteio, no Rio Grande do Sul, que em função da queda recente da inflação o governo já trabalha com a possibilidade de um cenário com juros mais baixos. Ele voltou a manifestar o interesse de atuar a favor da simplificação da Reforma Tributária que, afirmou, poderá resultar na revisão do pacto federativo. “Quando chegamos, a inflação prevista era de 10,7%, e nós entregamos com 6,7%. Nós a baixamos 4 pontos percentuais em seis meses. Certa e seguramente, com a inflação caindo, os juros também cairão. E caindo responsavelmente [os juros] influenciarão os investimentos do nosso país”, disse o presidente, segundo a Agência Brasil. Temer acrescentou que, em apenas sete meses no cargo, teve sucesso em avançar em “várias frentes de reformas”. “Outras virão. Posso dizer: uma delas é a simplificação da Reforma Tributária”, disse ele. “Será uma revisão do pacto federativo”, acrescentou.

Dólar fecha em baixa com queda acumulada de 3,64% na semana

O dólar voltou a cair ante o real pelo quinto dia seguido para o patamar de R$ 3,27. Após passar a manhã toda em baixa, a moeda americana renovou mínimas à tarde com um incessante fluxo de entrada de recursos estrangeiros pela via financeira no mercado local, segundo profissionais de câmbio. Eles constataram também vendas antecipadas diante da previsão de continuidade desse movimento de internalização de capitais até o fim da próxima semana, última de 2016, e também no começo de 2017. Afirmam que são recursos que entram para pagamentos de compras corporativas por investidores estrangeiros e também relativos a empréstimos externos por empresas nacionais, como a Petrobras. O gerente de uma gestora de recursos listou, além do fluxo financeiro favorável nesta sexta-feira, 23, uma série de outros fatores que, em conjunto, vêm contribuindo para atrair investimentos ao País e para uma acomodação do risco Brasil no nível de 282,93 ponto nesta sexta-feira. “Do lado externo, a queda do dólar ante moedas emergentes, o fortalecimento do euro ante o dólar e um ensaio de alta pontual do petróleo à tarde.” Internamente, ele citou o arrefecimento da crise política em meio ao recesso do Congresso e do Judiciário e o anúncio de minirreformas e medidas para estimular a economia, que são bem vistas por investidores e também por parte da população. Confirmou ainda o fluxo financeiro diário positivo. “Esse ambiente como um todo serve de atrativo ao investidor nacional e estrangeiro”, comentou. No fechamento, o dólar à vista estava em baixa de 0,93%, aos R$ 3,2703 – menor valor desde 09/11/2016 (R$ 3,2232). Nas cinco sessões de baixa, incluindo a de sexta, acumula perda de 3,64% na semana. A mínima intraday ficou em R$ 3,2593 – menor valor desde 10 de novembro último, quando cedeu até R$ 3,2117 durante a sessão. A máxima foi de R$ 3,2921. O giro total registrado nesta sexta somava cerca de US$ 1,817 bilhão. No mercado futuro, o dólar que vence em 2 de janeiro de 2017 encerrou aos R$ 3,2770, com baixa de 0,52%. O giro movimentado somou cerca de US$ 9,802 bilhões.

Produção de café cresce 18,8% em 2016 e atinge 51,37 mi de sacas

A produção brasileira de café alcançou 51,37 milhões de sacas de 60 quilos do produto beneficiado em 2016, somadas as espécies arábica e conilon. Os números foram divulgados hoje (22), em Brasília, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A quantidade representa um acréscimo de 18,8% em relação à safra anterior e supera o recorde de 2014, quando foram registradas 50,8 milhões de sacas. A Conab informou que a área plantada no país teve redução, totalizando 2,22 milhões de hectares, com decréscimo de 1,1% em relação a 2015. A entidade destaca, contudo, que houve ganho de produtividade: a média de 26,33 sacas por hectares superou em 17,1% a da safra de 2015. O órgão indicou como um dos motivos para os ganhos de produtividade foram as condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras de arábica. Os maiores ganhos, segundo a Conab, ocorreram em São Paulo (46,7%¨), Mato Grosso (39,4%) e Minas Gerais (32,2%). Café arábica predomina nas lavouras O café arábica dominou as lavouras de café no país, representando 84,4% da produção total do grão com uma produção de 43,38 milhões sacas.O resultado demonstra um crescimento de 35,4% em relação à safra anterior e se justifica pelo aumento de 46 mil hectares da área em produção. A produção do café conilon, que representa 15,6% do total de café do país, está estimada em 7,98 milhões de sacas, com redução de 28,6% na comparação com a safra passada. Nesse caso, houve diminuição de 4% na área de produção e problemas climáticos pontuais, como seca e má distribuição de chuvas por dois anos no Espírito Santo, maior produtor da espécie no país. Com informações da Agência Brasil.

Dólar fecha em baixa pela quarta sessão seguida, aos R$ 3,30

O dólar fechou em queda frente o real pelo quarto dia seguido e no patamar de R$ 3,30, reagindo a novos ingressos de capitais pela via financeira e a um movimento de desmontagem de posições cambiais por fundos nacionais, segundo operadores de câmbio. Eles citaram ainda como influências o fortalecimento do petróleo à tarde, a diminuição aparente do risco político e o anúncio de ações para estimular a economia interna. No fechamento desta quinta-feira (22), o dólar à vista estava em baixa de 0,86%, aos R$ 3,3009 – menor valor desde 9/11/2016, quando foi divulgado o resultado da eleição presidencial norte-americana, e a moeda fechou em R$ 3,2232. Nas últimas quatro sessões, acumula perda de 2,611%. O giro total registrado nesta quinta somava cerca de US$ 2,887 bilhões. No dia, oscilou da mínima, aos R$ 3,2948 (-1,04%), até máxima aos R$ 3,3467 (+0,51%). Teriam sido antecipadas vendas também em meio a perspectivas de entradas futuras de recursos estrangeiros, decorrentes da operação de venda de ativos da Petrobras, inclusive de pré-sal, para a francesa Total.

Dólar fecha em queda pelo terceiro dia seguido

Em queda pelo terceiro dia consecutivo, o dólar fechou esta quarta-feira (21) a R$ 3,332. O dólar caiu 0,34%, em sintonia com o comportamento da moeda no exterior e algum fluxo de venda, potencializado pelo volume mais fraco da sessão, de acordo com a Reuters. A perda acumulada da moeda americana na semana é de 1,72%. Em dezembro, o recuo foi de 1,63% e, no ano, de 15,6%.

Supermercados devem sair do vermelho este ano

Depois de encerrar 2015 no vermelho, com queda de 1,9% nas vendas, descontada a inflação, o setor de supermercados começa a traçar um cenário mais favorável. De janeiro a outubro, as vendas reais do setor aumentaram 1,16% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Na avaliação do novo presidente da entidade, João Sanzovo, a recuperação do setor começou no início do segundo semestre e mesmo, com a perspectiva de que o Natal impulsione as vendas de novembro e dezembro, ele não projeta avanço significativo para o ano. "Continuamos com uma previsão de leve alta, em torno de 1% para 2016." Com informações do Estadão Conteúdo.


Juros para pessoas físicas registram alta pela sexta vez no ano

As taxas das operações de crédito subiram no mês de outubro, de acordo com pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Para pessoa física, houve crescimento de 0,03 ponto percentual na taxa de juros, em relação a setembro deste ano. No mês passado, a taxa ficou em 5,56%, ao passo que, em setembro, foi 5,53%. Essa é a sexta alta registrada neste ano pela entidade. Na pesquisa anterior, a taxa de juros média para pessoa física no mês de setembro representou elevação de 0,02 ponto percentual em relação a agosto, que havia tido média de 5,51%. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica também apresentou elevação de 0,03 ponto percentual no mês de outubro, na comparação com setembro. A taxa ficou em 3,21% no mês passado, enquanto setembro foi 3,18%. Das seis linhas de crédito para pessoa física pesquisadas, apenas a do rotativo do cartão de crédito se manteve estável, sendo que as demais apresentaram alta. No caso dos juros do comércio, a elevação foi 3,21%, passando a taxa de 4,14% ao mês (62,71% ao ano) em setembro, para 4,19% ao mês (63,65% ao ano) em outubro. O cheque especial teve elevação de 0,77%, passando a taxa de 7,83% ao mês (147,10% ao ano) em setembro, para 7,89% ao mês (148,76% ao ano) no mês passado. (Agência Brasil)

Poupança tem segunda maior captação líquida da história

Os depósitos em poupança superaram os saques em R$ 9,331 bilhões em julho, segundo dados divulgados nesta semana pelo Banco Central (BC). Foi a segunda maior captação líquida (depósitos maiores que retiradas) da história, quase no mesmo nível do recorde registrado no mês anterior: R$ 9,451 bilhões. De janeiro a julho deste ano, a captação líquida chegou a R$ 37,605 bilhões, contra R$ 23,737 bilhões em igual período do ano passado, com aumento equivalente a 58,42%. No mês passado, os depósitos ficaram em R$ 130,845 bilhões e os saques, em R$ 121.513 bilhões. Foram creditados R$ 2,438 bilhões de rendimentos no mês passado, e o saldo dos depósitos em poupança somou R$ 550,217 bilhões, dos quais R$ 429,242 bilhões (78,01%) no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e R$ 120,974 bilhões (21,99%) na poupança rural. No ano passado, o governo mudou a regra de remuneração da poupança. Manteve o rendimento de 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais Taxa Referencial (TR) com taxa básica de juros (Selic) acima de 8,50%, e determinou que, quando os juros básicos da economia estiverem iguais ou inferiores a 8,5% ao ano, a caderneta rende só 70% da Selic mais a TR. O cálculo é válido para depósitos na poupança feitos a partir de 4 de maio do ano passado. Para os depósitos anteriores, o rendimento segue a regra antiga, de 0,5% ao mês mais a TR. A poupança é isenta de taxa de administração e de impostos.

Gastos crescem mais do que receita na Bahia

Uma conta difícil de fechar. Enquanto de um lado as receitas do Estado cresceram num ritmo lento, entre 2008 e 2012, de outro as despesas aceleraram no mesmo período. O resultado não poderia ser pior para a saúde financeira do governo baiano, que foi obrigado a contrair empréstimos para obter combustível e equilibrar essa balança. Contudo, os empréstimos aumentaram a dívida do Estado e será necessário destinar mais dinheiro para administrá-la. A análise é resultado do perfil comparativo do orçamento do Estado da Bahia, entre 2008 e 2012, realizado pelo doutorando em sociologia econômica da Universidade Técnica de Lisboa e mestre em administração pela Ufba, Antonio Ribeiro, ex-secretário de Finanças de Salvador (gestão Lídice da Mata). O estudo faz parte da linha de pesquisa acadêmica que Ribeiro desenvolve há dez anos chamada “Acompanhamento e avaliação das Gestões Governamentais”. Obtido com exclusividade por A TARDE, o material mostra que a destinação dos recursos provoca distorções por não privilegiar áreas socialmente mais necessitadas que outras, na visão do pesquisador.

Economia brasileira deve crescer menos que a mundial, avalia instituição internacional

A economia brasileira não deve crescer mais que 2% em 2013, abaixo da projeção de crescimento mundial de 3,5%, na avaliação do economista-chefe do The Conference Board, Bart Van Ark. Com base em indicadores nacionais, a instituição projeta índices econômicos de 12 países, dentre os quais, o Brasil. Na avaliação da empresa, os fatores que mais barram o crescimento do país são a dificuldade de atrair investimentos; de aplicar em infraestrutura; de reformar setores estruturais da economia, como o mercado de trabalho, e de fazer a reforma tributária. "Se tem uma coisa que os membros globais reclamam quando vêm ao Brasil é a complexidade do pagamento de impostos", afirmou Van Ark. "Há uma grande necessidade de simplificar essas regras para que seja possível fazer negócios e operar no Brasil", reforçou. "Investimentos em infraestrutura, como portos e estradas também precisam melhorar", destacou.

Economia brasileira deve crescer menos que a mundial, avalia instituição internacional

A economia brasileira não deve crescer mais que 2% em 2013, abaixo da projeção de crescimento mundial de 3,5%, na avaliação do economista-chefe do The Conference Board, Bart Van Ark. Com base em indicadores nacionais, a instituição projeta índices econômicos de 12 países, dentre os quais, o Brasil. Na avaliação da empresa, os fatores que mais barram o crescimento do país são a dificuldade de atrair investimentos; de aplicar em infraestrutura; de reformar setores estruturais da economia, como o mercado de trabalho, e de fazer a reforma tributária. "Se tem uma coisa que os membros globais reclamam quando vêm ao Brasil é a complexidade do pagamento de impostos", afirmou Van Ark. "Há uma grande necessidade de simplificar essas regras para que seja possível fazer negócios e operar no Brasil", reforçou. "Investimentos em infraestrutura, como portos e estradas também precisam melhorar", destacou.

Banco Central aumenta juros básicos da economia para 8,5% ao ano

Pela terceira vez seguida, o Banco Central (BC) reajustou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, para 8,5% ao ano. “O comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano”, justificou o Copom em comunicado. Em abril, o Copom iniciou um novo ciclo de alta nos juros básicos, depois de quase dois anos sem aumento, e elevou a Selic para 7,5% ao ano. Desde agosto de 2011, a taxa vinha sendo reduzida sucessivamente até atingir 7,25% ao ano em outubro de 2012, o menor nível da história. A Selic foi mantida nesse nível até março deste ano. A taxa Selic é o principal instrumento do BC para manter a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dentro da meta estabelecida pela equipe econômica. De acordo com o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação corresponde a 4,5% (centro da meta), com margem de tolerância de dois pontos percentuais, podendo variar entre 2,5% (piso da meta) e 6,5% (teto da meta). Agência Brasil

Alimentos e remédios contribuíram para diminuir pressão sobre IPCA acumulado

A taxa acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, alcançou 6,7% nos últimos 12 meses. É a maior taxa registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde outubro de 2011, e supera o teto da meta do governo, que é de 6,5%. Os alimentos estão entre os grupos que contribuíram para que o valor do IPCA de junho fosse menor do que o de maio: enquanto no mês passado a taxa foi de 0,31%, em junho houve recuo para 0,04%. Os remédios tiveram queda da taxa de 1,61% para zero, com o fim do impacto dos reajustes iniciados em abril. Outro grupo que pesou na variação para baixo foi o de combustíveis, cuja inflação passou de -0,75% para -1,67%. Apesar da redução das tarifas do transporte público em algumas capitais, os transportes puxaram para cima a inflação, já que os reajustes, como o do Rio de Janeiro, vigorassem na maior parte do mês. a inflação do grupo foi de -0,25% em maio para 0,14% em junho. (Agência Brasil)

Instituições financeiras esperam por mais inflação no final de 2013

A taxa básica de juros, a Selic, deve chegar ao final de 2013 a 9,25% ao ano. A projeção é de instituições financeiras consultadas todas as semanas pelo Banco Central (BC). Na semana passada, a previsão para a Selic no fim do período era 9% ao ano. Para o final de 2014, a projeção também é 9,25% ao ano. As instituições financeiras esperam que, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em 9 e 10 deste mês, seja mantido o ritmo de alta da Selic, com aumento de 0,5 ponto percentual. A taxa básica, atualmente em 8% ao ano, subiu 0,25 ponto percentual em abril e 0,5 ponto percentual em maio. Essa expectativa surgiu depois da divulgação do Relatório de Inflação, no último dia 27. O BC elevou a projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 5,7% para 6%, este ano. Para 2014, a estimativa é que a inflação fique em 5,4%. A taxa básica de juros é elevada quando o objetivo do Copom é conter a inflação. Na divulgação do Relatório de Inflação, o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, disse que a autoridade monetária “dispõe dos instrumentos e está fazendo uso [deles] para que a inflação permaneça sob controle”. Para as instituições financeiras, a inflação medida pelo IPCA deve chegar ao final deste ano a 5,87%, contra 5,86% previstos na semana passada. Para 2014, a projeção subiu de 5,80% para 5,88%. A pesquisa do BC também traz projeção para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que passou de 4,98% para 4,71%, este ano, e permanece em 5%, em 2014. A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi ajustada de 4,72% para 4,79%, este ano, e de 5,20% para 5,50%, em 2014. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 4,58% para 4,84%, este ano e de 5,23% para 5,26%, em 2014. (Agência Brasil)

IPI de móveis e linha branca terá aumento em julho, anuncia Mantega

O governo prorrogou o corte de impostos para eletrodomésticos e móveis, mas diminuiu o desconto. O corte do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) terminaria neste domingo (30). O ministro Guido Mantega (Fazenda) anunciou nesta quinta-feira (27) as novas alíquotas. O novo desconto vale até setembro deste ano. A ideia é estimular a economia. Mantega disse que não há previsão de novos cortes de impostos em outros por causa da situação das contas públicas do país. Ele pediu um pacto para os empresários, evitando aumentos dos produtos. "Os setores de varejo e produtor farão esforço para acomodar o aumento das alíquotas nos preços atuais, para não prejudicar as vendas nem a inflação", afirmou Mantega.
As novas alíquotas valem a partir de segunda-feira (1º de julho).
  • Fogão pagava 2% e agora pagará 3% (o normal são 4%)
  • Tanquinho vai de 3,5% para 4,5% (o normal são 10%)
  • Geladeira e freezer vão de 7,5% para 8,5% (o normal são 15%)
  • Máquina de lavar já está com tarifa definitiva de 10% e não muda (antes era 20%)
  • Móveis: alíquota até agora era de 2,5% e vai para 3% (o normal são 5%)
  • Luminárias e lustres vão de 7,5% para 10% (o normal são 15%)
  • Papel de parede sobe de 10% para 15% (o normal são 20%)

  • O ministro da Fazenda afirmou que a preocupação do governo é com a inflação. "O importante para nós é que as metas de inflação não sejam ultrapassadas. Estaremos dentro das metas mais um ano consecutivo", declarou. Reduções de impostos para eletrodomésticos começaram em 2011. A redução do IPI para eletrodomésticos foi implementada em dezembro de 2011 e, desde então, vem sendo prorrogada. No fim do ano passado, o Ministério da Fazenda estipulou a elevação gradual do tributo, para que o benefício acabasse em junho, trazendo as alíquotas para seu patamar normal. Mas, outra vez, o governo elevou os impostos, mantendo-os, no entanto, abaixo do percentual original. A alíquota do IPI sobre fogões, por exemplo, ficou zerada até 31 de janeiro deste ano. A partir daí, foi elevada para 2% até junho. Agora, com a nova medida, ficará em 3% até setembro. O percentual original era 4%.

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