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Sobe limite da taxa de juros do consignado para aposentados

As taxas máximas de juros no crédito consignado (com desconto na folha de pagamento) de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ficam mais altas a partir de ontem. A elevação foi aprovada no mês passado pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) e publicada no Diário Oficial desta segunda. Para empréstimo pessoal, o percentual passa de 2,14% para 2,34% ao mês. Já para empréstimos feitos pelo cartão de crédito, a taxa sobe de 3,06% para 3,36% ao mês, acrescentou o Ministério da Previdência Social. O Conselho Nacional de Previdência Social debatia o aumento da taxa de juros do crédito consignado de aposentados e pensionistas desde maio deste ano. Segundo o Ministério da Previdência, o sistema financeiro que opera o crédito consignado para aposentados e pensionistas pedia um aumento maior ainda – o que não foi aceito. O limite do crédito consignado também foi ampliado de 30% da renda para 35%, segundo lei sancionada no dia 22 de outubro. De acordo com o texto, esse percentual a mais, de 5%, só poderá ser usado para bancar as despesas com cartão de crédito. Ou seja, além de o trabalhador poder pedir um crédito ao banco equivalente até 30% do que ganha por mês, como antes, ele também poderá comprometer mais 5% do seu salário para pagar suas dívidas com cartão de crédito, que tem taxas de juros muito mais altas. Uma pessoa que recebe R$ 2.000 por mês antes podia comprometer com empréstimo em folha até R$ 600 (30%). Com a nova regra, esse valor sobe para R$ 700 (35%), e desse total, R$ 100 só podem ser usados para pagar as dívidas do cartão de crédito. (G1)

Juros sobre empréstimos sobem pela nona vez

Os juros de mercado subiram pela nona vez seguida, em fevereiro, com alta média de 3,01% ao mês e de 4,04% em um ano para as operações de crédito contratadas por pessoas físicas. Isso significa uma correção de 5,82% ao mês e de 97,16% ao ano, as maiores desde agosto de 2012, quando o teto ao mês havia alcançado 6,02% e ao ano 101,68%, informam dados de pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Houve elevação em todas as seis linhas de financiamento pesquisadas: o destaque foi o cartão de crédito, com alta de 7,58%, o maior nível de correção já registrados desde setembro de 2012. Na modalidade, a rolagem da dívida em um ano aumentou para 216,59%, ante 192,94%, em janeiro último. No mês, a taxa passou 9,37% para 10,08%. Do total de operações, o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) teve o segundo maior percentual de aumento – 3,55% – na compra de automóveis. Foi a maior elevação desde julho de 2012. Mas ainda assim é o tipo de financiamento com as menores taxas de juros do mercado. A taxa média passou de 1,69% para 1,75% ao mês, e de 22,28% para 23,14% ao ano.

Brasil pode ter de elevar juros por recuperação econômica, diz FMI

13/10/2012 - O Brasil pode ter de elevar sua taxa de juros para conter as expectativas de inflação à medida que o crescimento econômico é retomado, disse o Fundo Monetário Internacional (FMI). O Banco Central cortou a Selic para a mínima histórica de 7,25 por cento na quarta-feira, e analistas e autoridades estão divididos sobre se será necessário elevá-la no ano que vem. O FMI espera que o crescimento recupere-se em 2013 e atinja 4 por cento, ao passo que prevê que a inflação ficará em 5,1 por cento no ano que vem, acima do centro da meta, de 4,5 por cento. “À medida que se fortalece a recuperação, pode ser necessário descartar estímulos para reduzir mais firmemente expectativas de inflação em alguns países (por exemplo, Brasil e Uruguai)”, disse o FMI em seu mais recente relatório regional sobre a América Latina. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que não há necessidade de aumentar os juros no ano que vem, mas uma autoridade do BC afirmou que não hesitaria em elevar as taxas caso a inflação superasse o teto da meta, de 6,5 por cento. (Reuters)

Caixa acompanha BB e reduz tarifas em até 25%

11/10/2012 - A Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou nesta quarta-feira a redução de tarifas em até 25%. O corte, que vale tanto para pessoas físicas quanto para empresas, refere-se às taxas classificadas pelo Banco Central como prioritárias, como, por exemplo, o fornecimento de 2ª via de cartões, fornecimento de folhas de cheque, saques e transferências. A tarifa de saques baixou de 1,30 real para 1,15 real, enquanto a taxa para DOC/TED, de 7,50 reais para 6,50 reais. As reduções entram em vigor no dia 15.
O banco também reduziu o preço da cesta padrão de serviços de dez reais para 9,50 reais por mês. Na segunda-feira, o Banco do Brasil havia cortado suas tarifas em mais de 30% e reduzido o preço dessa mesma cesta para 9,90 reais. A Caixa também vai isentar novos clientes da tarifa de confecção de cadastro, que é de 30 reais para pessoas físicas e de 28,50 reais para jurídicas. Segundo o presidente da instituição financeira, Jorge Hereda, a política da CEF é atuar com as melhores taxas do mercado. "Reduzimos em diversas oportunidades os nossos juros. Agora, promovemos redução das tarifas de serviços", disse em nota. (Tribuna)

Caixa reduz juros para financiamento de veículos

29/09/2012 - A Caixa Econômica Federal anunciou nesta sexta-feira a redução dos juros para o financiamento de veículos novos e usados. Com o corte, as taxas passam a variar de 0,75% a 1,51% ao mês. Anteriormente, a taxa máxima era de 1,63% mensais, conforme as condições do financiamento. Para veículos com até dois anos de fabricação, a taxa máxima caiu de 1,55% para 1,34% ao mês. Segundo nota à imprensa, a linha de financiamento está disponível nas agências da Caixa e nas concessionárias ou lojas credenciadas pelo Banco Panamericano. As taxas são definidas por fatores como cota de financiamento, idade do veículo, prazo e nível de relacionamento do cliente com a Caixa. LEIA MAIS...

Após anuncio de Bradesco, Itaú e BB, Caixa também corta juros

01/09/2012 - Após Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco divulgarem reduções nas taxas de juros que acompanharam o corte de 0,5 ponto percentual na Selic, a Caixa foi mais ousada e anunciou o corte de até 68% em uma linha para pessoas jurídicas e 32% para pessoas físicas. Na quarta-feira, o BC (Banco Central) diminuiu para 7,5% ao ano a Selic, taxa básica de juros da economia brasileira. A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC reduziu os juros ao menor patamar da história. O Bradesco foi o primeiro banco a anunciar a mudança, ainda na quarta-feira. Na quinta foi a vez do Itaú, e hoje, do Banco do Brasil e da Caixa. Os três primeiros bancos fizeram cortes, em sua maioria, de até 0,4 ponto percentual. Para pessoas jurídicas, a Caixa cortou o juro no cartão empresarial em 4,12 ponto percentual --de 6,02% para 1,90%--, queda de 68,4%. Para pessoas físicas, a maior redução foi de 0,59 ponto percentual --de 1,84% para 1,25%. Todas as novas taxas passam a vigorar a partir de segunda-feira (3). CLIQUE AQUI E LEIA AS DECLARAÇÕES...

Pai compra carro antes do IPI baixar, leva outro depois e poupa R$ 1.750

01/09/2012 - O engenheiro civil Homero Sena, de 55 anos, comprou dois carros novos entre maio e junho deste ano, mas não conseguiu economizar dinheiro com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em um dos negócios. Ele não sabia que o governo iria anunciar, em 21 de maio, a redução no imposto e, três dias antes da decisão, realizou a primeira compra em uma loja de Salvador (BA). "Deixei de economizar porque não sabia da novidade. Ainda tentei suspender a compra, mas não dava mais tempo porque já tinha feito o emplacamento do carro", lamenta. "Queria ver se a concessionária aceitava que eu aguardasse por outro veículo no momento em que já tivesse com preço em desconto, mas não foi possível. Já tinha feito pagamento e emplacado o veículo." Sena conta que, ao ser pego de surpresa pela notícia, ficou com a sensação de que estava "perdendo dinheiro". Ele teve sorte, no entanto, de não adquirir os dois veículos que queria dar aos filhos universitários, de 23 e 24 anos, no mesmo dia. O segundo carro, de uma marca diferente, foi comprado somente no dia 11 de junho, já com o IPI reduzido. Segundo o engenheiro, a economia de dinheiro foi suficiente para pagar custos adicionais como emplacamento. (G1)

Juro do cartão chega a 628% ao ano

19/06/2012 - Muito cuidado com as dívidas no cartão de crédito. O alerta vem do vice presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, Anefac, Miguel de Oliveira. “Há bancos que cobram até 18% ao mês no cartão de crédito, o que configura taxa de 628,76% ao ano. As bandeiras mais conhecidas no mercado estão cobrando de 12,73% ao mês, perfazendo taxa de juros anual de 321,19% e 13,95% ao mês que dá 379,26% por ano. Se a pessoa faz uma compra e não paga integralmente ela entra nessa ciranda de juros e acaba saindo caro. Meu conselho para quem se endividou é procurar o banco, tomar um empréstimo pessoal e liquidar a dívida do cartão de crédito, pois ela é o primeiro passo para a inadimplência. Leia mais na Tribuna. Leia mais na Tribuna.


Itaú reduz juros do cheque especial e do crédito pessoal

05/06/2012 - O Itaú anunciou nesta segunda-feira uma nova redução de juros para pessoas físicas em linhas como cheque especial e crédito pessoal. A iniciativa do banco acompanha a redução de 0,5 ponto porcentual ao ano na taxa básica (Selic), anunciada na semana passada pelo Banco Central, que corresponde a 0,04 ponto porcentual ao mês. As taxas menores valem para quem aderir ao pacote MaxiConta Portabilidade Salário, destinado a clientes que já recebem ou que transferirem seu salário para conta corrente do Itaú. No crédito pessoal, os juros passaram de um intervalo de 1,99% a 4,94% ao mês para de 1,95% a 4,89% mensais. (A tarde)


Banco do Brasil reduz taxa de juros para novos contratos de crédito imobiliário

02/06/2012 - O Banco do Brasil (BB) anunciou nesta sexta-feira (1º) novo modelo de composição de taxas para crédito imobiliário, com redução de até 21% nos juros, para contratos assinados a partir da próxima segunda-feira (4).
Segundo o BB, os clientes que não atrasarem as prestações, terão a redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros. Outro 0,5 ponto percentual de redução na taxa será obtido com a manutenção da conta salário no BB.
Segundo o banco, para aquisição de imóveis de até R$ 500 mil, por exemplo, a taxa de juros foi reduzida de 10% ao ano mais Taxa Referencial (TR) para 8,9% ao ano mais TR, para todos os clientes do banco. Com o pagamento das prestações em dia, a taxa cairá para 8,4% ao ano mais TR. Se o cliente também receber o salário no Banco do Brasil, a taxa será de 7,9% ao ano mais TR, o que resulta em 21% de redução na taxa de juros. (Correios)


Juro poderá cair nesta quarta (30) para o menor patamar

30/05/2012 - O Banco Central (BC) anuncia, nesta quarta-feira (30) à noite, a primeira decisão sobre o rumo do juro básico da economia, a Selic. No mercado financeiro, a maioria prevê decisão unânime de corte da Selic em 0,5 ponto, para 8,5% ao ano. Confirmada a aposta, o juro cairia para o menor patamar da história e, ao mesmo tempo, passaria a valer a nova regra da caderneta de poupança que prevê remuneração equivalente a 70% da Selic acrescida da Taxa Referencial (TR). Com uma economia que cresce em ritmo mais lento que o imaginado, analistas dão como certa a continuidade do corte de juro iniciado em agosto de 2011. Para o mercado, o BC deve manter a estratégia de baratear o crédito porque a atividade segue abaixo do potencial e não há grandes ameaças no radar da inflação. Ou seja, há espaço para incentivar a economia sem preocupação com os preços. Dessa maneira, a taxa que está em 9% deve cair para o mais baixo patamar da história, abaixo do mínimo de 8,75% ao ano praticado entre julho de 2009 e abril de 2010. Além da atividade, outro fator que também respalda a redução é o novo funcionamento da poupança. Anunciada no início do mês, a mudança acaba com a rentabilidade fixa da caderneta.


Mantega dá um mês para bancos reduzirem juros em até 40%

27/05/2012 - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu um mês para bancos privados reduzirem suas taxas de juros mais altas. A queda esperada, segundo ele, é de 30% a 40%. O ministro prometeu fiscalizar os bancos para que a redução dos juros não seja compensada com aumento das tarifas dos serviços. "Se os bancos privados reduzirem 30%, 40% e aumentarem o volume, 30%, 40%, já estarão prestando um serviço à economia brasileira. A nossa intenção é ter um acompanhamento semanal dessa história. E eu vou cobrar", afirmou o ministro.
Na entrevista, o ministro disse que o governo está pensando em um modo de ajudar devedores inadimplentes de até R$ 100 mil a quitarem suas dívidas com os bancos. A estratégia envolveria facilitar o pagamento dos impostos que as instituições de crédito devem pagar ao receber as quantias dos devedores. Mantega afirmou que o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil crescerá de 3,5% a 4% neste ano mesmo com a crise. O número é otimista comparado a algumas projeções que estimam alta de só 3%. (Folha)


Queda de juros causa atrito entre Banco do Brasil e Caixa

13/05/2012 - Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal passaram a trocar farpas nos bastidores e protagonizaram uma "corrida" pelo posto de líder no corte de juros, com anúncios seguidos de reduções. Segundo a Folha apurou no governo, o BB acusa a Caixa de ser agressiva demais e assumir risco excessivo com os cortes de juros em suas principais linhas de crédito.
Do lado da Caixa, a resposta é que o BB teme perder espaço comercial e está pressionado pelo Palácio do Planalto por conta de sua posição "conservadora" ao iniciar o processo de redução de suas taxas de juros. Na avaliação de um assessor presidencial, a Caixa aposta que o crescimento de suas operações e do número de clientes será mais do que suficiente para cobrir os cortes que estão sendo efetuados, sem gerar pressões por recursos do Tesouro.


Economia: Bancos anunciam redução de juros para financiamento de veículos

12/05/2012 - Dessa vez, não é preciso ser correntista. A Caixa e o PanAmericano anunciaram ontem, 11, uma nova promoção para financiamento de veículos diretamente nas concessionárias. A ação reduz a taxa mínima de juros para 0,97% ao mês, com a negociação diretamente nos pontos de venda. Para o modelo de financiamento, o prazo máximo é de 60 meses e o cliente pode financiar até 70% do valor do veículo, dependendo do preço do bem e da quantidade de parcelas.
São 800 concessionárias em todo o país que oferecerão a promoção a partir de hoje. O processo de análise do crédito para aprovação do cliente, segundo nota oficial divulgada pela assessoria, é simples e o atendimento será feito na própria concessionária.
Ontem a Caixa já havia anunciado redução dos juros para financiamento de veículos, com taxas entre 0,89% e 1,26%, válidos a partir de hoje, mas apenas para correntistas. Leia mais no www.zerohora.com.br


Queda de juros já influencia desejo de compras dos brasileiros

28/04/2012 - Os brasileiros querem aumentar as compras de bens de maior valor nos próximos meses, segundo o Índice Nacional de Confiança do Consumidor (Inec) divulgado hoje (27) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que registrou em abril uma elevação de 1,5% neste indicador, com relação a março. O ânimo é explicado pela entidade como conseqüência da redução das taxas de juros pelos bancos oficiais e instituições financeiras.
A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 16 deste mês, pouco depois de iniciado o ciclo de redução das taxas de juros pelas instituições financeiras, o que permitiu a conclusão sobre a influência desse fato na disposição dos consumidores, segundo analistas da CNI. Foram realizadas 2.002 entrevistas para a composição do Inec anunciado hoje. A alta de 1,5% no indicador de compras de bens de maior valor ajudou o Inec a se manter quase estável no mês, com ligeira queda de 0,2% ante o mês anterior. Com relação ao endividamento do brasileiro, segundo a pesquisa da CNI, houve queda de 1,7% nesse indicador (o que indica piora no endividamento) na comparação com o mês anterior, e um aumento de 0,7% na comparação com abril de 2011.Segundo o Inec de abril, as expectativas em relação à inflação tiveram uma melhora de 0,5% em relação a março e de 5,9% na comparação com abril do ano passado. A expectativa quanto ao desemprego também melhorou, tendo subido 2,6% em relação ao mês anterior.
Por outro lado, as expectativas quanto à renda pessoal, à situação financeira e ao endividamento pioraram, de acordo com a pesquisa. No indicador de expectativa de renda pessoal, a queda foi de 2,4% ante março, ainda que esteja melhor do que abril de 2011, com um aumento de 0,7%. Em relação à situação financeira, houve queda de 1,1% em relação a março e de 0,9% em relação a abril de 2011.
De acordo com a CNI, o Inec tem mostrado estabilidade desde meados do ano passado, alternando entre altas e quedas moderadas. Em abril, o indicador ficou em 113 pontos, ante 113,2 pontos em março e 112 pontos em abril do ano passado. Ao longo desse tempo, variou entre a mínima de 111,8, em junho passado, e 113,6, em janeiro deste ano. As informações são da Agência Brasil.


BB reduz juros para pessoas físicas e pequenas empresas

05/04/2012 - O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, anunciou hoje, que as taxas de juros cobradas pela instituição estatal vão cair substancialmente a partir do dia 12, como parte do programa Bom pra Todos, que ampliará a oferta de crédito para pessoas físicas em R$ 16,3 bilhões e, para micro e pequenas empresas, em R$ 26,8 bilhões. De acordo com Bendine, a redução dos juros e ampliação do crédito só serão possíveis por causa dos baixos níveis de inadimplência da clientela do banco estatal. De acordo com a assessoria do BB, o financiamento de veículo terá juros 19% mais baixos, com taxa a partir de 0,99% ao mês, dependendo do valor negociado, do prazo e da relação do cliente com o banco. Para aquisição de bens de consumo, a queda chegará a 45%. Quem recebe salários pelo BB será beneficiado com juros ainda mais baixos. O uso do crédito consignado pelos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também será reduzido para uma faixa entre 0,85% e 1,8% ao mês.



Taxa de juro do cheque especial pode cair para 3% ao mês

17/03/2012 - O governo anunciará na próxima semana um conjunto de medidas para baixar o custo do crédito no país. O Banco do Brasil vai reduzir em 50%, em média, as taxas de juros cobradas em financiamentos concedidos a pessoas físicas e empresas. Outros bancos públicos, como Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB) também vão entrar no plano.
Os objetivos são derrubar os juros para famílias e empresas, pressionar as instituições privadas a fazerem o mesmo e, com isso, ajudar o país a crescer os 4,5% em 2012 que a presidente Dilma Rousseff quer. Com essa medida, o governo usa outra frente para reduzir o custo do dinheiro no país, logo depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) ter deixado claro na ata da última reunião, divulgada esta semana, que os juros só devem cair a 9%. Hoje estão em 9,75%. (Oglobo)

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