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A agência francesa de repressão a fraudes suspeita que o grupo PSA — das marcas Peugeot e Citroen — colocou em vigor “uma estratégia fraudulenta” para que seus motores passem por testes de emissão na França, segundo denúncia do jornal “Le Monde”, desmentida pela montadora. A Volkswagen, a Renault e a Fiat Chrysler já estão na mira da Justiça francesa em casos semelhantes. De acordo com o jornal francês, os investigadores citam “uma estratégia global de fabricar motores fraudulentos e comercializá-los” no relatório da Direção Geral de Concorrência, Consumo e Repressão a Fraudes (DGCCRF, na sigla em francês). Ao todo, teriam sido vendidos 1,9 milhão de veículos a diesel “cujos motores funcionavam com estratégias fraudulentas” entre setembro de 2009 e setembro de 2015. A reportagem do “Le Monde” diz que a montadora estaria sujeita a até € 5 milhões em multas. O grupo usaria instrumentos especiais para programar os motores para variar o nível de emissões no momento dos testes. Em comunicado, a montadora desmentiu a estratégia fraudulenta e reafirmou a correção de suas decisões tecnológicas. Na nota enviada à Agência France Presse, informou que “não foi contactada pela Justiça”. A fraude estaria ligada aos níveis de óxidos de nitrogênio, um gás nocivo emitido pelos motores a diesel. Com a denúncia, as ações recuavam 4,5% na Bolsa de Paris, a € 17,76. (Época)
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No primeiro semestre deste ano, foram registradas 1.007.606 tentativas de fraude contra o consumidor no Brasil, segundo pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês. A cada 15,5 segundos um consumidor brasileiro é vítima de alguma tentativa, conhecida como roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para conseguir crédito com a intenção de não pagar ou fazer um negócio sob falsidade ideológica. No primeiro semestre de 2012, houve 989.678 tentativas de fraudes e em igual período no ano anterior, 963.631.
De acordo com a pesquisa, o setor telefonia registrou 400.913 tentativas de fraude contra o consumidor entre janeiro e junho de 2013 - 40% do total. O setor de serviços, que compreende seguradoras, construtoras, imobiliárias e serviços em geral – pacotes turísticos, salões de beleza etc. –, vem na sequência, com 320.711 tentativas de golpe, 32% do total ocorrido no período. Em terceiro lugar aparece o segmento de bancos e financeiras, com 191.567 tentativas de fraude, com 19% de participação. O varejo vem em quarto lugar de janeiro a junho de 2013, com 78.428 tentativas de fraude, 8% do total. Em última colocação estão os demais serviços, que totalizaram 15.987, 2% do total do período. Em igual período de 2012, o setor de serviços liderava o ranking com 37% do total de tentativas de fraude, seguido de telefonia (30%), bancos e financeiras (19%), varejo (11%) e demais setores (2%).
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Deflagrada simultaneamente em dois municípios do Rio Grande do Sul, a segunda fase da Operação Leite Compensado cumpriu mandados de busca em Boa Vista do Buricá, na Região Noroeste. Na casa de um empresário que está sendo investigado, mas não teve o pedido de prisão decretado pela Justiça, a equipe do Ministério Público encontrou uma fórmula usada para adulterar o leite. Em Rondinha, três pessoas foram presas nesta manhã. "Essa receita com certeza era usada para adulterar o leite. Era uma variação, uma receita nova, mas podemos afirmar que servia para adulterar o leite. O que ela fazia, qual a diferença no resultado, é o Ministério da Agricultura que pode afirmar", explicou ao G1 o promotor Mauro Rockenbach, que acompanhou a operação em Rondinha, no Norte do estado. No papel encontrado na casa do dono de uma transportadora, a "receita" cita bicarbonato e açúcar, além da água e da ureia usadas pelos outros núcleos investigados pela adulteração de leite em Guaporé, Ibirubá, Horizontina e Rondinha. Segundo o MP, o núcleo de Boa Vista do Buricá adulterou cerca de 7 mil litros de leite nos últimos meses.
As buscas foram feitas na transportadora, na casa do proprietário, que fica ao lado, e em caminhões que estavam no local. De acordo com o promotor Alcindo Luz Bastos Silva Filho, que acompanhou a operação, uma pequena quantidade de ureia e notas que atestam a compra do produto também foram recolhidas. "Neste cumprimento, apuramos alguns produtos químicos que estavam no local, notas fiscais que comprovam a aquisição de ureia. Inclusive achamos rascunhado a própria fórmula da fraude que vem circulando em outras regiões do estado. Foi apreendido nos fundos da residência", diz o promotor Alcindo. Nesta quarta-feira, o MP cumpriu quatro mandados de prisão em Rondinha. Três pessoas foram presas, dois sócios de uma transportadora e um motorista. O quarto suspeito já estava preso desde a primeira fase da operação por envolvimento no esquema de Ibirubá. O esquema é semelhante ao encontrado nos outros núcleos já investigados: os envolvidos misturavam água e ureia ao leite antes de levar o produto para as empresas, para dar consistência ao líquido e lucrar mais na comercialização. (G1)
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A cada 15 segundos um consumidor brasileiro foi vítima de tentativa de fraude com documentos ou dados roubados entre janeiro e março deste ano. Levantamento feito pela Serasa Experian registrou mais de 507 mil ações de criminosos que conseguem crédito ou adquirem produtos sob falsa identidade. O número foi 5,14% maior que o registrado no mesmo período de 2012, quando houve quase 483 mil tentativas. A maioria dos casos no primeiro trimestre de 2013 ocorreu no setor de telefonia, com cerca de 196 mil casos, ou 39%. A pesquisa mostra ainda que houve mudança no comportamento dos criminosos. Em 2012, a maioria das vítimas foi lesada pelo setor de serviços, que agora representa 30% das ações ou 154 mil casos registrados em seguradoras, construtoras, imobiliárias, salões de beleza e agências de turismo. Já o setor de bancos e financeiras ocupa a terceira posição, com mais de 106 mil tentativas de fraude, o equivalente a 21% do total. Em seguida, aparece no ranking o varejo, com 2% do total ou 8,5 mil ocorrências de compra, principalmente de aparelhos eletrônicos. As maiores vítimas são consumidores que tiveram documentos roubados e usuários da internet que registram dados pessoais sem verificar a segurança dos sites. Informações da Agência Brasil.
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De janeiro a março deste ano, a cada 15 segundos, um consumidor brasileiro foi vítima de tentativa de fraude com documentos ou dados pessoais roubados por criminosos, que recorrem a essa estratégia para conseguir crédito sem ter de pagar pelo dinheiro obtido ou para tirar vantagem em um negócio sob falsa identidade. Levantamento feito pela Serasa Experian identificou 507.546 ações do gênero, número 5,14% maior que o registrado em igual período de 2012, quando houve 482.756 tentativas de fraudes. A maioria das tentativas no primeiro trimestre deste ano, ou 39%, ocorreu no setor de telefonia, com 195.894 casos. Com o uso de documentos falsos ou roubados, os golpistas compram linhas de celulares para obter endereço e comprovar residência, por meio de correspondência. Dessa forma, o criminoso pode abrir contas em bancos e conseguir talões de cheques, cartões de crédito e até efetuar empréstimos bancários em nome de outras pessoas.
A pesquisa mostra que houve uma mudança no comportamento dos criminosos. No primeiro trimestre do ano passado, o principal alvo dos ataques eram vítimas lesadas pelo setor de serviços, que passou para o segundo lugar representando 30% das ações ou 154.005 casos. Na mira estão negócios com seguradoras, construtoras, imobiliárias e serviços como pacotes turísticos, salões de beleza entre outros. Já o setor de bancos e financeiras ocupa a terceira posição com 106.514 tentativas de fraudes, o equivalente a 21% do total e, em seguida, aparece no ranking o varejo com 2% do total, ou 8.540 casos. Nesta última ação é comum a compra de aparelhos eletrônicos (TV, aparelho de som etc.) deixando a conta para a vítima.
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Um ex-funcionário da corretora norte-americana Rochdale Securities se declarou culpado ante a Justiça dos Estados Unidos por fraude eletrônica, em um esquema que envolveu US$ 1 bilhão em ações da Apple e levou a corretora em que ele trabalhava à falência. David Miller, de 40 anos, pode pegar até 25 anos de prisão quando a sentença sair, em 8 de julho. Porém, após a confissão de culpa, um acordo pode reduzir sua pena para um período de cinco a oito anos. Os promotores afirmaram que Miller deu uma ordem para compra de 1,625 milhão de ações da Apple no dia 25 de outubro do ano passado. Ele informou à Rochdale que a operação era para um cliente da corretora --que, na realidade, havia encomendado apenas 1.625 ações. No mesmo dia a companhia divulgaria seus resultados do terceiro trimestre, e a expectativa era de que o preço das ações subisse.
No entanto, as ações da Apple iniciaram ali uma sequência de quedas, e a operação fez com que a Rochdale perdesse US$ 5,3 milhões. A corretora, que funcionava há 37 anos, deixou de ter o mínimo de ativos exigido por lei após a operação de Miller, e acabou fechando as portas. De acordo com os promotores, Miller também conspirou com um operador de outra corretora, que não foram identificados no processo. O operador levou sua corretora a a assumir posição vendida em 500 mil ações da Apple, para que Miller pudesse recuperar parte do dinheiro perdido com a aquisição da Rochdale. Miller se rendeu às autoridades federais em dezembro. Ele foi preso, mas libertado sob fiança de US$ 300 mil. A Rochdale não é ré no processo. Daniel Crowley, que foi presidente da companhia, não foi encontrado pela agência de notícias Reuters para se pronunciar. (Uol)
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A Rede Globo se manifestou na quarta-feira (20) sobre um perfil aberto no twitter no domingo que acusa o Big Brother Brasil de fraude e tem feito previsões sobre o programa. Para a emissora, são apenas "especulações". O dono do perfil diz que é um ex-funcionário da Globo, demitido recentemente, e que quer "contar tudo o que sabe" tanto sobre o BBB 13 como sobre outras edições do reality. Segundo o perfil, algumas votações são manipuladas para atender aos interesses da Globo. O responsável pelo twitter diz que vai revelar sua identidade e pretende gravar um vídeo no YouTube.
A Globo diz que "o sucesso do programa está diretamente relacionado à participação e vontade do público" e que as revelações feitas pelo perfil são apenas "especulações". Em comunicado oficial, a Globo diz ainda que os próprios usuários da rede social "deram conta de desqualificar o perfil". A emissora não informa se o dono da conta seria um ex-funcionário realmente.
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No Brasil, a cada 15 segundos, algum criminoso tenta fazer uma compra usando documentos de outra pessoa, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (14). Para azar do consumidor, quando o assunto é fraude, muitos raios podem cair no mesmo lugar. Marcos Valério teve 10 cheques fraudados. Processou o banco e ganhou na Justiça. Abriu outra conta este ano e voltou a ser vítima de golpes. Segundo o Serasa, foram pouco mais de dois milhões de tentativas de fraudes durante todo o ano passado no Brasil, ou um a cada 15 segundos. A maioria ocorreu nos setores de serviços e telefonia.
A caixa de loja Marcolina Cordeiro voltava para casa quando teve a carteira com documentos roubada em outubro. Ela fez o que devia, registrou ocorrência na polícia, mas, até hoje, recebe faturas de cartões que nunca fez e cobranças de serviços que jamais contratou. Quem perdeu documentos fica mais vulnerável à ação de falsários, mas as fraudes vêm aumentando em boa parte por causa da internet. Dependendo do site que o consumidor visita, basta um inocente cadastro ou uma compra para virar vítima. Claro que é sempre importante estar atento, cuidar das informações pessoais, mas especialistas garantem que, em caso de cobrança indevida, não é o consumidor que deve pagar essa conta. “É responsabilidade de quem concede o crédito. As instituições bancárias, por exemplo, têm que se cuidar, pois recebem todas as suas informações e são contratadas por você para ter a guarda sigilosa desses dados”, diz o advogado José Alfredo Lion. (Jornal da Globo)
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23/11/2012 - A partir da publicação de um artigo do físico Stephen Wiesner, em 1983, o conceito de dinheiro quântico (quantum money, em inglês), utilizando as propriedades da tecnologia para criar uma forma de dinheiro à prova de fraudes, tornou-se cada vez mais desenvolvido nos centros de pesquisa do mundo inteiro. E agora, o projeto de uma equipe internacional de físicos deu um novo passo do conceito de quantum money, através de um sistema baseado em tecnologia quântica, que permite estabelecer protocolos para troca de informações que podem ser usados como base para desenvolver um cartão imune a fraudes.
O cartão de crédito 100% seguro, no entanto, ainda está longe de ser desenvolvido: em fase experimental, o projeto encontra-se em um estágio em que o armazenamento da informação quântica ainda não é suficiente para aplicar os protocolos propostos. "No nosso modelo, podem haver fraudes, mesmo que improváveis: 100% de segurança nunca é possível. Entretanto, o que estamos tentando fazer é reduzir ao máximo as probabilidades de fraude, para algo como ganhar na loteria", exemplifica um dos participantes do projeto, o pesquisador Fernando Pastawski, do Instituto Max Planck de Óptica Quântica, na Alemanha.
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14/09/2012 - Nos seis primeiros meses de 2012, mais de um milhão de tentativas de fraudes contra o consumidor foram registradas. A cada 16 segundos, uma pessoa é vítima de tentativa de golpe no país. Os golpistas em busca de informações se passam por vendedores, oferecem descontos, prêmios e pedem os dados pessoais da possível vítima. Com as informações da vítima, o golpista abre conta corrente, pede talões de cheque, cartão de crédito, faz empréstimo bancário, financia eletrônicos, compra carro, celular e consegue até abrir empresa.O número de tentativas de golpes cresceu em todo o país: foram cem mil a mais em dois anos. É a própria vítima quem fornece os dados aos criminosos. “Em uma rede social ou em uma propaganda por internet, onde alguém está oferecendo algo que está muito bom para ser verdade em troca dos nossos dados. Normalmente, são arapucas que se montam hoje em dia, na internet, para capturar esses dados”, explica Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian.
“Fui pesquisar na Receita Federal e constatou que eu era sócio de uma escola de idiomas em João Pessoa. Nunca estive em João Pessoa”, conta o analista de crédito José Luiz Moraes. E essa não foi a única dor de cabeça que José teve. Ele também ficou com o nome sujo em Natal, após uma compra de celular na cidade. Para evitar esses transtornos, é essencial nunca confirmar informações pessoais ou número de documentos pelo telefone, nem deixar que documentos fiquem em portarias ou recepções. Ter cuidado ao fornecer os dados para participar de sorteios ou concorrer a prêmios também é importante. “Não participar de nada eu acho que não é razoável, é importante e faz parte da vida moderna. Tem que ter critério, pois pode haver malícia por trás dessas ofertas. Por isso, o consumidor tem que estar preparado”, alerta Ricardo.
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24/08/2012 - O Ministério Público Federal disse nesta quinta-feira (23) que protocolou na quarta-feira (22) denúncia contra 14 ex-diretores e 3 ex-funcionários do banco Panamericano por crimes contra o sistema financeiro nacional. A denúncia foi protocolada na 6ª Vara Criminal da Justiça Federal em São Paulo. Entre os denunciados estão o ex-presidente do Conselho de Administração do banco, Luiz Sebastião Sandoval, e o ex-diretor superintendente, Rafael Palladino, diz a procuradoria.
Eles são acusados de fraudar a contabilidade do banco, melhorando o resultado dos balanços em pelo menos R$ 3,8 bilhões (em valores não atualizados) entre 2007 e 2010, período em que se concentraram as investigações, explica o MPF. No mesmo período, eles receberam da instituição financeira, em “bônus” e outros pagamentos irregulares, mais de R$ 100 milhões. Todos foram denunciados com base na lei 7.492/86, que trata dos crimes contra o sistema financeiro nacional. (G1)
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12/05/2012 - Especializado em fornecimento de provedores de internet, o empresário Carlos Eduardo Morais, 39 anos, não esperava que, com tanta experiência em computadores, um dia pudesse ser vítima de uma fraude online. “Fui conferir o saldo da minha conta e vi que estava zerada. Quando fui ao banco, tomei o susto: fui informado que havia sofrido o golpe de um cracker”, relatou.
Casos como o de Carlos Eduardo Morais tornaram-se tão frequentes na Bahia, que a Polícia Civil do Estado anunciou no Diário Oficial a criação do Grupo Especializado de Repressão de Crimes por Meios Eletrônicos.
Coordenado pelo delegado Charles Leão, o grupo pretende oferecer suporte a delegados de unidades policiais baianas, por meio de orientações que envolvam conceitos de internet, além de dicas de obtenção de dados que facilitem futuras investigações.
“Embora o crescimento dos crimes eletrônicos fosse observado, não havia uma contabilização específica para cada crime virtual. Tudo caía em uma vala comum. Esta história muda a partir de agora”, promete Charles. Leia mais no www.atarde.com.br
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20/03/2012 - O dono de uma das empresas flagradas oferecendo propina para obter benefícios em licitações de prestações de serviço a um hospital público Federal no Rio de Janeiro diz que um funcionário da Receita Federal garante a segurança das operações fraudulentas. O Fantástico exibiu neste domingo o esquema entre empresas fornecedoras e funcionários públicos para fraudar licitações da Saúde Pública. O Jornal Nacional desta segunda-feira mostrou novas imagens do esquema. Veja no vídeo acima. Rúfollo Vilar, dono da Rufollo, a empresa que fornece mão-de-obra para serviços gerais, diz que protege o contratante. E que tem a ajuda de um funcionário da Receita Federal, acima de qualquer suspeita. Segundo ele, a propina pode ter o percentual que o cliente quiser – muito além dos 20% sugeridos pelo nosso repórter. Leia mais no G1.
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09/02/2012 - Proposta em tramitação na Câmara altera o Código Eleitoral (Lei 4.737/65) para tornar crime a prática de mudança de domicílio eleitoral com fins eleitoreiros. Segundo o projeto (PL 2946/11), do deputado Domingos Dutra (PT-MA), incorrerá no crime aquele que patrocinar, facilitar, intermediar, permitir ou colaborar, direta ou indiretamente, com a transferência de domicílio eleitoral considerada fraudulenta. Pela texto, o infrator fica sujeito à pena de 1 a 4 anos de reclusão.
O projeto determina ainda que estará sujeito a mesma pena o eleitor que, intencionalmente, aceitar, submeter ou colaborar com a transferência fraudulenta. No caso de o crime ser cometido por funcionário público, prevalecendo-se do cargo, a punição é aumentada em 1/6. Já no caso de o agente ser candidato na eleição atingida pela fraude, a pena será aplicada em dobro.
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17/01/2012 - A polícia de Itapetinga, a 560 km de Salvador, incluiu na lista de procurados o nome do pecuarista Neo Marcos Leite, 50 anos, acusado de fugir da cidade após aplicar um golpe estimado em R$1,5 milhão. Leite, que é natural do Mato Grosso do Sul, morava na Bahia há 12 anos, período em que conquistou amigos e a confiança de credores, especialmente na agropecuária, adquirindo bovinos em leilões e diretamente com fazendeiros da região. Ainda segundo o delegado de polícia civil, Roberto Júnior, o acusado também contraiu débitos em outros ramos de atividade, a exemplo de comércio varejista e imobiliárias. Comerciantes também figuram na lista de vítimas do suposto golpista, que teria fugido há menos de uma semana. O prejuízo pode chegar a mais de R$2 milhões, já que Leite mantinha contatos em todos os 12 municípios da região agropastoril de Itapetinga. (A Tarde)
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