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Entidades ligadas aos direitos humanos pressionam o Senado para que seja colocado em votação o projeto de lei que acaba com a revista íntima para visitantes do sistema prisional. Por meio de carta enviada à presidência da Casa, 89 ONGs como a Pastoral Carcerária e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Tortura Nunca Mais pedem urgência na tramitação do texto. As entidades querem que tecnologias que detectam itens proibidos sejam utilizadas em vez da atual revista em que a pessoa fica nua e tem partes íntimas inspecionadas, situação considerada vexatória. "A prática afronta gravemente direitos e garantias da Constituição", afirmam as entidades. A informação foi publicada pela colunista da Folha, Mônica Bergamo. Segundo a publicação, a presidência do Senado informou, por meio de sua assessoria, que o projeto será discutido na próxima reunião de líderes e "terá prioridade" na pauta.
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Um projeto aprovado ontem quarta-feira (12) pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado vai obrigar maternidades e hospitais a realizarem o chamado teste da linguinha nos recém-nascidos. O procedimento é simples, rápido e é indicado nos primeiros 30 dias da criança. Detectado o problema, é recomendado tratamento cirúrgico (também simples), que pode ser feito com anestesia local com a permanência do bebê na unidade de saúde. Segundo o projeto, o objetivo é diagnosticar de forma precoce os casos conhecidos como língua presa. O PLC 113/2013, de autoria do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), antes de seguir para sanção da presidente Dilma Rousseff ainda depende da aprovação do plenário geral da Casa. A língua presa pode causar dificuldades na sucção, na deglutição, na mastigação e na fala. A dificuldade na sucção é uma das causas do desmame precoce. Com o teste, recém-nascidos diagnosticados com o problema poderão iniciar o tratamento imediato. "Em etapas posteriores, outras funções, a exemplo da mastigação e da fala, também podem ser prejudicadas. O distúrbio da fala ou da pronúncia (dislalia) pode interferir nas atividades escolares, sociais e familiares da criança, o que ressalta a importância do diagnóstico e do tratamento precoces da anomalia", disse o relator da matéria no Senado, senador Eduardo Amorim (PSC-SE). Informações da Agência Brasil.
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A reação da classe política aos protestos da sociedade realizados nos últimos dias não demorou, e um projeto de repressão, de autoria dos senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Ana Amélia (PP-RS) e Walter Pinheiro (PT-BA), apresentado em 2011 pode voltar à pauta do Congresso Nacional nos próximos dias. O PL 728/2011 prevê que manifestações durante a Copa das Confederações, que está acontecendo este mês, e Copa do Mundo, que será realizada em 2014, sejam tratadas como atos de terrorismo e limita o direito dos trabalhadores à greve. O texto do projeto na página do Senado diz que a lei “define crimes e infrações administrativas com vistas a incrementar a segurança da Copa das Confederações FIFA de 2013 e da Copa do Mundo de Futebol de 2014, além de prever o incidente de celeridade processual e medidas cautelares específicas, bem como disciplinar o direito de greve no período que antecede e durante a realização dos eventos, entre outras providências”. As penas previstas no projeto variam entre 15 a 30 anos, e especifica que questões ideológicas sejam enquadradas em crimes de terrorismo. Diz o texto do PL 728/2011: “Terrorismo. Art. 4º Provocar ou infundir terror ou pânico generalizado mediante ofensa à integridade física ou privação da liberdade de pessoa, por motivo ideológico, religioso, político ou de preconceito racial, étnico ou xenófobo: Pena – reclusão, de 15 (quinze) a 30 (trinta) anos”.
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Entre a aprovação pela Câmara dos Deputados, na terça-feira (4), do Projeto de Lei Complementar 416/08, do Senado, que regulamenta a criação de municípios, e a materialização de novas cidades baianas há ainda um longo caminho. Apesar de a Constituição do Estado da Bahia, de 1989, prever a alteração de limites territoriais e o desmembramento de municípios para a constituição de outros, a entrada em vigor da nova lei não implica o surgimento imediato das 50 cidades mencionadas na Carta Magna estadual. “Esses municípios foram inseridos na Constituição Estadual e não quer dizer que eles passarão a existir porque foram criados com base em outros critérios”, afirmou o advogado Ademir Ismerim, em entrevista ao Bahia Notícias. Segundo ele, “a realidade era outra quando essa disposição transitória foi aprovada”. Ele cita como exemplo o fato de que “naquela época, os estados tinham autonomia para criar” e lembra que o texto aprovado pela Câmara e que segue para o Senado estabelece critérios para a fundação de novas unidades federativas. Um deles é a viabilidade de emancipação da localidade, que engloba questões financeiras, político-administrativas e sócio-ambientais. Ismerim ressalta que o texto da nova lei “veda a criação de municípios novos quando inviabilizar os atuais” e define uma “população mínima de sete mil habitantes” para que distritos da região Nordeste possam pleitear a emancipação. “E metade desses sete mil tem que ser de eleitores”, complementa o especialista. Além disso, será necessária realização de um plebiscito, do qual participará toda a população do “município-mãe”, para aprovar o desmembramento.
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O projeto que visa proibir o sacrifício de animais em rituais realizados pelos terreiros de candomblé, apresentado pelo vereador Marcell Moraes (PV), vem causando muita polêmica no meio religioso e também na Câmara Municipal de Salvador. De acordo com o projeto, o objetivo é substituir os animais por plantas e frutas durante as rezas. Em entrevista ao iBahia, Marcell disse que toda polêmica criada contra o seu projeto é para atender a interesse pessoais. Segundo ele, o que está acontecendo é falta de informação e muita politicagem, alegando que alguns vereadores querem ganhar espaço, agregando o movimento do candomblé contra o seu projeto. O vereador ressaltou que não é contra a religião e sim a favor dos animais. "Eu fui eleito para defender os animais e vou fazer isso até o último dia do meu mandato. Eu não sou contra a religião, as pessoas estão totalmente desinformadas", criticando a suposta manifestação de representantes das religiões e matrizes africanas programada para a próxima segunda-feira (6) na frente da Câmara.
Segundo Ordep Serra, todos os animais sacrificados nos rituais são consumidos pelos que participam da festa, só que a diferença para um restaurante, por exemplo, é que é feita uma reza para oferecer aos orixás. "Não é um ato bárbaro. Os animais são consumidos por quem comparece, só que é proferido aos orixás", explicou. Questionado sobre a tradição dos rituais do candomblé, o vereador disse que o mundo evoluiu e as religiões devem fazer o mesmo. "As religiões têm que se adaptar ao novo século, a evolução do ser humano. O povo acha certo que uma mulher seja morta a pedradas por trair o marido como acontece no Oriente Médio? Então, tem tradições que devem ser quebradas", acrescentou..
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Milhares de crianças em todo o país passam por algum tipo de constrangimento por não terem o nome do pai na certidão de nascimento. Desde 1992, esse direito é garantido a todas as crianças pela Lei 8.560/92. Para a auxiliar a garantir o que diz a lei, foi iniciado ontem segunda-feira um mutirão para o reconhecimento de paternidade promovido pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em parceria com escolas públicas do Distrito Federal.
Mais de 1.800 mães foram notificadas para participar da iniciativa que termina na quarta-feira (6). De acordo com o titular da Promotoria de Defesa da Filiação (Profide), Leonora Brandão, as escolas disponibilizam as informações de crianças que estão nessa situação e a promotoria notifica para participar da iniciativa. “A Constituição garante que a paternidade deve ser exercida de forma responsável. O não reconhecimento da paternidade gera constrangimentos, principalmente no ambiente escolar,” diz Leonora.
Desde 2002, o MPDFT faz o projeto voltado para os alunos matriculados na rede pública de ensino. A promotora explica que, durante o atendimento, as mães devem declarar nome e qualificação do suposto pai, bem como apresentar carteira de identidade ou certidão de nascimento das crianças e adolescentes para averiguação da paternidade.
Após localizado, o suposto pai prestará depoimento na Promotoria de Justiça e, em caso de dúvida, será feito um exame pericial (DNA). Com o reconhecimento da paternidade, as mães requererem as certidões de nascimento aos cartórios de Registro Civil.
“O que observamos é que em 30% dos casos, o reconhecimento da paternidade é voluntário. Nos demais, a gente tem que abrir o procedimento de reconhecimento de paternidade,” disse Leonora . “Estamos sendo mais criteriosos e sempre aconselhamos o exame de DNA, até para evitar que futuramente surjam dúvidas sobre a paternidade. Nos casos em que o suposto pai se negar a fazer o exame, ajuizamos uma ação de investigação de paternidade”.
Apesar de garantir à criança o direito a ter o nome do pai, a promotora lamenta que não exista nenhum tipo de acompanhamento psicológico, mesmo a Constituição determinando que crianças e adolescentes devem ser alvos prioritários das políticas públicas. Ela credita a ausência de um acompanhamento específico à falta de recursos. “Infelizmente ainda não temos esse tipo de acompanhamento. Muitas vezes quem aconselha são os promotores e funcionários do Ministério Público. O que fazemos é estimular o diálogo.”
O montador de esquadrias Flaudemir Santos de Sousa está entre os 30% de pais que reconheceram espontaneamente a paternidade. Ele foi uma das pessoas atendidas no primeiro dia do mutirão. Acompanhado de Flávia Silva e Silva, com quem teve Ivana*, de 4 meses, Sousa reconheceu a paternidade da filha.
“Eu tive um envolvimento rápido com a Flávia e daí nasceu a Ivana. Acho justo reconhecer a paternidade,” disse. “Conheço gente que, mesmo a criança sendo parecida, diz que não é o pai e nem liga”.
O reconhecimento da paternidade também fez com que a dona de casa Solange Lucas Mendes participasse do mutirão. Mãe de duas filhas, de 8 anos e de 6 meses, ela foi buscar informações sobre o reconhecimento da paternidade de Amanda*, a mais nova. “É bonito saber que ela vai ter o registro do pai e da mãe,” disse Solange.
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Um Projeto de Lei na Câmara de Vereadores pretende proibir a compra e utilização de copos descartáveis nos órgãos públicos municipais de Salvador e propõe a substituição por objetos de vidro ou ecológicos. A proposta, de autoria do vereador e ambientalista Marcell Moraes (PV), vale inclusive para espaços como escolas e postos de saúde. De acordo com o edil, os copos ecológicos possui um tempo de decomposição de 18 meses, enquanto que os descartáveis convencionais levam pelo menos 100 anos. Na sessão desta segunda-feira (25), Moraes levou para o plenário da Casa um demonstrativo dos copos ecológicos. “A minha ideia foi fazer com que os meus colegas vereadores percebessem na prática o quanto pode ser simples ser amigo do meio ambiente. Todo mundo gostou. Foi um sucesso e agora é levar a pauta ao plenário e aprovarmos o projeto o quanto antes”, afirmou o vereador. Segundo ele, a alternativa também causará economia ao Município, porque quatro mil copos descartáveis custam mais de R$120, já a mesma quantidade de ecológicos custa cerca de R$ 90.
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Projeto de Lei de autoria do deputado Paulo Azi (DEM) prevê que professores da rede estadual de ensino comprem carro zero mais barato. A proposta que tramita na Assembleia Legislativa autorizaria o Executivo a isentar de tributos as compras de veículos populares efetuadas pelos membros do magistério público estadual, ativos ou aposentados, para uso próprio. O autor da matéria explica que a finalidade da medida não é distribuir automóveis para os docentes, mas facilitar que não se exponham à violência urbana. Os veículos adquiridos com a isenção só poderiam ser transferidos para outro proprietário após dois anos. A proposta de lei prevê como critérios para a aquisição apenas um veículo por professor, zero quilômetro e de fabricação nacional. (Bahia Notícias)
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A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que estabelece o reajuste, escalonado, para o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ao longo dos próximos três anos. A elevação do subsídio aos ministros da Corte eleva, consequentemente, o teto de remuneração do serviço público. A lei, aprovada pelo Senado Federal no último dia 18, foi sancionada sem vetos. A partir desta terça-feira (01), o salário dos ministros do STF será de R$$ 28.059,29. O valor será elevado para R$$ 29.462,25 a partir de 1º de janeiro de 2014 e chegará a R$$ 30.935,36 no início de 2015. Isso representa um aumento escalonado de 15,7% no salário dos ministros. A presidente também sancionou a lei que estabelece o reajuste do salário do Procurador-geral da República. Os valores são os mesmos definidos para os ministros do Supremo. As duas leis, que foram publicadas na edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União, estabelecem que a partir de 2016, o valor mensal dos salários dos ministros do STF e do Procurador-geral da República será definido por lei de iniciativa do STF e da Procuradoria-Geral, seguindo os parâmetros fixados nas respectivas previsões orçamentárias. (Estadão Conteúdo)
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O Senado aprovou na terça-feira (18) o projeto de lei que torna mais rígidas as regras para a Lei Seca. O principal ponto do texto é a ampliação das possibilidades de provas, consideradas válidas no processo criminal, de que o condutor esteja alcoolizado. Além do teste do bafômetro ou do exame de sangue, passam a valer também "exame clínico, perícia, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova admitidos em direito". A proposta já havia sido aprovada pela Câmara e segue agora para sanção da presidente Dilma Rousseff. Ainda de acordo com o texto, não será mais necessário que seja identificada a embriaguez do condutor, mas uma "capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou outra substância psicoativa que determine dependência".
A lei atual ficou enfraquecida pela decisão tomada no fim de março pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que a embriaguez só poderia ser comprovada pelo teste do bafômetro ou por exame se sangue. Na prática, muitos motoristas se recusam a realizar os exames. O projeto também dobra o valor da multa. A punição, que hoje é de R$ 957,70, passa para R$ 1.915,40 - e esse valor é dobrado novamente caso o motorista tenha cometido a mesma infração nos 12 meses anteriores. (G1)
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27/11/2012 - A multiplicação desenfreada e ilegal de carteiras de estudantes poderá resultar na limitação da concessão de meia-entrada a alunos e idosos em eventos esportivos e culturais, caso o Projeto de Lei 4571/08, do Senado Federal, entre em vigor. A proposta, aprovada no ultimo dia 14 pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, determina que a concessão da meia-entrada fique limitada a 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento. Além do mais, o projeto concede exclusividade às entidades estudantis de emitirem o documento, o que permitirá a confecção com um padrão nacional único. O objetivo, conforme a relatora da comissão, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), é inibir a falsificação de carteiras, prática que, segundo ela, acaba gerando desequilíbrio no comércio dos espetáculos culturais e resulta na elevação, de forma absurda, dos preços dos ingressos. A proposta, porém, divide opiniões e gera discussão, sobretudo no que se refere a uma provável limitação dos direitos de idosos (garantido pelo Estatuto do Idoso – Lei 10.741/03) e estudantes ao benefício. Leia mais em A Tarde.
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31/08/2012 - O governo baiano enviou à Assembleia Legislativa projeto de lei que autoriza ao Poder Executivo doar ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) o imóvel rural denominado Fazenda Santa Rita, localizado em Barreiras, região oeste, para assentamento de trabalhadores rurais sem terra. Com pouco mais de quatro mil hectares de área, a fazenda vai ser dividida em 150 lotes, onde serão assentadas famílias de trabalhadores sem terra cadastradas pelo Incra. A fazenda Santa Rita chegou a ser ocupada por sem terras, mas eles deixaram pacificamente a propriedade, depois que a Justiça determinou a reintegração de posse. Na terça-feira, dia 28, o governador Jaques Wagner esteve em Barreiras onde anunciou o encaminhamento do projeto de lei à Assembleia Legislativa. (Politicalivre)
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26/04/2012 - O programa Voz Do Brasil, veiculado no ar há mais de 75 anos, pode ter o horário de veiculação flexibilizado. É o que propõe o Projeto de Lei nº 3612/12, de autoria do deputado Rogério Carvalho que tramita na Câmara dos Deputados. A proposta é que o programa seja transmitido de acordo com o horário local do ouvinte. O projeto estabelece que a Voz do Brasil vá ao ar uma ou duas horas mais cedo nos estados com fuso horário distinto do de Brasília ou que não adotam o horário de verão. Atualmente, o programa vai ao ar em todo o país às 19h do horário de Brasília e tem uma hora de duração. Em tramitação na Câmara, o projeto será examinado em caráter conclusivo pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha (1995), 88% dos entrevistados com idade acima de 16 anos conheciam a Voz do Brasil. As regiões Nordeste e Centro-Oeste apresentaram a maior audiência, nas quais dois terços dos entrevistados disseram ouvir o programa de forma regular. A Voz do Brasil foi criada na Era Vargas, em 1935, com o nome "Programa Nacional". Em 1938, foi estabelecida a veiculação obrigatóra do programa, que também mudou de nome para "Hora do Brasil". O nome atual foi instituído em 1962. *Com informações da Agência Câmara.
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11/04/2012 - A Assembleia Legislativa da Bahia aprovou por unanimidade, na terça-feira, o Projeto de Lei 19.585/2011, que garante a gratuidade para deficientes físicos no transporte intermunicipal no estado. Cadeirantes e portadores de necessidades especiais acompanharam a votação dos deputados na AL-BA. Eles comemoram a conquista. “Foi comovente, emocionante. Talvez na minha história de militância de 35 anos, esse foi um dos maiores momentos, que traduziu a conquista da cidadania plena para as pessoas com deficiência em todo o estado da Bahia”, avalia Luiza Câmera, presidente da Associação de Deficientes Físicos. “Há pessoas que moram no interior e precisam vir fazer tratamento na capital e não têm condições de pagar o transporte. Grande vitória”, comemora o cadeirante Antonio Alves. O projeto de lei deve ser enviado nesta quarta-feira para o governador Jaques Wagner e tem prazo de 15 dias para ser sancionado. (G1/TV Bahia)
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29/03/2012 - O Senado acaba de aprovar, em votação simbólica, projeto que cria o Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais, o Funpresp. Após um esforço concentrado dos governistas, pela manhã, para aprovar as matérias nas comissões de Assuntos Sociais e de Constituição e Justiça, a votação do projeto em plenário ocorreu sem sobressaltos, atendendo à orientação do Planalto. O relator, senador José Pimentel (PT-CE), acolheu uma emenda para deixar claro que a competência para gerir o fundo do Judiciário será do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça. E também se comprometeu a transformar em futuro projeto de lei sugestões feitas por parlamentares e que acabaram rejeitadas na votação. Críticas ao PT. Como o projeto já foi aprovado na Câmara, seguirá diretamente para sanção presidencial. Apesar de votar a favor do projeto, o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), não perdeu a oportunidade de criticar os petistas, que no governo FHC votaram contra proposta de teor semelhante. Ele questionou se, na ocasião, houve “intransigência de natureza política” ou “incapacidade de previsão futura”. O senador Humberto Costa (PT-CE), fez um mea-culpa: “Quero admitir que erramos”.
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21/03/2012 - O Senado aprovou hoje o Projeto de Lei de Conversão 04/2012, proveniente da Medida Provisória (MP) 547, que trata da criação da Política Nacional de Defesa Civil e do novo Fundo Nacional de Defesa Civil. O projeto foi aprovado sem alterações ao texto enviado pela Câmara dos Deputados. O relator, senador Cassildo Maldaner (PMDB-SC), chegou a propor duas emendas à matéria, mas fez um acordo com o governo para retirá-las. O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), convenceu Maldaner a não fazer mudanças porque a MP precisaria voltar para a Câmara e acabaria perdendo a validade por decurso de prazo, uma vez que ela venceria amanhã. “Diante do compromisso do líder Eduardo Braga e do ministro da Integração Nacional de que o governo vai enviar o novo marco regulatório da Defesa Civil para o Congresso em abril, decidimos concluir o nosso relatório pela admissibilidade da MP sem as emendas por nós propostas”, disse Maldaner.
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14/03/2012 - O governo gastará no exercício de 2012 mais R$ 9,8 milhões em consequência direta e indireta da aprovação do projeto de lei que reajustou em 6,5% o subsídio do governador, vice-governador e secretários de Estado. O projeto foi aprovado por unanimidade pelos 51 deputados presentes nesta terça, 13, na Assembleia Legislativa (AL). O montante é menos pelo aumento do salário do governador Jaques Wagner (PT), que passou de R$ 17.278 para R$ 18.299 (aumento de R$ 1.021 ), do vice, Otto Alencar (PSD), e dos 24 secretários, que passam a receber R$ 14.120. Mas principalmente em razão dos cerca de 700 auditores fiscais (ativos e inativos) e aproximadamente 80 coronéis, delegados e gestores governamentais, cujos salários são vinculados ao teto do Executivo, que é o rendimento do governador. Leia mais em A Tarde.
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07/03/2012 - O Senado aprovou o projeto que multa as empresas que pagarem às mulheres salários inferiores aos dos homens quando ambos ocuparem as mesmas funções, nesta terça-feira (06). Segundo o texto, a multa estipulada pelo projeto é de cinco vezes a diferença entre os salários durante todo o período de contratação da funcionária. Por ter sido aprovada em caráter terminativo pela Comissão de Direitos Humanos no Senado, a proposta já foi aprovada na Câmara, e agora segue para sanção da presidente Dilma Rousseff. Isto se não houver pedido para que seja votada no plenário da Casa.
De acordo com o relator do projeto na comissão, o senador Paulo Paim (PT-RS), a multa obriga as empresas a pagarem às mulheres salários equivalentes aos dos homens como forma de acabar com a discriminação entre os sexos. Com informações da Folha
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