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Bruno pede que entreguem corpo de Eliza, mas nega saber onde está

Ex-goleiro Bruno Fernandes diz que se sente culpado em parte pela morte de Eliza Samudio 
O ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes, que foi condenado pelo sequestro e assassinato da modelo Eliza Samudio, afirmou que gostaria que o corpo dela fosse entregue, mas negou saber onde ele está. "Eu até peço, nesta oportunidade que estou tendo, que entreguem os restos mortais (de Eliza) para que possam dar um enterro digno para esta pessoa. Mas é uma coisa que eu não posso fazer, não está na minha mão", disse o atleta, em entrevista publicada neste domingo pelo jornal Hoje em Dia. Bruno afirmou que sabia que Eliza havia sido assassinada, mas negou ser o mandante do crime. "Eu não mandei matar a Eliza, não mandei. Isso eu afirmo. Agora, você sabia? Sabia, sim. (...) A verdade é que eu não mandei matar a Eliza, e desde o começo eu sabia que ela tinha sido morta." O atleta, que cumpre pena de 22 anos e três meses de prisão, disse que, "de certa parte", sente-se culpado pela morte da modelo. "Eu poderia ter feito alguma coisa e não fiz. (...) Mas eu fui deixando as coisas acontecerem e simplesmente fechei os olhos até achegar a esse ponto", afirmou. Bruno disse que só ficou sabendo do assassinato de Eliza quando o amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e o primo, Jorge Luiz Rosa, chegaram ao sítio do ex-jogador em Esmeraldas (MG). "Macarrão voltou só com o menino e eu vi que tinha acontecido alguma coisa. O Macarrão disse que nunca mais poderia chamá-lo de 'bundão', que ali estava o meu filho para que eu pegasse e cuidasse. Eu me desesperei, tive medo da situação", afirmou. O atleta disse que foi Jorge quem contou para ele os detalhes do homicídio. "Ele contou que foi uma coisa muito esquisita. Que chegaram numa casa escura, estava tudo muito escuro. Chegou um cara negro, alto, forte e com uma falha no dente. Ele cheirou as mãos de Eliza e perguntou se ela usava drogas. Aí ele amarrou as mãos dela para trás e, depois, o cara cortou o corpo de Eliza. Disse que uma das mãos foi jogada para os cachorros. Aí eu falei: 'o que é isso?'. Fiquei muito assustado."(Terra)

Goleiro Bruno volta a trabalhar em fábrica de vassoura na cadeia

O goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza voltou a trabalhar em uma fábrica de vassouras na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. O direito de trabalhar foi restituído nesta sexta-feira, após um período de suspensão como punição pelo envolvimento do atleta em uma briga com outros detentos no início de abril. Bruno está na cadeia desde junho de 2010 e, em março, foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo assassinato da ex-amante Eliza Samudio e pelo sequestro do filho do casal. Pela legislação brasileira, cada três dias trabalhados por um detento dá direito à remição de um dia de pena. O advogado do goleiro, Lúcio Adolfo da Silva, acredita que em 2015 seu cliente consiga progressão para o regime semiaberto levando em conta o trabalho e o tempo que passou preso antes da condenação. Além do trabalho na fábrica de vassouras ecológicas, feitas com garrafas plásticas e usadas na limpeza do próprio presídio, Bruno também voltou a frequentar aulas para tentar concluir o ensino médio. A punição pelo envolvimento do atleta na briga ainda havia resultado ainda na suspensão dos banhos de sol e das visitas, benefícios que também foram restituídos ao atleta. No domingo (19), Bruno precisou de atendimento médico após ingerir antidepressivos para os quais não tinha indicação médica, mas Lúcio Adolfo negou que o goleiro tenha tentado o suicídio. Uma investigação foi aberta para apurar como ele teve acesso aos remédios. (Correio).

Bola é condenado a 22 anos pela morte de Eliza Samudio

O réu Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi condenado a 22 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio e pela ocultação do cadáver da ex-amante do goleiro Bruno. A pena determina 19 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio e mais três anos de prisão em regime aberto pela ocultação do cadáver. A sentença foi lida pela juíza Marixa Fabiane Rodrigues Lopes, que presidiu o júri, na noite deste sábado. O júri popular, formado por sete moradores de Contagem, onde foi realizado o julgamento, decidiu pela condenação depois de seis dias. Este foi o julgamento mais longo do caso Eliza Samudio. O goleiro Bruno Fernandes, o amigo dele, Luiz Henrique Romão - o Macarrão -, e a ex-namorada do atleta Fernanda Castro já foram condenados no caso. O advogado de Bola, Ércio Quaresma, adiantou ao G1 que vai entrar com um recurso pedindo que o júri seja anulado. O réu Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusado de matar Eliza Samudio e de ocultar o corpo dela, disse durante seu interrogatório que "jamais" mataria algúem, muito menos receberia por isso. A declaração foi dada na manhã deste sábado (27), durante o interrogatório do réu no júri popular. Bola respondeu às perguntas da juíza Marixa Fabiane Rodrigues Lopes, do promotor Henry Wagner e do advogado Ércio Quaresma. O depoimento do réu começou no início da madrugada deste sábado (27) e foi interrompido à 1h30. Ele negou, nesta primeira parte, que tenha matado Eliza Samudio, e disse que está preso injustamente há três anos. Quando o interrogatório foi retomado, às 10h30, ele continou afirmando ser inocente.

Bruno pagou R$ 70 mil a Bola para matar Eliza Samudio, diz promotor

O promotor Henry Wagner Vasconcelos de Castro disse na sexta-feira (8) que a Promotoria já tem indícios de que Bruno Fernandes pagou R$ 70 mil para o réu Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, matar Eliza Samudio. O goleiro foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pela morte da jovem. Bola será julgado em abril. “A Promotoria de Justiça já encontra elementos de que o pagamento foi mensurado em R$ 70 mil. A Promotoria está a pesquisar todas as movimentações bancárias e, oportunamente, apresentará formalmente à Justiça estes dados de provas", explicou ao G1.

Bruno culpa Macarrão e diz que corpo de Eliza foi jogado aos cães

O goleiro Bruno Fernandes confirmou na tarde desta quarta-feira (06/03) que sabia do assassinato da ex-amante Eliza Samudio. Ele falou ainda que seu primo, Jorge Luiz Rosa, confirmou que o corpo da vítima foi esquartejado e jogado para os cachorros. Segundo Bruno, o autor do crime foi Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão. Bruno é acusado de ser o mandante do sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza Samudio. Entretanto, ele nega participação. "Como mandante dos fatos, eu nego, mas, de certa forma, me sinto culpado". Desde segunda-feira, ele e sua ex-mulher, Dayanne Rodrigues do Carmo, são julgados no Fórum Doutor Pedro Aleixo, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em depoimento no Fórum de Contagem (MG), Bruno contou que Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, foi o autor do crime, que aconteceu no dia 10 de junho de 2010. "No momento que ele falou comigo eu fiquei desesperado, chorei muito. Fui até o Macarrão e perguntei o que você fez, cara? Não tinha necessidade, não. Macarrão disse que ela estava atrapalhando demais, atrapalhando os meus projetos. Naquele momento eu senti medo".

Goleiro Bruno pode confessar que sabia da morte de Eliza Samudio

O goleiro Bruno Fernandes de Souza poderá confessar, pela primeira vez, que sabia da morte de Eliza Samudio. Deverá alegar, porém, que seu ex-assessor Luiz Henrique Romão, o Macarrão, planejou todo o crime sozinho. É essa a estratégia que seu principal advogado, Lúcio Adolfo da Silva, indica que deverá adotar no julgamento que terá início amanhã. Ele não dá como certa a utilização da tese. Garante que vai manter a versão de que Bruno não é o mandante. O trabalho para defender Bruno se complicou desde novembro quando Macarrão confessou o assassinato de Eliza e apontou seu ex-patrão como o mentor do crime. Para o Ministério Público, a confissão de Macarrão, embora parcial (não quis entregar o assassino), só reforçou a tese sustentada desde o começo de que Bruno é o mentor do crime. Assim, a Promotoria vê a condenação como certa. Para advogados envolvidos no caso, essa delação é o principal indício contra Bruno. Até então, o que mais pesava contra Bruno era o fato de ele ter mentido publicamente, após um treino do Flamengo, de que fazia dois ou três meses que não via Eliza. O defensor do goleiro falou dessa tese quando, a pedido da Folha, explicou como argumentaria que Bruno não tem responsabilidade na morte, mesmo, eventualmente, sabendo do crime. “Eu, você e mais um amigo entramos no seu carro e você dirige até o banco. Chega lá, eu desço, roubo o banco e mato alguém. Que crime você cometeu? Dirigir carro não é crime. Mas como você contribuiu para o crime, você responde pelo crime.” E continua: “Entretanto, tem que ver se a sua participação é de menor importância, se é diferenciada. Então, esse é um caminho. Dizer: ele é culpado? Sim. Mas a participação dele é diferenciada? Se os jurados disserem que sim, autoriza a Justiça a diminuir a pena”, disse.

Cartório emite certidão de óbito de Eliza Samudio por 'esganadura'

O Cartório do Registro Civil de Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, emitiu, na última quinta-feira (24), a certidão de óbito de Eliza Samudio. Segundo o documento, a jovem foi morta por esganadura em 10 de junho de 2010, na Rua Araruama, na cidade. O endereço é o da casa do réu Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que vai a julgamento no dia 4 de março de 2013. A juíza do Tribunal do Júri de Contagem, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, determinou, no dia a expedição da certidão de óbito da ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a decisão, da qual não cabe recurso, foi publicada no dia 15 de janeiro, no Diário do Judiciário Eletrônico. No mandado, a causa da morte de Eliza foi declarada como por asfixia. O conselho de sentença do júri entendeu que a morte da jovem foi confirmada em depoimentos durante o julgamento que culminou na condenação de Luiz Henrique Ferreira Romão - o Macarrão -, e Fernanda Gomes de Castro. Eliza foi morta em julho de 2010, e seu corpo nunca foi encontrado. O documento traz o dia 10 de junho de 2010 como a data da morte de Eliza. A causa da morte está declarada como "emprego de violência aplicada na forma de asfixia mecânica (esganadura)". A hora da morte está como "ignorada". E ainda há a informação de que "o corpo está insepulto, pois ocultado o cadáver". A certidão ainda declara que Eliza não deixa bens a inventários e nem testamento conhecido. A jovem deixou um filho, fruto de seu relacionamento com o goleiro, que tinha quatro meses à época da morte. Atualmente, a criança mora em Mato Grosso do Sul, junto com a mãe de Eliza, Sônia Fátima de Moura.

Caso Eliza Samudio: Juíza autoriza expedição de certidão de óbito da ex-modelo

A pedido do promotor de Justiça Henry Vagner Vasconcelos de Castro e da mãe de Eliza Samudio, Sônia de Fátima Marcelo da Silva Moura, a juíza do caso, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, determinou, nesta terça-feira (15), a expedição da certidão de óbito da ex-modelo.O requerimento foi embasado no fato de no julgamento de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, realizado em novembro de 2012, o júri ter considerado que Eliza foi assassinada. No entendimento da magistrada,já que existe uma decisão que reconhece a morte da ex-amante do goleiro Bruno não há motivo para fazer com que os pais de Eliza abram outro processo para ter o óbito da filha reconhecido. Marixa ressalta que a certidão também resguarada os direitos do filho de vítima. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), o mandado para que ocorra o registro da morte já foi expedido na comarca de Vespasiano, município da região metropolitana de Belo Horizonte reconhecido pelos jurados como o local onde o crime aconteceu. (Terra)

Preso, bruno faz aniversário e Flamengo contabiliza prejuízo

No último domingo (23), o ex-goleiro Bruno completou 28 anos. Preso desde julho de 2010 por suspeita de envolvimento no sumiço e morte de Eliza Samudio, ele terá uma comemoração simples, privado de sua liberdade, ao lado da noiva Ingrid, no presídio de Contagem, em Belo Horizonte. No dia 31 deste mês, chega ao fim o contrato do ex-atleta com o Flamengo, que soma prejuízos com seu ex-camisa 1. Segundo publicação do site Globo Esporte, nas contas do clube, o prejuízo com a prisão do ex-camisa 1 chega a cerca de R$ 15 milhões, por conta de investimentos feitos para aquisição e no pagamento de salários de 2006 a 2010. O goleiro teve reajustes salariais durante a sua passagem e, quando seu contrato foi suspenso, em julho de 2010, ele recebia R$ 160 mil por mês. De julho de 2010 até agora, ele deixou de ganhar pouco mais de R$ 4,5 milhões, contando o 13º salário de 2010 e 2011. Até 31 de dezembro, ele teria ainda, em condições normais, R$ 480 mil para ser depositado na sua conta bancária. No total, o ex-camisa não embolsará cerca de R$ 5 milhões que, em condições normais, teria direito do clube. Depois do término do contrato, quando estiver em liberdade, Bruno poderá questionar judicialmente o não-pagamento dos vencimentos, suspensos no dia 7 de julho de 2010. O clube, porém, teria como alegação o fato de ele não ter prestado o serviço para o qual foi contratado.

Condenado, Macarrão pode obter regime semiaberto em 2015

26/11/2012 - Beneficiado com a pena mínima por sua confissão, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, deve cumprir pena em regime fechado até 2015, quando poderá requerer o benefício do regime semiaberto. O amigo do goleiro Bruno Fernandes foi condenado na noite de sexta-feira (23) a 15 anos de reclusão pelo homicídio e cárcere privado de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro. Macarrão está preso desde julho de 2010 na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG). Ele foi condenado à pena mínima de 12 anos de reclusão pelo homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, asfixia e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima) em regime fechado, mais 3 anos por sequestro e cárcere em regime aberto. Pela ocultação de cadáver, foi absolvido. Para requerer o regime semiaberto, Macarrão deve cumprir 2/5 da pena para o crime de homicídio (cerca de 4 anos e nove meses) e 1/6 para o crime de cárcere (seis meses), um total de cinco anos e três meses para obter o direito de trabalhar fora da prisão. Como já cumpriu dois anos e cinco meses de pena, Macarrão pode requerer o semiaberto em pouco mais de três anos. “A pena foi justa porque a juíza já tinha prometido isso. Ela falou que se ele confessasse ela iria beneficiá-lo”, afirma o criminalista Luiz Flávio Gomes. “O cômputo da pena é sempre pelo crime maior, que é o crime hediondo. Ele vai cumprir ao todo em torno de cinco anos e meio”, afirmou. Leia mais no G1.

MP vai atrás de mais provas contra Bruno

26/11/2012 - O Ministério Público (MP) vai atrás de mais provas contra o goleiro Bruno Fernandes, acusado de ser o mentor da morte de Eliza Samúdio. Encarregado da acusação, o promotor de Justiça Henry Wagner Vasconcelos de Castro afirmou que vai pedir à Justiça a quebra do sigilo bancário do jogador na época em que era remunerado pelo Flamengo. O objetivo é rastrear o dinheiro usado para bancar o assassinato da jovem, ex-amante e mãe do filho jogador, em 10 de junho de 2010. Segundo o MP, Bruno pagou R$ 5 mil em dinheiro para o ex-policial aposentado Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, executar e desaparecer com o corpo da vítima. Ainda de acordo com o MP, a recompensa não foi quitada na hora da execução porque Bruno esperava receber do Flamengo, com quem tem vinculo até 31 de dezembro desse ano. “Vamos solicitar à Justiça que, por sua vez, pede os dados para o Banco Central. A intenção agora é provar se dinheiro saiu da conta bancária do goleiro”, explicou Vasconcelos. Os réus Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e Fernanda Gomes de Castro, ex-namorada do goleiro Bruno, foram condenados a 15 e 5 anos por participação nas ações que resultaram na morte da ex-amante do jogador. Informações de O Globo.

Advogado de Bruno comemora condenação de Macarrão

25/11/2012 - O advogado do goleiro Bruno Fernandes, Lúcio Adolfo Silva, considerou “lindo” o resultado do julgamento do ex-braço direito do jogador, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e de uma namorada do atleta, Fernanda Gomes de Castro, pelo sequestro e assassinato de Eliza Samudio, outra amante de seu cliente. Macarrão foi condenado no início da madrugada deste sábado a 15 anos de prisão em regime fechado pelos dois crimes, enquanto Fernanda foi sentenciada a cinco anos de prisão em regime aberto. ”A condenação do Macarrão, para mim, é linda. Só mostra que nem os jurados nem ninguém acreditou no Macarrão”, afirmou Adolfo. Ele se referiu à confissão do réu, que admitiu que Eliza foi morta a mando de Bruno e alegou que apenas cumpria ordens do jogador ao entregar a vítima para um homem, que disse não ser capaz de identificar. O advogado chegou a dar um grito de comemoração no plenário do Tribunal do Júri do fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, ao ouvir o veredicto. O responsável pela acusação, promotor Henry Wagner Vasconcelos, porém, avaliou que o advogado do goleiro deveria ser mais cauteloso. “Se eu fosse o Lúcio Adolfo me pronunciaria apenas no momento adequado. Ele deveria se espelhar no sofrimento do doutor Rui, que se expôs tanto e foi tão humilhado”, disse, referindo-se ao advogado Rui Caldas Pimenta, destituído por Bruno no início do julgamento, o que levou ao desmembramento do processo. Desde o início das investigações, o goleiro já teve quatro equipes de defesa diferentes. “Ele (Bruno) é volúvel com mulheres e advogados”, disse. Leia mais no Estadão.

Advogado de Bruno diz que pretende pedir suspensão de juíza

24/11/2012 - O advogado do goleiro Bruno, Lúcio Adolfo, disse, após a leitura da condenação de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, pelo sequestro, cárcere privado e morte de Eliza Samudio, que vai estudar pedir a suspensão da juíza Marixa Fabiane Rodrigues, que preside o Tribunal do Júri de Contagem. O defensor diz que a motivação da ação é "por tudo que ela fez no processo" e por tê-lo impedido de entrar na sala secreta para acompanhar a votação dos quesitos pelos jurados. Sobre a condenação de Macarrão pelo corpo de jurados por sequestro, cárcere privado e homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio, ele disse que agora vai estudar a defesa do goleiro. "Toda vez que você está uma trajetória, e essa trajetória muda, você tem que se adaptar. A partir de agora, o que vou fazer é estudar o caso e traçar uma nova estratégia”, explicou. O promotor Henry Wagner Vasconcelos de Castro se disse "feliz" com a decisão do júri popular. (G1)

Caso Bruno: Promotor apresenta provas e diz que morte de Eliza custou R$ 5 mil

24/11/2012 - O promotor do julgamento do goleiro Bruno, Henry Vasconcelos de Castro, apresentou, nesta sexta-feira (23), um grande número de provas como argumentos da acusação. Entre elas estão telefonemas realizados pelos réus Macarrão e Fernanda de Castro (ex-namorada de Bruno), laudo do sangue de Eliza encontrado no carro do goleiro e o depoimento de Jorge Luiz Rosa, primo de Bruno que detalha a morte da ex-modelo prestado à polícia em 2010. O promotor ainda disse que a morte de Eliza foi negociada por R$ 5 mil que demorou a ser pago devido ao Flamengo ter atrasado o salário do atleta. O promotor diz que Eliza foi levada a Minas Gerais para ser morta. "Eliza não veio a Minas a passeio como falam essas crápulas. Ela foi sangrada, sequestrada e trazida para Minas onde Bruno e sua turma achavam ser mais fácil dar cabo da vida dela", sentenciou. Segundo Castro, Eliza foi violentada, agredida e subjugada antes de morrer e teria sido atraída com uma porposta "hipócrita" do goleiro. A última ligação feita do celular de Eliza é para Belo Horizonte, cidade para a qual ela foi levada. Depois ela não teve mais acesso o telefone, segundo o promotor. "A partir daí são cinco dias sem uso do celular" até que a ex-amante seja morta, disse Castro.

Macarrão é condenado a 15 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio

24/11/2012 - O júri popular do caso Eliza Samudio condenou, na noite desta sexta-feira (23), no Fórum de Contagem, em Minas Gerais, os réus Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e Fernanda Gomes de Castro, ex-namorada do goleiro Bruno, por participação nas ações que resultaram na morte da ex-amante do jogador, em crime ocorrido em 2010.
Conforme a sentença da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, Macarrão foi condenado a pena de 15 anos de prisão, sendo 12 deles em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado (por motivo torpe, asfixia e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima) e por sequestro e cárcere privado. Ele foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver. Ao ouvir a decisão, Macarrão chorou no plenário. Fernanda foi culpada por dois crimes de sequestro e cárcere privado, de Eliza Samudio e de seu filho, Bruninho, condenada à pena de 5 anos a ser cumprida em regime aberto. LEIA MAIS...

Após visita, advogado diz que Bruno ficou decepcionado com Macarrão

23/11/2012 - Os advogados do goleiro Bruno Francisco Simim, Lúcio Adolfo da Silva e Tiago Lenoir visitaram o atleta na manhã desta quinta-feira na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Eles disseram que Bruno ainda não tinha conhecimento do depoimento de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, que culpou Bruno pelo sumiço da ex-amante Eliza Samudio. Segundo Lúcio Adolfo, Bruno ficou decepcionado e reagiu com tristeza às declarações dadas pelo amigo durante o terceiro dia de julgamento de acusados de desaparecimento e morte da modelo: — Ele entendeu que Macarrão está pressionado. Ficou chateado, decepcionado pela amizade que existia entre os dois, mas não chorou. O quarto dia do júri começou com o depoimento da ré Fernanda Gomes de Castro, ex-namorada do goleiro Bruno. Ela é acusada de sequestro e cárcere privado da jovem e do filho dela com o atleta. Segundo a promotoria, ela ajudou a levar Eliza e o filho dela do Rio de Janeiro para o sítio do goleiro em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Fernanda relatou que não sabe exatamente onde Eliza foi atingida, mas disse que chegou a sair sangue. — Depois, Macarrão pediu para eu ficar com o bebê, pois temia que J. (primo de Bruno, que era menor na época do crime) e Eliza discutissem novamente e algo acontecesse com a criança — contou ela. Fernanda relatou que Macarrão abriu o portão do sítio e explicou o que tinha acontecido: — Macarrão e o primo do Bruno foram encontrar com Eliza para negociar uma dívida. Ele disse que houve uma briga no carro entre o rapaz e Eliza por causa de algo que ela teria dito sobre o jogador. (Oglobo)

Com debate entre acusação e defesa, júri do caso Eliza entra na reta final

23/11/2012 - O julgamento do caso Eliza Samudio entra na reta final nesta sexta-feira. A previsão é que a sessão seja iniciada às 9h, no Fórum de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No quinto dia de júri popular, será realizado o debate entre acusação e defesa. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), primeiramente, o promotor poderá expor seus argumentos. Em seguida, os advogados dos réus Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e de Fernanda Gomes de Castro, falarão no plenário. Por fim, há espaço para réplicas e tréplicas. Segundo a Justiça, a fase do debate deve durar até sete horas e meia. Depois que acusação e defesa apresentarem suas alegações, o conselho de sentença se reunirá para decidir se os réus serão condenados ou absolvidos. Macarrão responde por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado e ocultação de cadáver. Já a ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes é acusada de sequestro e cárcere privado. Leia mais no G1.

Macarrão muda versão sobre Eliza e diz que Bruno ‘ia levar ela para morrer’

22/11/2012 - A terceira sessão do júri popular do caso Eliza Samudio, que durou da manhã de quarta até a madrugada desta quinta-feira no Fórum de Contagem, em Minas Gerais, foi marcada pelo interrogatório do réu Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, que disse ter levado de carro a ex-amante do jogador até um local indicado pelo goleiro, em Belo Horizonte, onde a jovem entrou em um Palio. “Ele ia levar ela para morrer”, afirmou sobre a ordem recebida. Macarrão disse à juíza que não sabia o que iria acontecer com Eliza, mas que “pressentia” que a jovem seria morta. Ele afirmou ainda que alertou Bruno sobre o que podia acontecer, mas que o goleiro pediu para ele largar “de ser bundão”. “Falou que era para deixar com ele”, disse o réu antes de começar a chorar no plenário.Leia mais no G1.

Ex-advogado de Macarrão afirma no Twitter que foi “enganado por um ano e oito meses”

22/11/2012 - A confissão de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, que contou em depoimento na madrugada desta quinta-feira que foi o goleiro Bruno Fernandes quem decidiu matar Eliza Samudio, repercutiu nas redes sociais. O ex-advogado do acusado, Wasley César, afirmou em seu Twitter que foi “enganado durante um ano e oito meses”. César afirmou que acreditou piamente na “estória do táxi”. Na rede social, o advogado ainda alegou que sempre quis que o ex-cliente contasse tudo que sabia. Macarrão relatou durante depoimento que o jogador pediu que ele deixasse Eliza em um ponto, onde alguém encontraria com ela. Segundo o réu, ele ainda tentou alertar Bruno, que teria dito que Macarrão era “bundão”. Macarrão alegou que deixou Eliza em um ponto de táxi, onde uma pessoa retirou ela do carro. Ele afirmou que não viu quem foi. A modelo acreditava que estava indo ver um apartamento que seria dado pelo goleiro.

Julgamento do goleiro Bruno é adiado

21/11/2012 - O julgamento do goleiro Bruno Fernandes foi desmembrado e adiado para 21 de janeiro, segundo decisão da juíza Marixa Fabiane, anunciada nesta quarta-feira (21), no Fórum de Contagem, em Minas Gerais. O goleiro foi retirado do plenário para ser levado novamente para a penitenciária Nelson Hungria. O adiamento foi concedido pela juíza a pedido da defesa de Bruno. O advogado Francisco Simim, que defendia o goleiro, apresentou um documento transferindo seus poderes a outro advogado, Lúcio Adolfo. Chamado de substabelecimento sem reserva de poderes, o documento pediu a substituição de Simim por Adolfo, que alegou não conhecer o processo para pedir o adiamento. O corpo de defesa afirmou logo no início da sessão, por volta de 9h40, que o novo defensor precisa de prazo para ler o texto da ação. "Eu preciso de mais tempo para estudar esse processo", disse Adolfo no plenário. É a segunda tentativa de adiamento de Bruno, que na terça-feira (20) pediu a destituição de seus advogados Rui Pimenta e Francisco Simim. LEIA MAIS...

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