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Caso Bruno: Promotor apresenta provas e diz que morte de Eliza custou R$ 5 mil

24/11/2012 - O promotor do julgamento do goleiro Bruno, Henry Vasconcelos de Castro, apresentou, nesta sexta-feira (23), um grande número de provas como argumentos da acusação. Entre elas estão telefonemas realizados pelos réus Macarrão e Fernanda de Castro (ex-namorada de Bruno), laudo do sangue de Eliza encontrado no carro do goleiro e o depoimento de Jorge Luiz Rosa, primo de Bruno que detalha a morte da ex-modelo prestado à polícia em 2010. O promotor ainda disse que a morte de Eliza foi negociada por R$ 5 mil que demorou a ser pago devido ao Flamengo ter atrasado o salário do atleta. O promotor diz que Eliza foi levada a Minas Gerais para ser morta. "Eliza não veio a Minas a passeio como falam essas crápulas. Ela foi sangrada, sequestrada e trazida para Minas onde Bruno e sua turma achavam ser mais fácil dar cabo da vida dela", sentenciou. Segundo Castro, Eliza foi violentada, agredida e subjugada antes de morrer e teria sido atraída com uma porposta "hipócrita" do goleiro. A última ligação feita do celular de Eliza é para Belo Horizonte, cidade para a qual ela foi levada. Depois ela não teve mais acesso o telefone, segundo o promotor. "A partir daí são cinco dias sem uso do celular" até que a ex-amante seja morta, disse Castro.

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