11/10/2012 - Médicos e servidores da Saúde no estado estão descontentes com a implantação do ponto digital para aferir a presença nos postos de trabalho. Com isso, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) vem encontrando obstáculos para concluir a implantação. As duas categorias se negam a usar o sistema instalado, como projeto piloto, no Hospital Roberto Santos, em Salvador e no Cleriston Andrade, em Feira de Santana. O processo de cadastramento digital, iniciado em outras unidades, também está sendo boicotado.
O presidente do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed), Francisco Magalhães, afirma que a categoria não é contra o aferimento de pontualidade, o que segundo ele já é feito pelo estado. O problema do ponto digital estaria na dúvida sobre a capacidade que o sistema tem de gerir a complexidade da carga horária dos médicos. “Procuramos a secretaria para dissolver as dúvidas, mas, apesar de nos haverem tranquilizados, nenhuma explicação ainda foi dada”, informa. Como exemplo de dúvidas, Magalhães explicou que muitas vezes o trabalho do médico não pode ser contado por tempo, mas por número de atendimentos, como ocorre, de maneira mais clara e oficializada, na iniciativa privada.
Procurar Notícia
