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Graciela Lopes
Os conflitos entre Israel e a Faixa de Gaza se intensificaram neste domingo (5), numa escalada da recente onda de violência que teve início na última sexta e que deixou mortos de ambos os lados, incluindo um comandante do Hamas.
Foguetes disparados de Gaza mataram quatro israelenses, enquanto 23 palestinos foram mortos em ataques de Israel nos confrontos fronteiriços mais sérios desde novembro. No início da tarde deste domingo, as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) informaram que 600 foguetes foram disparados de Gaza contra o território israelense desde sábado.
Em resposta, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou às Forças Armadas que continuem os “ataques em massa contra elementos terroristas na Faixa de Gaza” e que a fronteira seja reforçada “com tanques, artilharia e tropas”.
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Jacobina News

Parecia exagerada demais, algo típico de propaganda de guerra. Mas a notícia de que um comandante dos rebeldes sírios teria comido o coração de um soldado inimigo sob aplausos de seus homens acabou sendo confirmada - ao menos em partes. Abu Sakkar, o líder do Exército Livre da Síria que aparece comendo um órgão em um vídeo divulgado na internet, não tinha tanta certeza sobre os detalhes quando o entrevistei. "Eu realmente não me lembro", disse ele, quando perguntei se tratava-se de um coração humano, como foi dito na época, ou um fígado, ou ainda um pedaço de um pulmão, como me relatou um médico que assistiu ao vídeo. "Eu não mordi, apenas segurei para mostrar aos outros", acrescentou. Nas imagens que rodaram o mundo, Sakkar está acima do corpo de um soldado inimigo, retalhando o cadáver. "Parece que você está fatiando um coração de Dia dos Namorados", diz um dos rebeldes. Pouco depois Abu Sakkar pega uma mão cheia de algum material não identificado e declara: "Nós vamos comer seus corações e seus fígados, seus soldados de Bashar, o cão" - em referência ao presidente sírio Bashar al-Assad.
No momento seguinte, ele traz a mão até a boca e seus lábios se fecham ao redor daquilo que está segurando. Na época em que o vídeo foi divulgado, em maio, telefonamos para ele e Sakkar nos confirmou que havia dado uma mordida. Agora, frente a frente, ele parece mais sóbrio - embora fique com mais raiva quando pergunto por que fez isso. "Eu não quis fazer isso. Eu tive que", ele me conta. "Nós temos que aterrorizar o inimigo, humilhá-lo, da mesma forma que ele faz conosco. Agora, eles não vão ousar estar no mesmo lugar onde Abu Sakkar estiver", diz. Aos 27 anos, Sakkar é um beduíno parrudo, com olhar intimidador. Sírio do distrito de Baba Amr, na cidade de Homs, ele tem a pele queimada pela exposição ao sol durante as muitas horas seguidas de combate. Ele me conta a história do seu envolvimento na revolução, até chegar à sua atual notoriedade.
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Jacobina News
Em resposta às recentes ameaças de mísseis do Irã e Coreia do Norte, os Estados Unidos têm intensificado os investimentos em navios e destróieres da Marinha, com sistemas de radares de alta tecnologia e interceptadores de mísseis, que carregam o sistema Aegis."Eles dão capacidade de combate aos comandantes, que permitem uma posição (dos navios) adequada, e nós sentimos que este é um bom investimento", disse Bill Gortney, comandante das forças norte-americanas em Norfolk. Ao todo, a Marinha norte-americana possui 28 navios de defesa antimísseis, sendo 16 alocados no Pacífico e 12 no Atlântico. A expectativa é elevar o número para 30 até o final de 2018, com novos financiamentos nos próximos anos. O custo médio para a atualização dos navios, com o sistema de radares Lockheed Martin Aegis e com os mísseis the Raytheon SM-3, gira em torno de US$ 45 milhões. Informações da Agência Estado.
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Jacobina News
A Coréia do Norte deu uma aprovação final para que as forças armadas realizem o lançamento de mísseis contra os Estados Unidos. A possibilidade do uso de armas nucleares também foi incluída no pronunciamento, feito em uma televisão estatal do país. Como forma de represália, os americanos vão enviar um sistema de defesa antimíssil para a ilha de Guam. (Foto: Lee Jae-Won / Reuters)
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