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Autor de 1808' e 1822' conclui trilogia de livros de história do Brasil

O jornalista paranaense, Laurentino Gomes, concluiu ontem a trilogia que escreveu sobre datas importantes da história do Brasil. O livro "1889" encerra a saga de Gomes em esmiuçar o cotidiano do poder brasileiro que conta com os anteriores "1808" (chegada da família real portuguesa) e "1822" (independência do Brasil). A série já é considerada o maior fenômeno editorial de livros de história do país. Gomes faz na segunda, em São Paulo, o primeiro dos 33 lançamentos do novo livro que tem agenda de autógrafos até o Natal deste ano. Mesmo com temas fora da moda das livrarias (abolição da escravatura e começo da República), a tiragem não faz feio nem para obras de vampiros, romances soft-porns ou histórias de bruxos. A editora irá distribuir 200 mil exemplares, o dobro da primeira fornada de "Harry Potter 3" e mais de seis vezes o número de largada de outra obra bem-sucedida recente sobre a história do Brasil, a biografia "Getúlio", de Lira Neto. Informações da Folha.

Claudia Leitte vira personagem de história em quadrinhos

Depois de receber a Turma da Mônica em seu trio na terça-feira (12) de carnaval, a cantora Claudia Leitte foi presenteada por Maurício de Souza e terá sua história de vida imortalizada pelo cartunista. Em uma imagem publicada em seu Instagram, a loira mostrou duas versões da personagem 'Claudinha', uma jovem e outra criança. "Estes são os esboços da nova personagem da Turma da Mônica, 'Claudinha', nas versões jovem e criança. Meu sorriso não esconde o amor por Maurício de Sousa e a honra de ter minha história imortalizada pelas mãos desse gigante!", disse a cantora na legenda da imagem.

Mônica dos quadrinhos faz 50 anos

Mônica, a menina brava e corajosa que jamais abandonava seu coelhinho de estimação, faz 50 anos em março. A personagem, criada por Mauricio de Sousa em homenagem à filha, virou referência para as crianças que hoje são adultas e tentam transmitir a filhos e netos a simpatia que tinham pela menina dentuça e de vestido vermelho. A equipe de Mauricio de Sousa decidiu que 2013 será de comemorações do aniversário da Mônica. “Quando algumas pessoas me encontram e sabem que eu sou a Mônica, ficam emocionadas. Para mim, isso é emocionante também”, ressaltou à Empresa Brasil de Comunicação (EBC) Mônica, que inspirou a personagem. A personagem Mônica nasceu em 1963 nas tiras do Cebolinha. Em seguida, Mauricio de Sousa, também inspirado nas filhas, criou as personagens Magali, apaixonada por melancias e gulosa, e Maria Cebolinha, que assim como o Cebolinha, trocava as letras ao falar. A Mônica que inspirou a personagem é atualmente diretora da Área Comercial da empresa Mauricio de Sousa Produções. Em entrevista à EBC, Mônica lembrou que tinha 3 anos quando o pai a transformou em personagem constante nas tiras do Cebolinha. “Acho que só tive noção de que era personagem e que era inspirado em mim quando fui ao programa da Hebe Camargo. Mas não liguei muito”, contou. “Quando fui para a escola, as pessoas perguntavam do meu pai. Aí que ficou um pouco mais evidente para mim”.

Do fundo do baú: Xuxa relembra tempos de modelo

Xuxa decidiu relembrar os tempos em que era modelo e publicou em seu site oficial, nesta quinta-feira (10), uma série de imagens da época em que trabalhava no exterior. Contratada como apresentadora do infantil Clube da Criança nos anos 80, a apresentadora passava a semana em Nova York fazendo fotos para uma conceituada agência, e voltava ao Brasil nos finais de semana para gravar a atração. Foi nesta época, que ela precisou optar entre as passarelas e a televisão depois de ser pressionada por sua agência de modelos. (Quem)

Livro reúne 22 partituras de fase pouco conhecida de Luiz Gonzaga

Quando se ouve falar em choro vêm imediatamente aos ouvidos os sons de violões, flautas, cavaquinhos e bandolins. Mas, surpreendentemente, a sanfona também pode ser incluída nessa lista, graças ao mais conhecido sanfoneiro do Brasil, Luiz Gonzaga (1912-1989). Ele, que ficaria imortalizado pela alcunha de Rei do Baião, andou flertando nas décadas de 30 e 40 com ritmos como polca, mazurca, valsa e choro. Esse período é abordado no livro Luiz Gonzaga: Tem Sanfona no Choro (Instituto Moreira Salles/R$ 50/72 págs.), que reúne 22 partituras de choros gravados por Luiz Gonzaga entre 1941 e 1946. A obra tem organização do músico e pesquisador Marcelo Caldi, que transcreveu as partituras a partir das gravações originais, já que não havia registro escrito dessa fase de Gonzagão. Mas o livro traz, além do conteúdo técnico, outros itens que podem interessar ao leitor que não sabe tocar sequer um acorde. Um desses itens é o texto do pesquisador Fernando Gasparini, fazendo pequena biografia do músico pernambucano. Ainda que não traga informações surpreendentes, vale para conhecer uma fase ainda um pouco obscura da vida dele. O item mais valioso, que deve interessar inclusive aos fãs de Luiz Gonzaga, é um CD instrumental com 13 faixas produzido por Marcelo Caldi. São regravações de músicas compostas por Gonzagão em raros LPs lançados na década de 40. Com exceção de duas músicas criadas com os parceiros Francisco Reis e Zé Dantas, as demais têm Luiz Gonzaga como único compositor. (Correio)

1ª do país em índice da FGV, Trabiju tem apenas um homicídio na história

Em 15 anos de emancipação, o município de Trabiju (SP) registrou um único homícidio na história: o crime aconteceu há 12 anos. A cidade tem o maior índicede desenvolvimento social do país, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgados na última terça-feira (4). Além da baixa criminalidade, outro destaque  que ajuda a colocar a cidade à frente dos 5.564 municípios do Brasil no ranking é a erradicação da mortalidade infantil. O único caso aconteceu em 2001.
A aposentada Maria Angela Fonseca Buzuti, de Bocaina (SP), mudou-se há 30 anos para Boa Esperança do Sul (SP), de onde Trabiju era distrito até 1997. "Eu sempre morei aqui e daqui eu não saio porque é bom demais. É muito tranquilo, eu não troco Trabiju por nada", diz Maria Angela. continuar lendo...

Macaco parecido com Einsten é visto na Malásia

29/10/2012 - Um bebê macaco que lembra o famoso físico Albert Einstein foi visto no parque nacional de Taiping, na Malásia. O animal, que é da espécie Macaca arctoides, estava acompanhado da mãe e foi fotografado pelo professor Mihail Nazarov. "Assi que vi o bebê macaco, meu primeiro pensamento foi que parecia o Einstein e que eu precisava tirar umas fotos para provar isso", contou o professor ao jornal "The Sun".

'Carta de Deus' escrita por Einstein é vendida por US$ 3 milhões

29/10/2012 - Um texto escrito pelo físico Albert Einstein no qual ele expressa suas opiniões sobre religião, conhecido como "Carta de Deus", foi vendido em um leilão pela internet para um comprador anônimo por US$ 3 milhões, segundo o site e Bay. A carta, escrita no dia 3 de janeiro de 1954, aproximadamente um ano antes que o cientista morresse, recebeu apenas dois lances no leilão via internet, segundo informa o "Huffington Post". A venda foi encerrada na última semana, no dia 18 de outubro. Einstein, nascido na Alemanha de uma família judia, diz na carta que pertence “com prazer” ao povo judeu, mas, ao mesmo tempo, mostra uma posição distante em relação às religiões. O coordenador do leilão, Eric Gazin, havia dito que o preço da carta poderia triplicar com a venda, de acordo com o "Huffington Post". O texto foi leiloado no site eBay entre os dias 8 e 18 de outubro, e acabou vendido por um valor próximo ao lance inicial, de US$ 3 milhões. A carta de Einstein, escrita à mão em alemão, era destinada ao filósofo Erik Gutkind, de quem ele havia lido a obra: "Escolha a vida: o apelo bíblico pela revolta". “A palavra ‘Deus’ não é para mim nada além da expressão e o produto de fraquezas humanas, e a Bíblia é uma coleção de lendas honoráveis, embora primitivas e bastante infantis. Nenhuma interpretação, não importa quão sutil, pode mudar isso [para mim]”, escreveu o físico.

Vinte anos depois, Collor ainda responde no STF por crimes

01/10/2012 - Vinte anos depois de entrar para a História como o primeiro presidente da República a ser afastado do cargo por crime de responsabilidade, o agora senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) ainda tem contas a acertar com a Justiça brasileira. O ex-presidente é acusado de cometer corrupção passiva, peculato e falsidade ideológica no Supremo Tribunal Federal (STF), mesma Corte que hoje julga o escândalo do mensalão no governo Lula — que reúne no banco dos réus aliados e algozes de Collor, como o presidente do PTB, Roberto Jefferson, e o ex-ministro José Dirceu. Os crimes teriam sido praticados quando Collor ocupava a Presidência. Desde outubro de 2009, o processo está parado no gabinete da ministra Cármen Lúcia. O procurador da República autor da denúncia, Luis Wanderley Gazoto, acredita que dois dos três crimes imputados a Collor — corrupção passiva e falsidade — possam estar prescritos. No caso de peculato, o ex-presidente só não se beneficiaria com a prescrição em caso de condenação à pena máxima de 12 anos de detenção, conforme o procurador. (Oglobo)

Inscrição em pedaço de papiro sugere que Jesus Cristo seria casado

19/09/2012 - Uma inscrição antiga feita em papiro pode sinalizar que Jesus Cristo tinha uma esposa. O material foi apresentado nesta terça-feira (18), durante o 10º Congresso Internacional de Estudos Coptas, que está sendo realizado em Roma, na Itália. Copta é o nome que se dá à língua falada no Egito na época do Império Romano, quando viveu Jesus. É nessa língua que está escrito fragmento de um texto com os dizeres: “Jesus disse a eles, minha esposa...”. O pedaço de papiro tem aproximadamente quatro centímetros de altura e oito de largura. Segundo Karen King, professora da Faculdade de Teologia de Harvard, nos EUA, que apresentou a peça, o documento foi escrito na segunda metade do século 2. “Esse novo evangelho não prova que Jesus era casado, mas nos conta que toda a questão só surgiu como parte de debates vociferantes sobre sexualidade e casamento”, contou King à reportagem da própria Harvard. Ainda de acordo com a autora, o que o documento prova é que o estado civil de Jesus não era um tabu para os cristãos da época. “Desde o início, cristãos discordaram sobre se era melhor não casar, mas levou mais de um século após sua morte até que eles começassem a apelar para o estado civil de Jesus como um apoio aos seus argumentos”, prosseguiu. Antes de apresentar sua pesquisa em Roma, King já tinha apresentado o papiro para outros importantes especialistas, que concordaram que se trata de um documento autêntico. O fragmento chegou até King das mãos de seu dono, que mora nos Estados Unidos e preferiu não se identificar. Por isso, pouco se sabe sobre sua descoberta. Os especialistas sabem apenas que ele foi escrito em um livro – e não em um rolo, pois há inscrições dos dois lados – e que provavelmente é original do Egito – por estar escrito em copta. (G1)

Maurício de Sousa lança gibi da Turma da Mônica com personagens soropositivos

18/09/2012 - Maurício de Sousa lançou hoje, seu primeiro gibi com personagens que têm o vírus da imunodeficiência humana (HIV). Por meio de Igor e Vitória, o criador da Turma da Mônica vai abordar questões como forma de contágio, o que é o vírus, como viver com crianças soropositivas e o impacto social da síndrome. A ideia dos personagens foi da ONG Amigos da Vida, que atua na prevenção e combate ao HIV/aids. Christiano Ramos, presidente da ONG, diz que o trabalho resolver um problema existente nas mídias voltadas para crianças. “ O Maurício tem uma linguagem bem acessível, bem leve. Ele vem fazer um papel inédito, que é trabalhar a aids com muita leveza, tranquilidade e naturalidade para as crianças”, disse. Não é a primeira vez que o autor utiliza personagens de seus quadrinhos para levar informação e conscientizar seus leitores. Humberto, que é mudo, Dorinha, que não enxerga, e Luca, que não anda, mostraram que crianças com restrições físicas são crianças normais e devem ser tratadas como tal.

Por um novo "contrato social"

06/09/2012 - Em 1762 Jean Jacques Rousseau (1712-1778), intelectual, filósofo e teórico político suíço, publicou um dos textos mais influentes e importantes da história da humanidade, o “Contrato Social”, também conhecido como a “Bíblia da Revolução Francesa”. Este livro, um clássico do pensamento político, influenciou as propostas econômicas e sociológicas de diversos outros pensadores, dentre estes, Karl Marx. Também tomaram como base as reflexões de Rousseau os movimentos de independência da América Latina e os movimentos ecológicos atuais.
Neste livro clássico da literatura mundial, leitura obrigatória para todos os estudantes e interessados em política, economia, sociologia e temas afins, Rousseau trazia uma visão crítica, causando um contraponto às discussões da época. O Conceito de “vontade geral” é inserido nas discussões da sociedade, propondo um pacto entre os iguais, onde os interesses comuns sempre deveriam vir à frente dos interesses individuais. Para este autor o “bem comum” sempre deve prevalecer sobre a individualidade. Naquela época, 250 anos atrás, ele já dizia que, “a transformação social deveria ser radical, pois o progresso havia levado os homens e mulheres à decadência e a corrupção”.

Pinturas originais do século XVIII são encontradas na Chapada Diamantina

04/09/2012 - Pinturas originais do século XVIII são redescobertas na Chapada Diamantina, território de serras localizado no centro do estado da Bahia, a 572 km de Salvador. As pinturas foram redescobertas por técnicos do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) durante restauração da Igreja Matriz de Bom Jesus de Piatã, que está sob tombamento provisório pelo Estado. De acordo com informações da coordenadora de restauro de elementos artísticos do Ipac, Milena Tavares, a pintura original tem cerca de 250 anos e foi encontrado em uma talha de madeira, pintado grotecamente. “São duas peças entalhadas em madeira umburana, com 17 m², sendo 6,5 cm de altura por 2,65 cm de largura, que têm mérito excepcional pela originalidade”, explica. Um altar em alvenaria e com decoração em alto relevo foi descoberto escondido por trás do altar reconhecido atualmente. Foi descoberto a pintura original com vestígios de dourado, que recebeu diversas pinturas ao longo dos anos, cobrindo a criação original. Atualmente os técnicos fazem a remoção das pinturas. A igreja possui querubins, anjos, atlantes (figuras masculinas) e cariátides (femininas) com fisionomia nordestina, representando a população local. (G1/Foto: Divulgação/Ipac)

Foto histórica completa 40 anos; personagem fala sobre impacto

02/06/2012 - Poucas vezes uma foto simbolizou tão bem o horror de uma guerra. Era 8 de junho de 1972, no Vietnã, e o fotógrafo Huynh Cong 'Nick' Ut viu algumas crianças correndo, tentando escapar de seguidas explosões na vila de Trang Bang, na província de Tay Ninh.
Ele não pensou duas vezes antes de fotografar a cena, que trazia uma personagem que entraria para a história: uma garotinha de 9 anos, nua, gritando "muito quente, muito quente", enquanto tentava escapar das bombas.A imagem tornou-se um dos símbolos da Guerra do Vietnã e agora está perto de completar 40 anos. Hoje, a personagem da foto está com 49 anos e diz que a foto a perseguiu a vida inteira. "Eu realmente quis escapar daquela menina", diz Phan Thi Kim Phuc. "Eu queria escapar dessa imagem, mas parece que a foto não me deixou escapar", disse ela, que hoje comanda uma fundação para ajudar crianças vítimas da guerra. "Eu fui queimada e me tornei uma vítima da guerra, mas crescendo, tornei-me outro tipo de vítima", completa ela. Ao relembrar o momento em que a foto foi tirada, ela diz ter ouvido fortes explosões e que o chão "tremeu". VEJA A MATÉRIA COMPLETA...

Primeiro gibi do Batman é vendido por R$ 1,65 milhão

11/05/2012 - Um exemplar no nº 1 da HQ "Batman" foi vendido por US$ 850 mil (R$ 1,65 milhão) nesta semana. O anúncio foi feito pela empresa norte-americana Heritage Auctions, que comercializa itens de colecionador pela internet. A compra foi feita por um colecionador cuja identidade não foi divulgada pela empresa. O gibi foi publicado originalmente em 1940 e o preço de capa é US$ 0,10. Segundo o Overstreet Comic Book Price Guide, o número 1 de "Batman" é a sexta HQ mais valiosa do mundo, considerando revistas em boas condições. "É incrível que, apenas três anos atrás, nenhuma HQ era vendida nem por metade desse valor", disse Ed Jaster, vice-presidente da Heritage Auctions. Em dezembro do ano passado, um exemplar da primeira história em quadrinhos do Super-Homem, editada em junho de 1938, foi leiloado por US$ 2,16 milhões (o equivalente a R$ 3,85 milhões), valor recorde para itens do gênero.


Internada há 36 anos em UTI lança livro de memórias escrito com a boca

16/04/2012 - Faz 36 anos que Eliana Zagui vive deitada num leito de UTI do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Vítima de paralisia infantil aos dois anos, ela perdeu os movimentos do pescoço para baixo. Respira com ajuda de equipamentos. Na cama, a menina se formou no ensino médio, aprendeu inglês, italiano, fez curso de história da arte e tornou-se pintora. Tudo isso usando a boca para escrever, pintar e digitar. Hoje, lança (só para convidados) seu primeiro livro: "Pulmão de Aço - uma vida no maior hospital do Brasil" (Belaletra Editora).
Pulmão de aço é o nome de uma máquina, inventada na década de 1920, parecida com um forno. As pessoas com insuficiência respiratória eram colocadas dentro dela, com a cabeça de fora. Eliana ficou cinco dias lá dentro, mas não funcionou. A pólio havia paralisado completamente o diafragma e a deglutição. Ela teve, então, que ser conectada para sempre a um respirador artificial. Só consegue ficar poucas horas longe do aparelho.
Entre 1955 e o final da década de 70, 5.789 crianças vítimas da pólio foram internadas no HC. Sete delas, atingidas com mais severidade, ficavam lado a lado na UTI. "Nós nos apegávamos um ao outro, como numa grande família. Era a única maneira de suportar aquilo tudo", lembra Eliana.
Da turminha, só sobreviveram ela e Paulo Machado, 43, que divide o quarto com a amiga e cuja história de vida também aparece no livro. "A Eliana é minha irmã, a minha família. Tem temperamento forte. Quando vejo que ela está brava, coloco os fones de ouvido e fico na minha", diz.
Eles poderiam viver com suas famílias, com o apoio do hospital. Mas nunca houve interesse por parte delas. Os parentes raramente os visitam. "Não me magoo mais. Já sofri muito e hoje aprendi que cada um é cada um." Leia mais...

Entenda o significado das missas da Semana Santa

01/04/2012 - Até a Sexta-Feira da Paixão e o domingo de Páscoa, muitos outros rituais e missas são celebrados pela Igreja Católica. Segundo o padre José Antônio Aparecido Pereira, 68, vigário episcopal da Arquidiocese de São Paulo, em entrevista ao G1, antes das datas mais lembradas da Semana Santa acontecem mais de cinco missas. "A semana inteira é de reflexão e oração."
Entenda o que acontece em cada dia da semana de Páscoa e o significado das missas:
Domingo de Ramos (1º de abril)
A entrada de Jesus na cidade de Jerusalém é representada neste dia. "Na época, como explica a Bíblia, ele monta em um jumento e é recebido por centenas de pessoas com ramos de oliveira e palmeiras nas mãos." O domingo começa com uma procissão de fiéis cantando hinos e carregando ramos. Ao chegar à igreja, uma missa é celebrada com leitura de trechos bíblicos sobre o sacrifício de Jesus Cristo.
Segunda, terça e quarta-feira santas (2, 3 e 4 de abril):
Nas missas celebradas nos três dias, os fiéis pedem a Deus bons frutos na vida pessoal e religiosa e são lidos trechos bíblicos sobre a salvação. 
Quinta-feira Santa (5 de abril)
Pela manhã, o bispo se reúne com os padres na chamada Missa da Crisma - em São Paulo, esta missa acontece na Catedral da Sé (centro). Nela, ele irá abençoar ou consagrar os três óleos santos. O óleo consagrado é o do sacramento da Crisma, na qual o fiel confirma publicamente a sua fé cristã e sua ligação com a Igreja Católica. Neste rito, o padre impõe as mãos sobre o fiel, invocado o Espírito Santo, e o unge com óleo. Os outros dois óleos, o do batismo e o dos enfermos, são abençoados.
À noite, a Igreja celebra a ceia do Senhor em alusão à última ceia entre Jesus Cristo e os 12 discípulos, antes da crucificação. Nela, Jesus irá instituir o sacramento de seu corpo e de seu sangue, chamado pela Igreja Católica de Eucaristia. Nesta celebração, não se toma vinho nem come-se pedaço de pão. Em algumas paróquias, explicou o padre, um pedaço de pão caseiro abençoado é dado de lembrança aos fiéis.
Depois, acontece a missa do lava pés, na qual 12 pessoas são escolhidas aleatoriamente para que o padre lave seus pés, em referência ao momento em que Jesus ensina a humildade aos discípulos lavando os pés deles.
Sexta-feira da Paixão (6 de abril)
“Jejum e abstinência de carne são os princípios deste dia." Exatamente às 15h, considerada a hora nona pela Bíblia, os fiéis se reúnem para celebrar a paixão e a morte de Cristo. O rito tem quatro momentos, o momento da paixão anunciada, envocada, venerada e comungada.
Na paixão anunciada, são lidas passagens bíblicas do Antigo e do Novo Testamento que falam sobre o sacrifício de Cristo. Na paixão envocada, longas séries de preces são feitas pelas necessidades do mundo e da Igreja. Depois, os fiéis formam uma fila e vão um a um beijar a imagem de Cristo crucificado – é o momento da paixão venerada. Na quarta e última parte, os fiéis recebem a hóstia.
Algumas igrejas e paróquias, segunda o padre da Arquidiocese de São Paulo, fazem uma procissão do enterro de Cristo. “Esta tradição pretende lembrar do momento em que os discípulos retiram o corpo de Jesus Cristo da cruz e o sepultam.”
Sábado Santo (7 de abril)
Durante o dia, não há missa. “É momento de silêncio e oração.” Só no período da noite é que acontece a vigília pascal. “Uma longa celebração, na qual o padre abençoa o fogo que acenderá uma grande vela, chamada de Círio Pascal”. Ela, que representa Jesus ressurreto, é toda decorada com símbolos religiosos, como o da primeira e da última letra do alfabeto grego - Alfa e Ômega. Elas, explica o bispo, indicam que Jesus é o início e o fim de tudo, como ensina a Bíblia. Cinco cravos representando os cincos ferimentos na cruz – dois nas mãos, dois nos pés e um na lateral do corpo – e o ano de 2012 também são inscritos na vela.
Logo em seguida, o padre abençoa a vela com orações e entra na igreja, que está toda apagada. Neste momento, cada pessoa acende a sua vela a partir da que passa pelo corredor principal nas mãos do padre. Quando a igreja já está toda iluminada com as velas dos fiéis, o padre chega ao altar e canta o hino “Precônio Pascal” para celebrar a vigília e se preparar para a Páscoa – a ressurreição.
Após uma leitura da Bíblia, acontece a liturgia batismal. “A água do batismo é abençoada e, em algumas comunidades, adultos e crianças são batizados.” A missa termina com os fiéis cantando hinos sobre a ressureição.
Domingo de Páscoa (8 de abril)
Para encerrar o período da quaresma, os 40 dias estipulados pela Igreja Católica para que o fiel se prepare para o ápice da Semana Santa, a ressureição, missas são celebradas com hinos e trechos bíblicos sobre a ressureição.
Segundo o bispo, em algumas igrejas, existe o costume de fazer procissões simbolizando o encontro de Jesus com os discípulos. “As mulheres levam a imagem de Maria; e os homens, a imagem do Cristo crucificado para lugares diferentes. Quando as duas imagens se encontram, os fiéis aplaudem e cantam hinos de vitória.”
Malhação de Judas
"A malhação não tem nada a ver com a vida da Igreja", explica o bispo Aparecido Pereira. A malhação de Judas ou Queima de Judas é uma tradição trazida pelos portugueses e espanhóis na qual um boneco, do tamanho de um homem, forrado de serragem, trapos ou jornal é arrastado pelas ruas e queimado. (G1)


Homenagem: História de Millôr se confunde com a do jornalismo brasileiro

28/03/2012 - Jornalista fundou o Pasquim e colaborou com os principais veículos de comunicação no Brasil. Escritor, contista, cartunista, dramaturgo, tradutor. Millôr Fernandes foi uma figura rara na cena cultural brasileira. Nascido Milton Viola Fernandes, no Rio de Janeiro, em 16 de agosto de 1923 - entretanto, só foi registrado em 27 de maio de 1924, e por um erro na caligrafia do escriturário Milton virou Millôr -, aos 10 anos, o garoto já havia vendido seu primeiro desenho para O Jornal do Rio de Janeiro.
Logo na infância, dois traumas o acompanharam para a vida toda. Millôr perdeu o pai dois anos após seu nascimento e a mãe cerca de seis anos depois.A trajetória de Millôr se confunde com a história do jornalismo no Brasil. Aos 14 anos, começou a colaborar para a revista O Cruzeiro, como contínuo e repaginador. Em 1942, fez sua primeira tradução literária, do romance A Estirpe do Dragão, da americana Pearl S.Buck – depois, seria tradutor da obra de Shakespeare - e um ano depois retornou à publicação e levou sua tiragem para 750 mil exemplares vendidos. 
Seu grande pulo foi a criação do jornal O Pasquim, em 1969, junto a Ziraldo e Sérgio Cabral. Em meados dos anos 1970, a publicação batia a casa dos 200 mil exemplares, com uma crítica ríspida aos tempos de Ditadura.Durante sua trajetória, colaborou com os principais veículos de comunicação como O Correio Brasiliense, Jornal do Brasil, O Estado de São Paulo e a revista Veja. Atualmente, Millôr mantinha um site na internet onde continuava a destilar seu humor crítico e universal. Suas frases e charges ficarão estampadas para sempre na memória nacional. (R7)

TOLEMAN DE ESTREIA DE AYRTON SENNA NA F-1 SERÁ LEILOADA

A EXPECTATIVA É QUE O CARRO SEJA VENDIDO POR AO MENOS R$ 2,16 MILHÕES
25/03/2012 - Carro em que o piloto brasileiro Ayrton Senna estreou na Fórmula 1, em 1984, será leiloado no dia 16 de maio pela casa de leilões Silverstone Auctions. A expectativa é que o carro seja adquirido por um lance equivalente a R$ 2,16 milhões.
Com o Toleman TG184-2, Senna chegou em segundo lugar no Grande Prêmio de Mônaco. O modelo passou por uma total restauração em 2009 e é descrito no catálogo como uma “verdadeira raridade da história automotiva”.
O capacete do ídolo brasileiro também foi arrematado na casa de leilões, por mais de R$ 213 mil este ano. O acessório foi usado pelo piloto em 1993.

Moeda mais cara do mundo vale até R$ 13 milhões

03/03/2012 - Um raro exemplar da moeda de US$ 20 chamada de "Double Eagle" está em exibição Goldsmith's Hall em Londres. Fabricada pela primeira vez em 1850, a moeda era produzida com o ouro cunhado na Califórnia.
Em 1907, passou por uma remodelação e foi descontinuada em 1933, quando o presidente Franklin Roosevelt tirou o país do “padrão ouro” para salvar a economia durante a Grande Depressão iniciada em 1929. A maior parte da produção foi derretida como ato para frear a crise. Treze unidades são conhecidas até hoje e uma delas foi arremata em leilão por US$ 7,6 milhões (R$ 13,1 milhões) em 2002. (iG)

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