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Fumar pode aumentar a sensibilidade ao estresse, conforme um estudo feito em ratos pelo Centro Nacional para a Pesquisa Científica da França(CNRS) e publicado nesta terça-feira, 25, na revista "Molecular Psychiatry". Contrariando a ideia popular que diz que fumar tem efeito relaxante e que a falta de nicotina produz estresse, a exposição a esta viciadora molécula pode produzir o efeito inverso, afirmaram os autores da investigação em comunicado. Os científicos avaliaram os níveis de estresse social em roedores, situação que acontece quando "um destes animais é submetido a repetidas agressões dos dominantes". Nessa circunstância, alguns ratos bloquearam os receptores de nicotina, enquanto outros ativaram. A partir da avaliação do comportamento e dos parâmetros eletrofisiológicos cerebrais, os especialistas do CNRS estabeleceram que não aparecem sinais de estresse social quando os receptores estão bloqueados e no caso contrário eles foram amplificados. "Os pesquisadores também puderam constatar que um rato exposto a uma só agressão apresenta sinais de estresse só se tiver sido exposto previamente à nicotina", indica o estudo. Ainda que o trabalho tenha foco em como os receptores nicotínicos afetam o controle do estresse nos ratos, o CNRS anunciou que os cientistas examinarão se essa situação pode ser ampliada a todos os transtornos de estado de ânimo e se os resultados são aplicáveis a seres humanos.
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O uso de cigarros eletrônicos está se disseminando entre jovens e deve ser considerado "uma questão preocupante à saúde", alertou a US Surgeon General, entidade pertencente ao Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos (USPHS), segundo relatório divulgado nessa quinta-feira (8). Os dispositivos movidos à bateria aquecem um líquido contendo nicotina e o transformam em um vapor a ser inalado, e alguns especialistas afirmam que com isso uma nova geração de fumantes está se tornando viciada. Um em cada seis adolescentes americanos do Ensino Médio afirmam ter utilizado o cigarro eletrônico no último mês. "O uso desses dispositivos têm aumentado nos últimos anos, com um crescimento de 900% dentre estudantes do Ensino Médio de 2011 a 2015", disse Vivek Murthy, funcionária do US Surgeon General referindo-se ao relatório. A especialista alertou para os perigos dos cigarros eletrônicos por conter nicotina, substância que pode "causar dependência e prejudicar o desenvolvimento cerebral dos jovens".
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Três anos depois de derrubada a suspensão da venda de cigarros com sabor no Brasil, o tema voltará à pauta do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações da Folha de S. Paulo, a atual presidente da Corte, ministra Cármem Lúcia, marcou para a próxima quarta-feira (30), o julgamento de uma ação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre o tema. Em 2012, uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso de substâncias que adicionam sabor nos cigarros, sob argumento de que estimulam a iniciação de jovens ao fumo. A proibição nunca chegou entrar em vigor, pois uma liminar da ministra Rosa Weber derrubou a resolução, em 2013, quando a proibição passaria a valer. Neste hiato jurídico sobre o tema, mais de 50 marcas de cigarro com sabor foram registradas até 2016. "Foram três anos perdidos de saúde pública", avalia Paula Johns, da ONG ACT Promoção da Saúde, antiga Aliança de Controle do Tabagismo, afirmando ainda que os aditivos mascaram o sabor amargo do tabago e aliviam a irritação das vias aéreas, ajudando a atrair adolescentes para o consumo. "A ciência mostra que o cérebro do adolescente tem mais vulnerabilidade [à dependência] que o de um adulto.
Embora tenhamos reduzido o tabagismo no Brasil, ainda é alta a experimentação entre os jovens", diz Tânia Cavalcante, do Inca (Instituto Nacional de Câncer). "É como pegar um produto letal e disfarçar como se fosse bala", completa. Já a CNI questiona o trecho da resolução da Anvisa que atribui ao cigarro com sabor “risco iminente à saúde”. "Houve uma proibição genérica. A Anvisa não conseguiu evidenciar que o produto coloca a saúde em risco. Ela não pode, sem respaldo técnico, proibir a comercialização. Isso só poderia ser feito pelo Congresso", diz Cássio Borges, da CNI. Representante das indústrias tabagistas, a Abifumo diz ainda que tal medida pode inviabilizar a venda de qualquer outro tipo de cigarro, cujos ingredientes acrescidos na composição há décadas são autorizados pela agência reguladora. A associação destaca ainda que a proibição poderia estimular o mercado ilegal.
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A polêmica está lançada. De acordo com um estudo publicado nesta terça-feira no periódico científico British Medical Journal (BMJ), os cigarros eletrônicos podem ter ajudado cerca de 18.000 pessoas na Inglaterra a parar de fumar em 2015. Outro estudo britânico sugere que o uso do dispositivo, quando utilizado por até dois, anos não causa efeitos colaterais graves. No primeiro estudo, pesquisadores da Universidade College London (UCL) e do Câncer Research UK, ambos na Inglaterra, analisaram a tendência das taxas de abandono e suporte a pessoas que decidiram deixar o hábito no país entre 2006 e 2015. Os resultados mostraram que, embora os cigarros eletrônicos não tenham aumentado o número de pessoas que decidiram largar o vício, seu uso teve grande taxa de sucesso naquelas que conseguiram parar de fumar. Segundo os autores, cerca de 18.000 pessoas conseguiram parar de fumar em 2015 graças ao dispositivo. (Veja)
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A polêmica está lançada. De acordo com um estudo publicado nesta terça-feira no periódico científico British Medical Journal (BMJ), os cigarros eletrônicos podem ter ajudado cerca de 18.000 pessoas na Inglaterra a parar de fumar em 2015. Outro estudo britânico sugere que o uso do dispositivo, quando utilizado por até dois, anos não causa efeitos colaterais graves. No primeiro estudo, pesquisadores da Universidade College London (UCL) e do Cancer Research UK, ambos na Inglaterra, analisaram a tendência das taxas de abandono e suporte a pessoas que decidiram deixar o hábito no país entre 2006 e 2015. Os resultados mostraram que, embora os cigarros eletrônicos não tenham aumentado o número de pessoas que decidiram largar o vício, seu uso teve grande taxa de sucesso naquelas que conseguiram parar de fumar. Segundo os autores, cerca de 18.000 pessoas conseguiram parar de fumar em 2015 graças ao dispositivo. Outro estudo publicado nesta terça-feira, realizado por pesquisadores da Cochrane, um grupo de apoio a fumantes, concluiu que, embora os efeitos do uso de cigarros eletrônicos em longo prazo ainda sejam desconhecidos, em geral, eles não causam sérios efeitos colaterais. Para chegar a essa conclusão o grupo revisou mais de 24 estudos já disponíveis sobre o assunto. Os resultados mostraram que as principais queixas de usuários de cigarros eletrônicos são? tosse, garganta seca ou irritada, falta de ar, dor de cabeça, náusea e aumento da frequência cardíaca. A proposta do cigarro eletrônico é oferecer nicotina sem expor o indivíduo aos prejuízos da queima do fumo (e das substâncias cancerígenas derivadas do tabaco). Enquanto alguns estudos sugerem que o dispositivo pode ajudar o fumante a largar o vício, outros não apontaram benefício algum e mostraram que o cigarro eletrônico pode ser tão maléfico quanto o comum. Segundo a Public Health England, departamento de saúde ligado do governo britânico, os cigarros eletrônicos são 95% mais seguros do que os cigarros comuns. Entretanto, outras entidades, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a London School of Hygiene and Tropical Medicine e a Universidade de Liverpool, ambas na Inglaterra, ainda têm dúvidas sobre a segurança do dispositivo. No Brasil, a comercialização de cigarros eletrônicos é proibida, pois ele não foi aprovado dela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo as autoridades ainda não existem estudos que comprovem seus efeitos em longo prazo, por isso a demora na aprovação pelas agências.
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O consumo de maconha misturada ao tabaco pode aumentar o risco de dependência às duas drogas. A informação foi obtida a partir de um levantamento que ouviu 33.687 usuários de maconha. De acordo com a Pesquisa Global de Drogas de 2014, pessoas que consomem maconha sem tabaco, principalmente usando vaporizadores ou cachimbos, têm chance 61,5% maior de procurar ajuda profissional para reduzir o uso da maconha e 80,6% mais chance de procurar ajuda para usar menos tabaco, com comparação àqueles que fumam maconha misturada com tabaco. "Nossos resultados destacam a importância das rotas de administração ao considerar os efeitos à saúde da maconha e mostram que a coadministração de tabaco e maconha está associada com um declínio na motivação de cessar o uso do tabaco e buscar ajuda para cessar o uso do tabaco e da maconha", afirmou o psiquiatra Michael T. Lynskey, professor do King's College London e um dos autores do estudo, conduzido por esquisadores da Universidade College London, na Inglaterra. Segundo o G1, o estudo realizou entrevistas online com usuários de maconha de 18 países da Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul, incluindo o Brasil, além da Austrália. O pesquisador sugeriu que o estudo seja considerado para o desenvolvimento de políticas que limitem o acesso a formas de consumo de maconha que envolvam mistura com tabaco em países que legalizam o uso da droga. (BN)
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O cigarro eletrônico é pelo menos tão eficaz quanto o adesivo de nicotina para ajudar uma pessoa a deixar de fumar, conclui um novo estudo neozelandês sobre esse controverso paliativo – cujas importação e comercialização foram proibidas no Brasil em 2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A pesquisa liderada por Chris Bullen, da Universidade de Auckland, e publicada pela revista médica "The Lancet", sugere que o cigarro eletrônico é comparável ao adesivo de nicotina para auxiliar fumantes a largar o vício por no mínimo seis meses. O trabalho foi feito com 657 adultos que queriam deixar de fumar e mostra uma eficácia um pouco maior do "e-cigarro" em relação ao adesivo, apesar de a diferença ser considerada "estatisticamente não significativa". Segundo os autores, o cigarro eletrônico seria mais eficaz para reduzir o consumo de tabaco em quem não conseguiu deixar 100% o cigarro clássico.Entre os participantes, 57% que usaram o "e-cigarro" conseguiram reduzir pela metade ou até menos o consumo de tabaco, contra 41% dos que recorreram ao adesivo. Por outro lado, o cigarro eletrônico "fidelizou" muito mais que os adesivos: um terço de quem testou o "e-cigarro" ainda continuava usando-o depois de seis meses, contra apenas 8% dos que aplicaram adesivos. Para os pesquisadores, o uso do cigarro eletrônico no curto prazo é considerado de baixo risco. No entanto, o consumo a longo prazo ainda requer mais estudos. (France Presse)
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Quase 200 mil pessoas morrem anualmente devido ao consumo de narcóticos ilegais, entre sobredoses e outros problemas associados, afirmou nesta semana, em Viena, o diretor executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, sigla inglês), Yuri Fedotov. Yuri Fedotov discursou na abertura de uma reunião da Comissão de Estupefacientes das Nações Unidas (CEONU), iniciada nesta segunda na capital austríaca, que conta com a presença de ministros e de altos responsáveis de 53 países. Participaram também instituições e organismos internacionais, com vistas a consensualizar posições para a próxima sessão especial sobre drogas da Assembleia Geral da ONU, de 19 a 21 de abril. Segundo Fedotov, atualmente existem 27 milhões de toxicodependentes com problemas graves de saúde, em que 12 milhões deles utilizam drogas injetáveis, como a heroína. O diplomata russo sublinhou que o tráfico de drogas e as enormes receitas que gera constituem um "grande problema" em várias regiões do mundo, entre elas a América Central. "As crescentes ligações entre os grupos do crime organizado e a violência extremista e terrorista se beneficiam do tráfico de drogas", lembrou Fedotov, que lamentou que os programas de prevenção, tratamento e reabilitação de consumidores "continuem escassos em muitos países". Apelando aos vários países para que apliquem medidas baseadas no respeito pelos direitos humanos, com base em programas de prevenção e de reinserção social, Fedotov afirmou que há alternativas à detenção por delitos menores, como a posse de droga para consumo pessoal. Com essas medidas, disse, evita-se que os indivíduos vulneráveis na prisão possam ser recrutados por criminosos ou mesmo por terroristas. Fedotov destacou também que a aplicação da pena de morte por delitos relacionados com drogas "não está nem na letra nem no espírito das convenções internacionais".
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O cigarro é um agente causador de câncer de pulmão, problemas no aparelho respiratório, cardíacos e psicológicos, entre outras consequências, mas não são apenas essas as implicações de seu consumo. A Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) alerta a população sobre os malefícios do cigarro para o aparelho digestivo. O desgaste que o cigarro causa vai desde a boca até o intestino delgado (duodeno). Na boca, os problemas gerados são dentários e mau hálito (halitose). No esôfago e estômago, ele agride a mucosa, deixando o trato gástrico propenso à gastrite e úlcera. As principais doenças relacionadas ao hábito de fumar são: câncer do tubo digestivo, refluxo gastroesofágico, úlcera gastroduodenal e inflamação no pâncreas. A saída para evitar os malefícios do cigarro é parar de fumar. Segundo a SOBED, estudos atestam que após um ano de interrupção, todos os problemas citados reduzem substancialmente. “Quanto mais tempo se tem o hábito de fumar, mais difícil se torna a recuperação dos danos causados. A tendência da maioria dos casos em que o paciente apresenta algum problema no aparelho digestivo e fumou por um longo tempo é de uma recuperação muito tardia em relação àquele que não fuma”, completa o especialista.
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Largar o cigarro traz benefícios para a saúde e qualidade de vida em geral
Além de melhorar as condições de saúde, largar o cigarro pode trazer benefícios para o bem-estar geral. Estudo da Universidade de Wisconsin sugere que abandonar o cigarro não diminui a capacidade de enfrentar situações difíceis ou de estresse.
De acordo com os cientistas, boa parte das pessoas que pensa em largar o cigarro se preocupa com a falta que ele poderá fazer. Muitos fumantes têm medo de engordar ou acreditam que a ausência de nicotina os deixará menos tolerantes às questões do dia a dia. Mas o novo estudo aponta que parar de fumar traz benefícios para a autoestima, criatividade, relacionamentos com a família, amigos e companheiros, além de bem-estar geral.
Quem larga o cigarro experimenta mais emoções positivas
Publicada no “Annals of Behavioural Medicine”, a pesquisa analisou, durante três anos, 1.500 homens e mulheres que estavam tentando parar de fumar. Ao longo dos três anos de entrevistas e análises, os voluntários que efetivamente largaram o cigarro experimentaram mais emoções positivas do que aqueles que continuaram fumando. Após esse período, eles também relataram aos cientistas que tinham menos motivos para ficar nervosos ou estressados.
Através de testes psicológicos e bioquímicos, os pesquisadores concluíram que aqueles que paravam de fumar apresentavam melhoria na saúde, sem nenhum sinal de deterioração na qualidade de vida que pudesse supor uma inabilidade para lidar com situações difíceis. SAIBA MAIS...
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Entrou em vigor ontem quarta-feira (3) as novas regras antifumo que proíbem fumar em locais fechados, como ambiente de trabalho e restaurantes, além de determinar o fim da propaganda de cigarros. Elas também extinguem os fumódromos em ambientes coletivos e ampliam as mensagens de alerta em maços de cigarro vendidos no país. Os fumantes não devem ser fiscalizados. Poderá ser punido somente o estabelecimento que desobedecer as normas. Locais de comércio e restaurantes, por exemplo, deverão orientar os clientes sobre a lei e pedir para que não fumem, podendo chamar a polícia quando alguém se recusar a apagar o cigarro. A lei antifumo foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2011, após ter sido aprovada no Congresso Nacional, e foi regulamentada em maio deste ano. Conforme a lei, fica proibido o fumo em locais coletivos fechados em todo o país, com exceção das tabacarias e dos cultos religiosos. As regras preveem que as pessoas não poderão fumar em lugares públicos ou privados (acessíveis ao público) que possuam cobertura, teto, parede, divisórias ou toldos. Em varandas de restaurante com toldo, por exemplo, não será permitido o fumo, bem como na área coberta de pontos de ônibus. As normas também valem para narguilés ou qualquer tipo de fumígeno. (Bem Estar)
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A proporção de adultos que fumam na população dos Estados Unidos caiu para 17,8% em 2013, o valor mais baixo desde o início da estatística em 1965, anunciou nessa última semana o Centro de Controle e Prevenção de Doenças. O número de fumantes passou de 45,1 milhões em 2005, quando 20,9% dos adultos fumavam no país, para 42,1 milhões em 2013, apesar do aumento da população no período. Apesar desses progressos, o tabagismo permanece elevado em alguns grupos, principalmente entre os que vivem abaixo do limite de pobreza, os que têm os níveis de educação mais baixos, os ameríndios, os homens e as pessoas que vivem no Sul ou no centro do país, bem como entre os portadores de deficiência. O tabagismo é a principal causa evitável de doenças e mortes nos EUA, causando mais de 480 mil casos por ano. (Agência Lusa)
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O corpo humano serve de inspiração para esculturas há milhares de anos. Uma pequena peça de marfim encontrada na Alemanha, por exemplo, com traços que lembram as formas de um homem, foi datada em 40 mil anos. O artista britânico Jonty Hurwitz seguiu a mesma trilha, mas em vez de ferramentas de corte, usou as mais recentes tecnologias para criar a menor escultura humana da história. Batizada como “Trust”, a escultura do corpo de uma mulher mede apenas 80 x 100 x 20 micrômetros, sendo que cada micrômetro equivale à milésima parte de um milímetro (0,001 mm). Ela é pequena, ridiculamente pequena (na imagem ao lado é possível vê-la em cima de um fio de cabelo), mas os detalhes, observáveis apenas ao microscópio, são surpreendentes. O processo de criação começa com o escaneamento em três dimensões da modelo. Após a digitalização do contorno do corpo da mulher, Hurwitz aplica uma moderna técnica de impressão em 3D, conhecida como “Multiphoton Lithography”, para construir suas esculturas. “Esses trabalhos são criados usando o fenômeno físico da absorção de dois fótons. Arte, literalmente criada com a Física Quântica”, descreve Hurwitz, em seu site. A técnica consiste em iluminar um polímero fotossensível que se solidifica quando iluminado com raios laser. A construção da escultura é feita ponto a ponto, camada sobre camada, como em uma impressora 3D tradicional, mas em escala microscópica. (O Globo)
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou hoje a proibição da venda de cigarros eletrônicos a menores de idade, por considerar que o consumo acarreta “ameaças graves” à saúde. Os peritos aconselharam também que seja proibido o consumo desse tipo de cigarro em espaços públicos fechados, de acordo com documento divulgado pela OMS. “As provas existentes mostram que os cigarros eletrônicos não são simples vapor de água”, como argumentam frequentemente os fabricantes. Com isso, o consumo em espaços públicos fechados deve ser proibido, “a menos que seja provado que esse vapor exalado não é perigoso para quem está mais próximo”, acrescenta o texto. Segundo a OMS, há provas suficientes para uma advertência às “crianças, aos adolescentes, às grávidas e mulheres em idade fértil” sobre as consequências, a longo prazo, do consumo do cigarro eletrônico no desenvolvimento do cérebro. As recomendações foram publicadas pela organização no âmbito da sexta sessão da Conferência das Partes Signitárias da Convenção-Quadro da OMS sobre o Controlo do Tabaco, que será realizada de 13 a 18 de outubro em Moscou. (Agência Brasil)
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Um novo estudo inglês publicado no American Journal of Human Biology concluiu que fumar durante a gestação não afeta somente a vida do feto, mas também a saúde das futuras gerações da mulher, inclusive os netos. As informações são do site inglês Daily Mail. De acordo com a pesquisa, os netos de avós maternas que consumiram tabaco durante a gestação tendem a ser mais obesos durante a adolescência. Nos casos em que a avó e a mãe são fumantes, as netas apresentaram tendências de serem menores e mais magras comparadas com aquelas meninas que somente as mães fumaram na gravidez. Já para os casos em que as avós paternas eram fumantes, mas as mães mantinham uma vida saudável, as netas tendem a ser mais altas. E, tanto netas como netos, mostraram terem maior massa óssea e massa muscular mais magra. "Estes efeitos entre gerações percebidos em avós fumantes durante a gestação precisam ser levados em consideração para estudos futuros que analisam o crescimento e desenvolvimento infantil", explica o professor Marcus Pembrey, responsável pelo estudo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, fumar durante a gravidez aumenta as chances de aborto, partos prematuros e reduz as chances do bebê reagir a complicações na hora do nascimento. (Terra)
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O filme "Obrigado Por Fumar" (2005) mostra como, durante anos, a indústria do tabaco nos Estados Unidos promoveu o cigarro como símbolo de glamour e minimizou os seus efeitos nocivos à saúde, com o objetivo de potencializar as vendas. O enredo serviu de argumento para que a Justiça do Estado da Flórida determinasse à companhia de cigarros R.J. Reynolds, segunda maior dos EUA, o pagamento de indenização no valor de US$ 23,6 bilhões (cerca de R$ 53 bilhões) à viúva do fumante Michael Johnson, que morreu de câncer no pulmão em 1996. É o maior valor já pago em um processo individual na Flórida. A companhia pretende apelar da decisão.
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O cigarro ajuda a desenvolver graves doenças. Para você que quer abandonar esse vício conheça os benefícios que terá com a atitude.
O cigarro como a maioria já sabe traz muitos malefícios para a saúde, mas mesmo assim ainda é muito consumido em todo o mundo, é um hábito irresistível, mas totalmente prejudicial. Segundo especialistas, ao ficar um dia sem fumar já é possível sentir uma melhora no organismo.
Normalmente o cigarro pode acarretar doenças como: câncer, bronquite, enfisema, derrame, infarto, impotência sexual, câncer de mama, leucemia, perda da memória, depressão , além de muitos outros problemas sendo fatal.
Os brasileiros gastam muito dinheiro para manter esse vício, mas não se dão conta de que o valor pode aumentar ainda mais no futuro para o tratamento de doenças que possuem grandes chances de aparecerem, sem contar no exemplo para os filhos e netos.
Benefícios ao parar de fumar em um dia:
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A lista de males causados pelo cigarro não para de crescer. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, fumar mais de 20 cigarros por dia quase triplica as chances de sofrer hemorragia cerebral. As informações são do jornal Daily Mail. Os cientistas analisaram 426 casos de hemorragia subaracnoide (HSA) e compararam os dados com os de 426 pessoas de idade e sexo semelhantes que não passaram pelo problema. Após excluir outros fatores de risco, como ingestão de sal em excesso, peso e histórico familiar de diabetes, os fumantes pesados tinham, em média, 2,84 vezes mais risco de sofrer hemorragia cerebral que os não-fumantes. Abandonar o vício por ao menos cinco anos reduziu drasticamente a probabilidade global para 59%. Mas quem lançava mão de mais 20 cigarros por dia ainda se mostrou 2,3 vezes mais propenso que aqueles que nunca haviam fumado. A explicação é que o tabagismo leva a mudanças permanentes na estrutura das paredes das artérias, que podem ser mais pronunciadas em fumantes pesados. (Pontoapontoideias)
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