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Médicos recomendam reduzir brilho da tela do celular durante a noite

Um estudo da Universidade de Manchester, no Reino Unido, defende que o recurso ao ‘Night Shift’, presente no iPhone e no Android, não é tão eficaz como parecia e pode até fazer mal aos olhos.

De acordo com estes investigadores, a luz azul é uma cor fria, tal como a tonalidade que o ambiente assume quando anoitece, ou seja, a equipe concluiu que é preferível reduzir o brilho da tela do que ativar a opção ‘Night Shift’ porque o nosso organismo associa as cores frias à hora de dormir e, sem a luz azul, o ‘Night Shift’ provoca a resposta orgânica do organismo mantendo o usuário acordado.

Apesar dos resultados obtidos, os investigadores salientam que é necessário investigar o assunto mais a fundo, já que os testes foram realizados em ratos, seres que não possuem um organismo idêntico ao dos humanos.

O ‘Night Shift’ é um recurso que, quando acionado, ativa um filtro de cores que passa a emitir menos luz azul à noite. Surgiu em 2016, com o iOS10, através no iPhone7, mas rapidamente passou para os aparelhos de outros fabricantes.

Com o lançamento do Galaxy S10, a Samsung também passou a ter telas com menos luz azul como padrão.(Noticias ao Minuto)

Gastos aumentam no começo do ano. Veja 6 dicas para se planejar

A virada do ano é um ótimo momento para estabelecer novas metas e planos. Mas também é nessa época que surgem contas que podem até triplicar os gastos para alguns brasileiros. Isso porque certas despesas são inevitáveis nos primeiros meses do ano. Contas como IPTU, matrícula escolar, compra de materiais escolares e IPVA passam a figurar as pendências financeiras e a pesar no bolso. Assim, muitos ainda sofrem para arcar com esses custos, principalmente por conta dos abusos cometidos nas compras para as festas de Natal e Réveillon.

É o que prova um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CDNL). A pesquisa, feita no fim de 2018, aponta que apenas 9% dos brasileiros afirmam ter condições de pagar as despesas do início de ano com os próprios rendimentos. Além disso, 11% dos entrevistados dizem não ter feito nenhum planejamento financeiro para honrar esses compromissos.

Por outro lado, 31% da população conseguiu juntar dinheiro ao longo do ano para arcar com as despesas do primeiro trimestre e outros 31% dos entrevistados garantem ter guardado ao menos parte do 13º salário para cobrir os gastos. A pesquisa também mostra que 24% decidiram abrir mão de compras no Natal para sobrar recursos, provando que existem formas de não começar o ano já mal endividado com créditos emergenciais que oferecem taxas exorbitantes – como cheque especial e rotativo do cartão de crédito.

Não comece o ano mal endividado

Para começar 2020 com a saúde financeira em dia, a palavra de ordem é manter a disciplina. “Faça um planejamento para os primeiros seis ou três meses. É melhor pensar no curto prazo do que deixar de se preparar”, explica Flávio Schechter, gerente de crédito da Creditas.

Ao colocar na ponta do lápis seus planos para o próximo ano, também é importante entender se está mal endividado. Um exemplo de mau endividamento são os créditos que muitas pessoas tomam sem avaliar as altas taxas, como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. “Analise os juros das suas dívidas, o valor das parcelas, o custo total e o prazo que você tem para quitá-las. Com essas informações em mãos, compare-as com o refinanciamento”, aconselha Schechter.

Nesse cenário, o recomendado por especialistas é trocar a dívida cara pela barata: é possível conseguir condições de pagamento melhores, com juros mais saudáveis e prazos maiores. Isso contribui para que o consumidor não fique com a renda comprometida e, consequentemente, não inicie o ano mal endividado.

“É nesse momento que o empréstimo com garantia é útil, porque ele tem taxas mais baixas, que cabem no bolso, possibilitando outros gastos que sejam fundamentais”, diz.

Na Creditas, por exemplo, é possível trocar os juros do cheque especial, que chegam a quase 13% ao mês, por taxas de 1,59% por meio de um empréstimo com garantia de veículo. Dessa forma, ao colocar um bem como garantia, as condições ficam mais vantajosas e as quantias oferecidas são mais altas.

“Você pode usar o seu patrimônio para alavancar recursos e realizar sonhos, como ampliar os negócios, fazer uma viagem ou até mesmo dar uma festa”, conta o gerente de crédito. “No começo do ano, sempre surgem metas e desejos a serem realizados. Então, por que não usar um bem próprio para levantar um crédito de qualidade e viabilizar essas conquistas?”, completa.

Veja, a seguir, algumas dicas para começar o próximo ano com as contas no azul.
1_ Entenda suas receitas e despesas

Muito mais do que estabelecer metas, um bom planejamento financeiro inclui conhecer todas as receitas e despesas do orçamento. Ou seja, você precisa compreender exatamente como funciona o seu fluxo de caixa. “Muitos ainda não entendem quanto ganham por mês. Sabem o valor bruto, mas não o líquido, porque não têm o costume de olhar a conta-corrente: gastam no cartão de crédito e colocam algumas contas no débito automático”, diz.

“O planejamento é fundamental, pois ele permite que você enxergue a linha do tempo da sua vida financeira e saiba o momento em que terá um descasamento entre despesas e receitas que exija atenção”, explica. É nessa situação que é importante entender as contas que chegam no primeiro trimestre, calcular os gastos e o quanto sobra, para poder pensar na viagem para as próximas férias, em uma reserva de emergência ou no investimento para uma aposentadoria no futuro.
2_ Imagine os possíveis cenários

É fundamental pensar nas fontes de receita para o próximo ano e construir algumas hipóteses. “Temos que pensar em cenários: o mais provável, o pessimista e o otimista”, explica Schechter. Por exemplo, um funcionário com contrato CLT pode ter o mesmo salário durante todo o ano ou receber um aumento, de acordo com as perspectivas que o empregador oferece. Se isso estiver em vista, pode ser considerado no planejamento. Por outro lado, é possível também prever se esse profissional corre o risco de ser demitido, dependendo do momento da empresa. Com essas expectativas delimitadas, fica mais difícil ser pego desprevenido.
3_ Mapeie os gastos

Um bom planejamento financeiro inclui mapear as despesas. “O bom da virada do ano é que fica mais fácil entender a sazonalidade das contas”, explica Schechter. Um exemplo são os impostos pagos no começo do ano, como o IPVA e o IPTU.

Também é importante mapear os gastos essenciais, mas que variam de acordo com o consumo, como contas de luz e de gás. Lembre-se também de que até os gastos fixos mudam. Por mais que seja fácil colocar na ponta do lápis quanto do seu orçamento mensal vai para o aluguel, ao longo do ano ele pode sofrer reajustes, impactando diretamente as despesas anuais.
4_ Elimine gastos invisíveis

Identifique gastos que ficam invisíveis na rotina. Às vezes, você já se habituou a pagar alguma conta e ainda nem percebeu que não tem mais usado o serviço relacionado a ela, por exemplo. É essencial entender onde estão esses gargalos para reduzir despesas que até podem ter baixo custo mensal, mas fazem diferença quando colocados na ponta do lápis. Para que isso seja possível, é preciso ter o controle desses valores, seja em uma planilha, em um aplicativo ou até em bloquinho de anotações. “O que importa é o acompanhamento, registrar tudo para conseguir enxergar o panorama geral”, afirma o especialista.
5_ Faça uma reserva de emergência

“É importante incluir no planejamento do próximo ano ou semestre um espaço para economizar e criar uma reserva de emergência”, ressalta Schechter. Portanto, não deixe de guardar uma quantia do seu salário todos os meses, mesmo que o valor seja pequeno.

Calcule o seu custo mensal e junte o suficiente para se manter por pelo menos seis meses, em caso de perda de emprego, por exemplo. Mas lembre-se: esse dinheiro só deve ser utilizado em imprevistos. Isso vai ajudá-lo a evitar a entrada em modalidades de crédito emergenciais.
6_ Invista o seu dinheiro

Caso já tenha uma reserva de emergência e não esteja mal endividado, vale buscar diferentes tipos de investimento. Eles podem ajudar, inclusive, a arcar com as despesas do início do ano. Só não se esqueça de que os gastos do primeiro trimestre não podem ser considerados uma emergência, eles devem ser sempre previstos. “Como já são conhecidos, esses custos têm que fazer parte do planejamento e seria interessante poupar recursos em alguma aplicação acessível para usar em situações como essa”, reforça. Uma boa ideia, por exemplo, é poupar o 13º salário ou a restituição do imposto de renda para esse momento. (Exame)



Harmonização e Preenchimento facial podem levar à perda da visão?

A harmonização facial e as técnicas de preenchimento usadas para procedimentos estéticos tem sido um assunto muito falado. No entanto, o que seria sonho de consumo de alguns pode ter como resultado alguns efeitos colaterais nada desejados, como a perda da visão, o que tem trazido certo pavor para aqueles que pensam em recorrer a esta técnica.

Nos últimos 5 anos, houve aumento expressivo da procura por estes procedimentos estéticos no Brasil. A busca por preenchimento facial quadruplicou no Brasil, passando de 72 mil para 276 mil ao ano, uma média de 31,5 procedimentos por hora.

Principais efeitos colaterais dos preenchimentos

O Dr. Gustavo Issas, dentista especialista em implantodontia e procedimentos faciais, revela que estes procedimentos são minimamente invasivos, mas que também apresentam riscos: “a maioria dos procedimentos são realizados de forma segura e efetiva, com poucos ou nenhum efeito colateral. Mesmo assim, com o aumento da popularidade, também pode subir o número de complicações. A cegueira é uma complicação extremamente rara destes procedimentos, que foi mais notificada nos últimos anos. Casos analisados entre 1° de janeiro de 2014 e 31 de dezembro de 2016 mostraram que foram identificados 1.748 casos adversos devido ao preenchimento e nove processos. As complicações mais comuns foram: inchaço, infecção, presença de nódulo ou caroço e dor, sendo a mais incomum a perda da visão”. 

Pesquisadores apontam que 43% dos casos de complicações decorrentes de preenchimentos faciais foram provenientes de injeções nas bochechas e 30% nos lábios. Casos como cegueira, foram associados a apenas 6 procedimentos, a maioria destes realizados no nariz, sem a necessidade de cirurgia. Uma pesquisa realizada em 2017, mostrou que apenas cerca de 50 casos de cegueira após injeções estéticas faciais foram relatados até hoje no mundo inteiro. 

Para a pesquisa que relata reações adversas de preenchimentos faciais, foram analisados relatos disponíveis nos órgãos de Defesa do Consumidor, assim como dos serviços de atendimento ao cliente dos fabricantes e da FDA, agência americana que regula alimentos e medicamentos, entre 1° de janeiro de 2014 e 31 de dezembro de 2016, além de dados Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, para estimar o número total de injeções de preenchimento realizadas durante esse período, comparando com os registros judiciais relacionados a problemas com preenchimentos a partir da base de dados Westlaw Next Database.

Necrose da pele

O especialista aponta que o uso incorreto das agulhas para preenchimento também pode acarretar em efeitos colaterais indesejados como necrose da pele: “A necrose pode ocorrer por compressão ou lesão vascular. A asa nasal é a segunda área com maior risco de necrose por oclusão da artéria angular e também por apresentar circulação colateral restrita para suprir a isquemia. No sulco nasolabial pode ocorrer necrose cutânea por compressão dos vasos dérmicos, porém é mais rara. As duas principais causas dessa complicação são embolização ou compressão da artéria devidas à grande quantidade de produto injetado e, possivelmente, técnica intempestiva, além do uso de agulhas não apropriadas para a aplicação de preenchimento nesta região”. 

O Dentista como profissional adequado para procedimentos faciais

Hoje, muitos dos profissionais que realizam preenchimento e harmonização facial são dentistas, que fizeram alguma especialização nesta área. O Dr. Gustavo Issas aponta o porquê dos dentistas serem habilitados para realizar estes procedimentos: “Temos um conhecimento com a delicadeza da boca, uso de anestésico tópico, enquanto outros profissionais não têm os objetos adequados, a delicadeza como nós dentistas. Estamos acostumados a avaliar a proporção da face, através dos traços e uma tabela numérica mostra o que está na posição correta, lidamos sempre com proporções e temos profundo conhecimento da anatomia orofacial”.

Excesso de exercícios leva a alterações negativas em órgãos vitais

A prática de exercícios físicos intensos sem o tempo de recuperação adequado provoca alterações negativas em estruturas vitais do organismo, como coração, fígado e sistema nervoso central, revela pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

Antes, já era sabido que esse tipo de treinamento intenso sem intervalos necessários levava à síndrome do overtraining, desencadeando sintomas como depressão, insônia, irritabilidade, queda na imunidade, perda de apetite e de peso.

O trabalho mostra que os prejuízos vão além da queda do rendimento.

O professor Adelino Sanchez Ramos da Silva, da Escola de Educação Física e Esporte, disse que a síndrome de overtraioning era explicada, até então, pelo fato de que lesões no tecido musculoesquelético causadas pelo exercício excessivo induziriam à liberação na corrente sanguínea de substâncias pró-inflamatórias (proteínas produzidas por células de defesa e conhecidas como citocinas), que desencadeariam os efeitos sistêmicos.

A pesquisa, coordenada por ele, comprovou essa hipótese, formulada há 20 anos, e mostrou que há outras alterações negativas em órgãos vitais.

“O diferencial dos nossos estudos, que vêm sendo desenvolvidos há 10 anos, é que, além dessas alterações, nós verificamos, em estudos com camundongos, que o desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação está associado a uma inflamação em músculos esqueléticos, sangue, hipotálamo, coração e fígado”, explicou Silva.

Subida e descida

Foram feitos testes com camundongos, submetidos a diferentes práticas de overtraining, como corrida no plano, na subida e na descida, durante oito semanas.

Todos os protocolos de exercícios em excesso provocaram prejuízo na sinalização da insulina no tecido musculoesquelético, ou seja, as células musculares ficaram com mais dificuldade de captar a glicose que circula no sangue.

“Essa dificuldade foi compensada tanto pelo coração quanto pelo fígado, que aumentaram os estoques de glicogênio”, disse Silva.

Ele acrescentou que o coração apresentou sinais de fibrose e também sinais moleculares de hipertrofia patológica. O fígado teve aumento da gordura que ocorre, por exemplo, em doenças como diabetes e obesidade.

A inflamação no hipotálamo foi associada à diminuição do apetite e do peso corporal dos camundongos.

“É importante frisar que, após duas semanas de recuperação total, em que os animais não foram submetidos a nenhuma sessão de treinamento, as alterações inflamatórias no músculo esquelético, no soro e no hipotálamo retornaram aos valores normais, no entanto, o desempenho dos animais continuou diminuído”, afirmou.

Segundo o pesquisador, esse resultado sugere que outros mecanismos, além da citocinas pró-inflamatórias, estejam envolvidos na diminuição do desempenho em resposta ao desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação.

“Os próximos passos da nossa pesquisa serão avaliar animais que apresentam deficiência dessa citocinas, que são conhecidos como animais nocaute, para que possamos averiguar qual o real papel dessas citocinas”, afirmou.

Educação física

Silva destacou que o exercício físico – feito de forma regular e moderada e sob orientação de um profissional de educação física – é uma estratégia “não farmacológica extremamente eficiente para a prevenção e tratamento de diversas patologias”.

“Os nossos resultados servem como alerta para os indivíduos que treinam em excesso e não respeitam um período adequado de recuperação.

Esse período varia muito em relação a sessões de treinamento e ao nível inicial de condicionamento do praticante.

De forma geral, nós podemos dizer que um período entre 24 horas e 48 horas é suficiente para a recuperação”, finalizou.
Camila Maciel l Agência Brasil

Fragmentos de fogueira e de fogos de artifício podem causar trauma ocular e levar à cegueira

Lesões nas córneas e perda de visão podem aumentar no período junino. Isso porque, com os festejos e costumes do período, a população fica mais exposta à fumaça, faíscas de fogueira e de fogos de artifício – elementos que podem comprometer a saúde ocular. Por isso, o médico oftalmologista do DayHORC, Marcos Vale, alerta a população sobre cuidados preventivos, como evitar locais com muita poluição e ter cautela ao manusear produtos explosivos. De acordo com o médico, um dos problemas mais frequentes é o contato dos olhos com fragmentos provenientes da queima de fogueiras e da exposição à fumaça, que provocam sensação de areia e lacrimejamento. “Essas partículas podem ainda causar lesões na córnea ou aderirem a parte interna das pálpebras, gerando dor e vermelhidão”, explica. É comum também ocorrer irritação nos olhos, com sintomas semelhantes à conjuntivite, tais como ardor e fotofobia, mas que não causam sequelas. Já dentre os acidentes oculares mais preocupantes, e com maior gravidade, estão as queimaduras nos olhos. “A depender da extensão, o paciente pode ter a visão comprometida de forma irreversível”, alerta Marcos Vale.

Atendimento imediato

Soluções caseiras podem ajudar a melhorar leves incômodos, como o uso de soro fisiológico e a higienização dos olhos em água corrente. Mas, em casos de acidentes, como explosão e sintomas persistentes de embaçamento, dificuldade para enxergar, dores ou irritação, é preciso buscar o serviço de emergência 24 horas, de imediato, para que sejam adotados os tratamentos adequados para cada situação. O médico alerta ainda para os riscos da automedicação, como o uso de colírios e pomadas, pois podem agravar os sintomas.

Comuns no São João, bombas e ‘paredões’ podem causar surdez, alerta otorrino

As tradicionais bombas típicas do período junino, que ocupam as ruas com barracas, fumaça e consequentemente estouros, demandam atenção e cuidados pelo perigo que oferecem. O médico otorrinolaringologista do Hospital Santa Izabel, Nilvano Andrade, alertou para as lesões nos ouvidos devido às explosões das bombas juninas, principalmente para os mais jovens e crianças.

“A explosão é um deslocamento agudo de ar, e com um deslocamento próximo ao tímpano você vai estar deslocando ar e perfurando o tímpano, a condição é essa”, disse o especialista. Segundo o médico, a gravidade das lesões em relação a idade é maior ou menor pelo tempo que as pessoas afetadas terão que conviver com a surdez.

No entendimento do médico “quanto mais jovem pior”. “Se você tem uma criança, que vai ter um curso de uma vida em relação a perda auditiva, isso é complexo. Porque vai alterar a linguagem, os elementos do mundo, você precisa da audição”, analisou Nilvano Andrade. “O idoso já tem uma perda de auditiva natural, ele vai perdendo a audição gradualmente ao longo da vida”, completou o médico.

O otorrinolaringologista afirmou que as lesões em relação ao ruído são irreversíveis. Há casos de perda auditiva em que a cirurgia pra consertar o tímpano não traz melhora à qualidade da audição.

A respeito dos cuidados necessários para manter a tradição das bombas de São João sem se colocar em risco, o médico citou a proximidade. “Se nós temos cuidado de não ficar próximo quando formos utilizar os fogos e sabemos como utilizar – hoje tem mecanismos pra você poder distanciar da mão –, a tradição pode ser mantida”.

O alerta do médico também envolve o ruído das festas. Apesar de avaliar o São João como uma das festividades “em que mais se respeita o som” pelo tipo de música que é tocada e pela maioria dos eventos acontecer em ambientes abertos, Nilvano Andrade chamou a atenção para um elemento cuja presença tem sido cada vez maior nas ruas: o paredão. “O que existe hoje, e eu tenho vários pacientes nessa situação, é o que se chama de paredão. O cara pega uma parede de som, abre uma caminhonete na rua, pra ver qual é o som mais potente. Eu tenho pacientes que ficaram surdos por causa do paredão”, exemplificou ele.por Jade Coelho – Bahia Notícias

Veja dicas de como economizar durante os dias de carnaval

Para quem quer curtir o carnaval sem "aperto" no bolso, vale ter alguns cuidados na hora de cair na folia. Seja viajando ou curtindo as festas da cidade é essencial se programar com antecedência e respeitar os limites da sua atual situação financeira. O especialista em finanças, Reinaldo Domingos, listou seis dicas para aqueles que querem passar o período festivo com o orçamento equilibrado. Confira:

Viagens
Quem deseja viajar, mas não se planejou deve pesquisar locais, preços, pacotes e condições de pagamento que se encaixem em seu orçamento. Vale ainda levar uma graninha extra como reserva. 

Festas de rua
Em festas de rua, a tendência é gastar apenas com o que for consumir e com fantasia ou abadá. Para quem é frequentador assíduo – que vai antes, durante e até depois do carnaval – é importante conhecer seus números e saber o quanto pode gastar para não ter surpresas após as festas.

Fantasias
Se for pular o Carnaval fantasiado, considere reformar a fantasia do ano passado ou pegar emprestado com um amigo. Se gostar de explorar a criatividade e colocar a mão na massa, projete e produza a sua nova fantasia. Há muitas ideias bacanas na internet!

Bebidas e alimentos
No carnaval, é preciso se atentar aos excessos, inclusive o de alimentos e bebidas alcoólicas. Afinal, exagerar nesses quesitos não fará bem para sua saúde física e financeira. Ao comprar, procure valores promocionais em atacados, pois tende a ser mais barato e saudável levar cooler com bebidas e petiscos do que comprar de vendedores ambulantes.

Inadimplente: cuidado dobrado
Caso esteja com contas acumuladas, evite contrair novas dívidas no carnaval. Procure economizar para que o momento de descontração e alegria não se torne motivo de preocupação. 

Hora de curtir
Se você se programou com antecedência e guardou uma grana para aproveitar o carnaval, vale fazer um levantamento de quanto está disposto a gastar por dia, dividindo a quantia total pelo número de dias da folia. (Ibahia)

10 mitos e verdades sobre a AIDS

Dados demonstram que, só em 2012, foram registrados 39 mil novos casos de AIDS e 12 mil mortes pela doença no Brasil.

1. Sou mulher, heterossexual e não uso drogas. Portanto, não preciso me preocupar com a AIDS.
Mito. A AIDS é um problema de todos. Hoje não se fala em grupo de risco, mas em situação de vulnerabilidade, explica a psicóloga Iracema Teixeira, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana (Sbrash): “Não usar preservativo na relação sexual é se colocar em condição vulnerável. Cada um de nós precisa assumir a responsabilidade por sua saúde”.

2. Todo portador do HIV tem AIDS.
Mito. Um portador do HIV passa a ser considerado doente de AIDS quando apresenta a deterioração do sistema imunológico. O vírus da imunodeficiência humana (HIV) ataca os linfócitos CD4, que produzem anticorpos. Os que não têm sintomas nem sinal da doença são chamados soropositivos e podem transmitir o vírus. Uma pessoa com aparência saudável pode estar infectada e talvez nem saiba. Segundo o infectologista Jean Gorinchteyn, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, o surgimento dos sintomas dependem da saúde do portador. As doenças oportunistas – como herpes, tuberculose e pneumonia – demoram, em média de cinco a dez anos para se manifestar. Durante esse período, a pessoa pode ficar assintomática. Os primeiros sinais podem ser leves (febre, diarreia, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos) ou severos (pneumonias graves, diarreia persistente, emagrecimento intenso, placas de candidíase na língua e na boca, alterações no sistema nervoso).

3. O diagnóstico é feito apenas pelo exame de sangue.
Verdade. Há dois métodos: o exame convencional (Elisa) e o teste rápido em uma gota de sangue. As duas metodologias permitem detectar a presença de anticorpos contra o vírus HIV. Se der positivo ou reagente, é feito outro teste para confirmar o resultado, o Western Blot, que procura fragmentos do HIV, ou o PCR, que localiza material genético do vírus. O exame é solicitado na gravidez e pode ser realizado nos postos de saúde por qualquer pessoa que desconfie de exposição ao vírus (não usou camisinha no sexo com alguém que use drogas, por exemplo).

4. Se der negativo, posso respirar aliviada.
Mito. Pode ser um falso negativo. Os testes aplicados dosam anticorpos contra o vírus. Se o contato for recente, você pode estar no que os especialistas chamam de janela imunológica, período em que a produção de anticorpos contra o HIV é insuficiente para ser detectada. Jean Gorinchteyn recomenda repetir o teste após quinze dias, três meses, seis meses e um ano

5. Para que o tratamento dê certo, é preciso iniciá-lo assim que o exame der positivo.
Mito. Até o ano passado, a terapia antirretroviral só era iniciada quando a contagem de CD4 estivesse abaixo de 500 unidades por milímetro cúbico de sangue ou o portador tivesse a partir de 55 anos de idade. O tratamento foi antecipado pelo Ministério da Saúde com o objetivo de reduzir a quantidade de vírus em circulação, para evitar a queda na resistência e o aparecimento de doenças oportunistas, e também diminuir as chances de transmitir o HIV a outras pessoas. Mas os remédios têm efeitos colaterais, como lipodistrofia (alteração na distribuição de gordura: ela some do rosto e se concentra na barriga) e aumento do colesterol e dos triglicérides, além de náuseas, vômitos e diarreias nas primeiras semanas de uso. “Alguns não toleram esses efeitos e abandonam a medicação. Com isso, o vírus pode se tornar resistente aos remédios”, alerta o infectologista.

6. Os novos coquetéis de drogas fizeram da AIDS uma doença crônica como hipertensão.
Mito. Os 21 antirretrovirais disponíveis na rede pública não matam o vírus. Mesmo que a carga viral fique indetectável, isto é, não haja mais indício do HIV no sangue, ele pode ter se escondido no cérebro, nos gânglios e em outros locais a salvo do nosso sistema de defesa e voltar a atacar, daí a necessidade de usar a medicação por toda a vida, informa Jean Gorinchteyn. Apesar da possibilidade de manter o HIV sob controle, o infectologista diz que não dá para comparar essa infecção a outras doenças crônicas porque ela exige cuidados no sexo e na hora de ter filhos e os portadores sofrem preconceitos.

7. É preciso haver penetração para transmitir o vírus.
Mito. Atualmente a principal via de transmissão é sexual, portanto o maior cuidado é usar preservativo em todos os momentos da relação, seja ela homo ou heterossexual. “Não apenas para a penetração do pênis na vagina ou do pênis no ânus, mas antes de qualquer contato com mucosa, sêmen e secreção vaginal, inclusive no sexo oral”, recomenda Iracema Teixeira. Outros cuidados importantes: não compartilhar seringas, agulhas e objetos cortantes e escolher com o máximo de critério dentistas, manicures e locais para a realização de tatuagem.

8. Beijo transmite AIDS.
Mito. “O HIV foi achado na saliva, mas a composição dela consegue neutralizá-lo, a menos que a pessoa tenha alguma lesão grave na boca”, responde Iracema Teixeira.

9. Toda camisinha é 100% confiável.
Mito. Antes de transar, veja se o produto está dentro do prazo de validade e se tem a certificação do Inmetro. “As fluorescentes e com sabor devem ser usadas apenas como parte da brincadeira”, orienta Iracema Teixeira. “Na hora agá, prefira uma camisinha certificada. Preservativos não testados podem ter microperfurações, por onde o vírus passa.” Não guarde em locais expostos ao sol, como porta-luvas. Não abra a embalagem com os dentes e desenrole com cuidado, segurando na ponta para deixar uma folga para o ar.

10. Quem tem uma relação estável pode dispensar o preservativo.
Mito. “Abrir mão da camisinha requer uma conversa muito clara e um alto grau de confiança entre o casal, além da certeza de que ambos não estão infectados.” Para Iracema Teixeira, o foco não pode ser a monogamia. “Traições acontecem. Daí a importância de assumir o compromisso de usar preservativo nas relações extraconjugais para preservar quem se ama.” (Boa Forma)

Veja dicas de proteção para crianças, adultos e idosos no verão

Ingerir bastante líquido, usar hidratantes e evitar o sol no período de 10h às 16h são as principais formas de manter o corpo hidratado durante o verão. No entanto, crianças, adultos e idosos têm necessidades diferentes e precisam ficar atentos para passar por esse período sem complicações. Confira dicas específicas que ajudam a garantir o bem-estar na estação:

Crianças

Quem vai aproveitar o verão acompanhado de crianças deve optar por locais arejados e com sombra. O filtro solar com FPS 25 ou mais precisa ser aplicado a partir dos seis meses. “Os pais devem usar a tecnologia ao seu favor. É possível adquirir, por exemplo, adesivos que são colocados na pele das crianças e escaneados com o celular. Quando for a hora de reaplicar o protetor, o aviso chega no aparelho”, explica Betina Stefanello, médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Outras dicas para as crianças:

verificar as condições de higiene dos alimentos, especialmente se a refeição for realizada fora de casa;
vestir com roupas leves;
incentivar a lavarem as mãos com frequência;
oferecer líquidos regularmente para mantê-las hidratados. 

Adultos

Adultos também devem fazer uso constante e correto de protetor solar. Segundo Stefanello, essa proteção pode ir além da aplicação de produtos. “A ingestão de alimentos antioxidantes, como acerola, laranja, tomate, morango e cenoura, protegem a pele contra agressores externos e ainda hidratam”, afirma. Outra orientação para os adultos é não consumir apenas refrigerantes ou bebidas alcoólicas. A hidratação é mais eficiente com água pura e sucos de frutas, de preferência, naturais.

Idosos

No verão, os idosos podem ter complicações com o aumento da temperatura do corpo, desidratações, alterações de pressão e problemas alimentares. Esse quadro pode ser agravado pelo fato de eles terem menor sensação de sede e consequentemente ingerirem menos líquidos. Por isso, esse grupo deve beber pelo menos 2 litros de água por dia e evitar alimentos gordurosos e muito condimentados. (NOticias ao Minuto)

Smartphones estragam cartões bancários? Entenda

Se você é uma das pessoas que evita colocar os cartões de crédito próximo ao smartphone por receio de serem desmagnetizados, saiba que isso não passa de um mito. Os smartphones realmente possuem íman em alguns componentes, como é o caso do altofalante ou do fone, mas o campo magnético gerado não é suficiente para desativar a banda magnética presente em cartões de débito e crédito, por exemplo. Na verdade, é mais provável que o íman que mantém a carteira fechada contribua mais para que os cartões deixem de ser lidos que o smartphone. A Deco aponta outros motivos para os cartões deixarem de funcionar: riscos, água ou líquidos e dobras no cartão, bem como exposições prolongadas ao sol ou sujeira. (Noticias ao Minuto)

Remédios não podem ser jogados no lixo comum; aprenda a descartá-los

As embalagens vazias de remédio, como cartelas, potes e bisnagas, não devem ser jogadas no lixo comum, nem serem mandadas para a reciclagem. As sobras de remédios que venceram ou que apenas não serão mais usados também não podem ser descartados no lixo doméstico, na pia ou no vaso sanitário, porque as substâncias presentes neles representam um risco de contaminação para a água e o solo. O descarte correto não é trabalhoso. As embalagens e os medicamentos devem ser levados até pontos de coleta em farmácias, postos de saúde e alguns supermercados.Para encontrar o mais próximo da sua casa, consulte a plataforma de reciclagem e-cycle. Os resíduos coletados nesses pontos são incinerados, e as cinzas levadas para aterros especiais. Já as embalagens de remédios que não ficam em contato direto com o medicamento caixas de papelão e bulas podem (e devem) ir para a reciclagem comum. No caso de medicamentos injetáveis, como a insulina, o descarte é diferente. Seringas e agulhas usadas devem ser guardadas em um pote com paredes rígidas. Quando o recipiente estiver cheio, leve até uma unidade saúde para que ele seja encaminhado para incineração. Jogar seringas no lixo comum põe em risco a saúde das pessoas que manuseiam os resíduos. (bahianoticias) 

Alerta: desafios da web podem ser mortais e fazem vítimas no Brasil

Vez ou outra a internet pipoca com desafios perigosos entre adolescentes. Na noite de ontem, o mais recente deles tirou a vida de Adrielly Gonçalves, uma garota de apenas sete anos que, incentivada por canais no YouTube, resolveu fazer o "desafio do aerosol" e inalou desodorante. Segundo informações da Polícia Civil de São Bernardo do Campo, em São Paulo, Adrielly estava na casa de uma vizinha enquanto a mãe trabalhava. Durante um lapso da cuidadora, a menina resolveu verificar por quanto tempo conseguiria inalar o produto. Ela foi encontrada morta pela mãe deitada em uma cama da casa. Este, porém, não é o primeiro desafio que leva à morte de crianças no Brasil e no mundo. A Sputnik Brasil lista os mais recorrentes e que, vez ou outra, levam a dolorosas tragédias.

Desafio da CanelaO jogo surgiu no exterior em 2011 — alegadamente nos Estados Unidos — e logo se espalhou por todo mundo, incluindo o Brasil. A "brincadeira" consiste em colocar uma colherada de canela em pó na boca e tentar engolir. Pode parecer inocente, mas o produto pode trazer consequências gravíssimas como queimação das vias aéreas, lesões pulmonares, crises de asma, pneumonia e a obstrução da respiração, levando à morte por asfixia. Em junho de 2015, o jogo levou à morte do garotinho estadunidense Matthew Rader, de apenas quatro anos de idade. De acordo com médicos legistas que atenderam o caso, a textura fina do pó fez com que o menino engasgar.

Jogo do desmaio

Popular há décadas no Brasil, o jogo do desmaio consiste em prender a respiração enquanto um amigo vem por trás e pressiona forte o peito da pessoa. Também é possível prensar contra a parede. A falta de oxigenação leva ao desmaio imediato. A brincadeira pode levar a parada cardiorrespiratória grave, lesão cerebral, crise epiléptica, hematoma, traumatismo craniano e até ao coma. Em outubro de 2016, o jogo foi responsável pela morte do adolescente Gustavo Detter, morador da cidade de São Vicente, Paraná. O menino tinha apenas 13 anos. Para identificar se o seu filho está fazendo o desafio, os médicos alertam para sinais corporais que podem dar pistas: olhos vermelhos, marcas no pescoço, fortes dores de cabeça e desorientação.

Baleia Azul

O jogo surgiu em 2015 na rede social russa “Vkontakte” e levou vários adolescentes do país ao suicídio. O desafio se espalhou rapidamente pela Europa e chegou ao Brasil no final do ano passado. Consistia em uma série de tarefas indicadas por um "curador" como mutilação ou subir no alto de um prédio e balançar as pernas. A última era sempre o suicídio, o que "libertaria" o jogador das preocupações mundanas. Por aqui, ficaram famosos os casos de mortes em em Minas Gerais, Mato Grosso e Rio de Janeiro, acendendo a luz amarela de autoridades que passaram a investigar o jogo em todo o país.

RPG

O caso do assassinato Aline Silveira Soares em outubro de 2001 gerou uma grande comoção na imprensa (e uma boa dose de sensacionalismo). À época, a garota viajou para Ouro Preto, uma cidade universitária e histórica em Minas Gerais, para participar da Festa do Doze que reúne alunos e ex-alunos da UFOP. Aline foi encontrada nua, de braços abertos e pernas cruzadas em cima de um túmulo do cemitério local com 17 facadas no corpo e os investigadores alegaram que o assassinato tinha sido motivado pelo jogo "RPG Vampiro: A Máscara". Os quatro acusados do assassinato foram inocentados em 2009, mas o RPG nunca saiu das páginas policiais. Em maio de 2005, a Polícia Civil do Espírito Santo concluiu Douglas Augusto Guedes, a mulher dele, a Heloísa Helena Andrade Guedes, e do filho do casal Tiago Guedes tinham sido assassinados em conexão com um jogo de RPG. Tiago teria perdido uma partida para os assassinos confessos Mayderson Mendes e Ronald Ribeiro. Com informações da Sputnik Brasil.

5 dados pessoais que você deixa em seu celular sem perceber

Você já parou para pensar em quantas informações o seu telefone celular tem sobre você? Também, pudera: ele está ao nosso lado do acordar ao dormir, media nossas comunicações com as pessoas e nos ajuda com as mais variadas consultas e tarefas. Embora esses aparelhos saibam tanto sobre nós, talvez nós não saibamos tanto sobre eles - e sua capacidade de armazenar nossos dados. É que, na memória do celular, está não só nossa lista de contatos, mas também registros dos lugares que frequentamos, as músicas que escutamos, os emails e as mensagens que recebemos, o horário em que acordamos... e muito mais. Esses são os "metadados", os "dados sobre os dados" que extraem discretamente detalhes sobre nossas comunicações, padrões de comportamento e rotinas diárias. Confira a seguir algumas das coisas que seu smartphone "sabe" sobre você - e que você mesmo "contou", provavelmente sem perceber.1. A velocidade que você caminha

A maioria dos smartphones tem a navegação por GPS ativada, graças a aplicativos como o Google Maps - que costuma nos responder como chegar a um determinado lugar ou qual é o hospital mais próximo. No entanto, os serviços de geolocalização também permitem que seu dispositivo conheça a velocidade com que você se move, seja de carro ou caminhando... entre outras coisas.

2. Onde você vive, trabalha e se diverte

O uso de serviços de geolocalização deixa metadados que "entregam" a localização da sua casa. E não só isso: eles também podem identificar seu local de trabalho, a cafeteria mais frequentada ou um centro de saúde de referência. "O seu histórico de localização é acessível para quem tiver ou puder ter acesso ao seu telefone", explica a organização Tactical Technology Collective, dedicada ao controle dos "rastros digitais". "A Apple usa um algoritmo ou uma fórmula que deduz que a localização do seu telefone à noite normalmente é a sua 'casa', e se permanecer em outro lugar o dia todo, deve ser seu local de trabalho." Esses traços são úteis para as empresas. "A menos que você já tenha desativado serviços de localização ou locais frequentes, seu telefone provavelmente está registrando sua localização no dispositivo", diz o site da Tactical Technology Collective. Você quer verificar isso sozinho? Siga estas etapas em seu telefone celular: "Configurações" -> "Privacidade" -> "Serviços de localização". Se tiver um iPhone que funcione com o sistema iOS 7 ou uma versão mais recente, você pode até checar os locais mapeados selecionando "Localizações frequentes dos serviços do sistema". 

3. Seu preparo físico

Se você tem um aplicativo que auxilia na execução de exercícios físicos, na prática você está entregando para o celular alguns indicadores sobre sua saúde. O mesmo acontece com ferramentas que monitoram quantas horas você dorme, ciclo menstrual ou frequência cardíaca. "Provavelmente há mais informações sobre você no seu telefone do que na sua casa", disse o diretor executivo da Apple, Tim Cook, à rede americana ABC News em 2016. "Nossos smartphones estão cheios de nossas conversas íntimas, nossos dados financeiros, nossos indicadores de saúde. Eles também estão munidos, em muitos casos, da localização de nossos filhos", acrescentou.

4. Quantos táxis você pega e o quanto deixa de dinheiro

Ao usar apps de transporte privado, como Uber, Cabify e 99, você deixa no seu celular um registro da frequência com qual usa esse tipo de serviço. Mas os metadados muitas vezes vêm de fontes externas. Em 2014, uma base de dados da Comissão de Limousines e Taxis de Nova York foi revelada, exibindo cada viagem realizada em 2013. Esses dados, de acordo com a consultoria Neustar Research, continham informações sobre a origem e o destino de cada viagem e a quantia paga. E esse é apenas um exemplo.

5. A que horas se levanta e se deita

Usar o celular como despertador é um costume muito comum dos nosso tempos. Assim, os telefones também são capazes de registrar nossos horários de sono e monitorá-los. O iOS 10, penúltima versão do sistema operacional lançada pela Apple, é capaz de detectar, por meio do despertador, a que horas você dorme, se acorda durante a noite e quando finalmente desperta. Esses dados podem ser usados para mapear hábitos ou para fins médicos. Mas eles podem também ser usados para fins mais estratégicos, como a venda de publicidade enquanto estamos acordados à noite - quando somos mais vulneráveis às ofertas de algumas empresas. Embora, em última instância, seja você quem decida a quantidade de informação que compartilha com o celular. (BBC Brasil)

Você sabia que arroz requentado pode causar doenças?

O modo como o arroz é guardado após o primeiro cozimento pode causar intoxicação alimentar, segundo informações do Yahoo Brasil. O arroz cru possui células chamadas "Bacillus cereus", que são capazes de se reproduzir rapidamente, e isso está suscetível a acontecer quando o arroz é deixado fora da geladeira após ser cozido. Os esporos se transformam em bactérias e se multiplicam, causando infecção ao consumi-lo no dia seguinte. De acordo com o o site, quanto mais tempo o arroz ficar exposto a temperatura ambiente, maiores são as chances de intoxicação alimentar. Por isso, o ideal é que o guarde na geladeira o mais rápido possível depois de pronto.

Produtos com defeito comprados pela internet podem ser trocados

A comodidade do clique levou milhares de consumidores a optarem pelas compras on-line, em vez de procurarem as lojas físicas. Como nessa modalidade quem compra só tem contato com o produto quando ele chega, os possíveis defeitos são identificados na hora da entrega. Segundo dados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2007 e 2014, o e-commerce dobrou a participação nas vendas do varejo. A receita gerada pelo segmento saltou de R$ 7,7 bilhões para R$ 30,2 bilhões, com crescimento real de 290,4% no período. Para resguardar os consumidores, o Código de Defesa do Consumidor assegura uma série de direitos específicos a quem realiza as compras pela internet. Se o produto chegar com defeito, a legislação garante a troca da mercadoria aos consumidores, que deve ser consertada, ou então deve ser oferecido o valor do produto, como crédito na loja, ao consumidor. Por isso, é importante guardar a nota fiscal. O Código prevê também que os produtos não duráveis, como alimentos, tenham uma garantia de 30 dias, e os duráveis, como eletrodomésticos, de 90 dias. Dentro desse período, os consumidores podem reclamar o defeito às empresas, que ficam obrigadas a solucionar o problema no prazo de um mês, além de arcar com todos os custos. Se o produto não for consertado, o consumidor pode pedir que a mercadoria seja trocada ou receber outro produto do mesmo tipo. A lei ainda prevê que a loja devolva o dinheiro ao comprador se ele optar por cancelar a compra. Ainda é possível aceitar ficar com o produto por um preço mais barato. Quando a empresa não corrige o problema, a alternativa é procurar os órgãos de defesa do consumidor, como os Procons. As lojas ainda podem oferecer a garantia contratual, que é definida em um documento, chamado de Termo de Garantia, ou a garantia estendida, pela qual o consumidor paga para ampliar a validade dos serviços.

Dicas de segurança para viajar de carro no carnaval

Com a chegada do Carnaval o volume de veículos nas estradas aumenta e, com ele, os acidentes. Um pouco de planejamento pode diminuir o risco de acidentes. Além dos tradicionais itens mecânicos que devem ser checados no carro, como nível do óleo, calibragem de pneus, funcionamento dos faróis, entre outros, o motorista deve de se preparar psicologicamente para a jornada, sabendo que poderá enfrentar congestionamento e mesmo condições adversas do tempo, típicas do verão, como temporais. O Voz da Bahia procurou um especialistas para listar quais os cuidados devem ser tomados por motoristas antes e durante a viagem. Confira:

O ideal, antes de uma viagem, é levar o carro ao mecânico, assim o especialista poderá verificar todos os itens imprescindíveis para o correto funcionamento do carro.

Níveis de óleo do motor e fluídos de freio, além de calibragem dos pneus e seu estado de conservação são pontos importantes para checar e evitar um acidente.

Consulte o movimento das estradas, evitando pegar congestionamentos e evite pegar a estrada de madrugada.

É aconselhável fazer um roteiro exato para o destino, além de checar as condições de tempo.

Pista molhada e estradas de terra podem ser um problema para o motorista. Se for pegar um trecho de terra, com o carro muito cheio, é possível que não consiga chegar a seu destino.

Evite atividades que tirem sua atenção do ambiente ao seu redor quando estiver parado no congestionamento (ex.: maquiar-se, falar ao celular, ler jornal, etc)

Desde setembro de 2010, é obrigatório transportar crianças até 7 anos e meio em cadeirinha ou dispositivo equivalente à idade/altura (bebê-conforto, assento de elevação) em veículos de passeio. O dispositivo aumenta a segurança para esses ocupante e também para as demais pessoas no carro.

Levar animais, como cachorros e gatos, no colo durante uma viagem não é apropriado. Além de um animal distrair e até mesmo atrapalhar o motorista, em caso de acidente ele pode tornar o impacto mais nocivo aos ocupantes. O correto é levá-los dentro de compartimentos, aquelas casinhas de transporte, e acomodá-los no banco traseiro – com a ajuda do cinto de segurança, ou no assoalho entre os bancos dianteiros e traseiros.

Nunca é demais lembrar que, além de seu uso ser obrigatório, os cintos de segurança são indispensáveis para diminuir os efeitos nocivos em caso de acidente. O uso do cinto também é determinante para o airbag cumprir sua função. Assim, só dê partida na carro quando todos ocupantes estiverem com ele afivelado.

Viagens na gravidez precisam de cuidados especiais; saiba mais

Às vésperas do Carnaval, já é hora de preparar a viagem para encontrar a família ou aproveitar a data para descansar longe de casa. Para que a viagem não tenha contratempos, é importante tomar alguns cuidados com a saúde, principalmente durante a gravidez.Planejar férias ou viajar a trabalho durante a gravidez é possível, desde que alguns cuidados sejam tomados para garantir a saúde da mãe e do bebê. A gestante deve sempre conversar com seu médico sobre as viagens durante a gestação. Para percursos de automóvel, não existe restrição, mas é essencial fazer paradas para caminhar um pouco e se alimentar bem. Em geral, os médicos recomendam que as gravidas parem de viajar por volta da 36ª semana. Para viagens de avião, o cenário é diferente. A Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo) recomenda às companhias que solicitem uma autorização médica para as gestantes que viajam a partir da 36ª semana (ou 32ª, no caso de gestações múltiplas). A exigência pode variar de acordo com cada companhia aérea. Portanto, a grávida deve verificar com a empresa quais são os procedimentos necessários. Outro ponto a se considerar é que viajar pode fazer com que a grávida fique muito tempo na mesma posição, o que dificulta o retorno venoso e causa inchaço maior do que o normal. Segundo o Dr. Gustavo Kesselring, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, para evitar, o ideal é usar uma meia de média compressão durante o voo, caminhar e fazer exercícios com as pernas enquanto estiver sentada. É recomendado, ainda, o uso de um soro nasal durante o voo, já que o ar dos aviões é muito seco. O ginecologista afirma que, como há muitas impurezas, isso aumenta o risco de adquirir uma infecção viral, por exemplo. A vacinação também é um item importante. Quando decidir o destino de sua viagem, informe-se sobre a necessidade de vacinação o quanto antes. Os trajes e a alimentação também devem seguir alguns cuidados especiais. As roupas precisam ser leves e confortáveis. No dia anterior e durante o voo, evite alimentos que produzam gases, além de chá, café e bebidas com cola, que são diuréticas e aumentam a vontade de urinar. “As grávidas podem ficar desidratadas com facilidade, por isso devem tomar um litro de água a cada seis horas de viagem”, diz o especialista.(N. ao Minuto)

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