Cinco empresas que fazem parte do grupo EBX e têm açôes na bolsa registraram um prejuízo bilionário no segundo trimestre do ano. Juntas, a mineradora MMX , a companhia de logística LLX , a petroleira OGX , o estaleiro OSX e a empresa de energia MPX tiveram prejuízo de R$ 6,2 bilhões no período. Empresário sumiu dos holofotes e diminui suas participações nas empresas. O grupo, controlado pelo empresário Eike Batista, vive uma crise de credibilidade perante investidores ao anunciar resultados abaixo do esperado. O maior tombo foi registrado pela petroleira OGX: seu prejuízo foi de R$ 4,7 bilhões no período, quase seis vezes maior do que os R$ 804,6 milhões registrados nos três meses anteriores.
Ela é seguida pela mineradora, com perdas de R$ 441,5 milhões; a de energia, que teve prejuízo de R$ 233,2 milhões; o estaleiro OSX, que perdeu R$ 149,1 milhões; e a empresa de logística, que perdeu R$ 73,6 milhões. O resultado da petroleira foi impactado pelos R$ 3,6 bilhões de provisão para perda dos investimentos nos campos de Tubarão Azul, Tubarão Areia, Tubarão Gato e Tubarão Tigre; R$ 491 milhões referentes a poços secos e áreas subcomerciais devolvidas à Agência Nacional do Petróleo (ANP); R$ 491 milhões de despesas com variação cambial; e ainda R$ 779 milhões por compensações devidas à OSX, empresa do grupo com a qual tinha contratos comerciais.
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