12/12/2011 - Anunciada para o início de 2012, a reforma ministerial de Dilma Rousseff tornou-se assunto sigiloso. Para livrar-se de pressões, a presidente restringiu as conversas sobre o tema. Divide seus planos com poucos assessores. Irritou-se com a reação à notícia de que planejava enxugar o número de secretarias com status ministerial. Cogitara fundir as pastas da Igualdade Racial e de Políticas para Mulheres à secretaria de Direitos Humanos. Levado às manchetes, o plano motivou reações que fizeram a cogitação subir no telhado. Além de restringir o número de interlocutores, Dilma tornou-se econômicas nas palavras. Vazamentos anônimos, sem digitais, tornaram-se inviáveis. No Congresso, lideranças do PT e do PMDB passaram a apostar em mudanças pontuais. Dilma não faria propriamente uma reforma, mas ajustes. Leia mais no Blog do Josias.
Procurar Notícia
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comments:
Postar um comentário