21/06/2011 - A três meses de concluir o mandato, o presidente da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Joseph Deiss, deverá ser cobrado nesta segunda-feira (20), nas reuniões com a presidente Dilma Rousseff e o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, sobre a reforma do Conselho de Segurança. O governo do Brasil propõe que os países em desenvolvimento tenham espaço garantido nos assentos permanentes e rotativos. Deiss é um dos defensores da ampliação da atual estrutura do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A exemplo do Brasil, o presidente da Assembleia Geral quer a adequação do órgão ao cenário político mundial do século 21. A organização em vigência segue o modelo do mundo de seis décadas atrás, logo depois da 2ª Guerra Mundial. Os países que têm assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas são a China, França, Rússia, o Reino Unido e os Estados Unidos. Nos lugares rotativos estão: Bósnia-Herzegovina, Alemanha, Portugal, Brasil, Índia, África do Sul, Colômbia, Líbano, Gabão e Nigéria. Estadão