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Fique por dentro: Rastreamento de contatos (MERS)

O que é rastreamento de contatos e por que é importante?
Aqueles em contato próximo com alguém que tem MERS correm maior risco de infecção e potencialmente infectam outras pessoas se começarem a mostrar sintomas. Observar atentamente essas pessoas por 14 dias a partir do último dia de exposição a um caso confirmado ajudará a pessoa a receber cuidados e tratamento e evitará a transmissão adicional do vírus a outras pessoas. Esse processo de monitoramento é chamado rastreamento de contato, que pode ser dividido em três etapas básicas: 

Identificação do contato: Depois que um caso é confirmado, os contatos são identificados perguntando sobre as atividades do caso e as atividades e papéis das pessoas ao redor do caso desde o início da doença. Os contatos podem ser membros da família ou qualquer pessoa que tenha tido contato com o caso, por exemplo, pessoas encontradas no trabalho, eventos sociais ou em unidades de saúde. 

Lista de contatos: todas as pessoas consideradas como tendo contato com o caso confirmado devem ser listadas como contatos. Esforços devem ser feitos para identificar todos os contatos listados e informá-los sobre seu status de contato, o que significa, as ações que se seguirão e a importância de receber cuidados precoces se eles desenvolverem sintomas. O contato também deve receber informações sobre a prevenção da doença. Em alguns casos, é necessária quarentena ou isolamento para contatos de alto risco, em casa ou no hospital. 

Acompanhamento do contato: acompanhe todos os contatos listados diariamente por 14 dias a partir da última vez em que estiveram em contato com o paciente confirmado com MERS para o desenvolvimento de sinais e sintomas e para o teste para MERS-CoV.

Fique por dentro: Como detectar o MERS é contagioso?

É fácil detectar pessoas que estão infectadas com MERS-CoV? 
Nem sempre é possível identificar pessoas infectadas com o vírus MERS, porque os primeiros sintomas da doença são inespecíficos e muitas vezes confundidos com outras doenças respiratórias. Por esse motivo, todas as unidades de saúde devem ter práticas padrão de prevenção e controle de infecções. Também é importante investigar o histórico de viagens de pessoas com infecção respiratória para determinar se eles visitaram recentemente países com circulação ativa de MERS-CoV ou se tiveram contato com camelos dromedários. 

O MERS é contagioso? 
Sim, mas a transmissão de humano para humano tem sido limitada. O vírus parece não passar facilmente de pessoa para pessoa, a menos que haja contato próximo, como ocorre ao prestar assistência desprotegida a um paciente. Houve aglomerados de casos em unidades de saúde, onde a transmissão homem a homem parece ser mais eficiente, especialmente quando as práticas de prevenção e controle de infecção são inadequadas. Os maiores surtos de saúde associados ocorreram na Arábia Saudita e na República da Coréia.

Fique por dentro: Existe vacina ou tratamento para 0 MERS-cov

Existe uma vacina para MERS-CoV? Qual é o tratamento?
Nenhuma vacina ou tratamento específico para MERS está disponível atualmente, no entanto, existem várias vacinas para MERS em desenvolvimento. O tratamento é de suporte e baseia-se na condição clínica de uma pessoa. 

Alguém pode estar infectado com MERS-CoV e não estar doente? 
Sim, a infecção com MERS-CoV pode ser assintomática. Pessoas infectadas sem sintomas foram identificadas porque foram testadas para MERS-CoV durante investigações entre contatos de pessoas que se sabe estarem infectadas com MERS-CoV. O papel dos indivíduos infectados assintomáticos na transmissão é atualmente desconhecido e sob investigação.

Fique por dentro: Sintomas da MERS

Quais são os sintomas da MERS? 
Quão grave é? Um caso típico de MERS inclui febre, tosse e / ou falta de ar. Pneumonia é comum, no entanto, algumas pessoas infectadas com o vírus MERS foram relatadas como assintomáticas. Sintomas gastrointestinais, incluindo diarréia, também foram relatados. Os casos graves de MERS podem incluir insuficiência respiratória que requer ventilação mecânica e suporte em uma unidade de terapia intensiva. 

Alguns pacientes tiveram falência de órgãos, principalmente rins, ou choque séptico. O vírus parece causar doenças mais graves em pessoas com sistema imunológico enfraquecido, idosos e pessoas com doenças crônicas como doença renal, diabetes, câncer e doença pulmonar crônica. A taxa de mortalidade de pessoas com o vírus MERS é de aproximadamente 35% - no entanto, isso pode ser uma superestimação, pois casos leves podem ser esquecidos pelos sistemas de vigilância existentes.

Fique por dentro: Transmissão do vírus MERS

Como as pessoas são infectadas com o vírus MERS? 
O vírus MERS é transmitido principalmente de animais para pessoas, mas a transmissão de pessoas para pessoas também é possível. 

De animais para pessoas 
O MERS-CoV é um vírus zoonótico, o que significa que é transmitido entre animais e pessoas. Evidências científicas sugerem que as pessoas são infectadas por contato direto ou indireto com camelos dromedários infectados. O vírus MERS (escrito como MERS-CoV) foi identificado em camelos dromedários em vários países, incluindo Egito, Omã, Catar e Arábia Saudita. Há mais evidências sugerindo que o MERS-CoV é difundido em camelos dromedários no Oriente Médio, África e partes do sul da Ásia. É possível que existam outros reservatórios de animais, no entanto, animais como cabras, vacas, ovelhas, búfalos, suínos e aves selvagens foram testados para MERS-CoV e o vírus não foi encontrado. 

Entre pessoas 
O MERS-CoV não passa facilmente entre as pessoas, a menos que haja contato próximo, como a prestação de cuidados clínicos a um paciente infectado sem medidas estritas de higiene. A transmissão entre pessoas foi limitada até o momento e foi identificada entre familiares, pacientes e profissionais de saúde. Embora a maioria dos casos de MERS relatados até o momento tenha ocorrido em estabelecimentos de saúde, até o momento, nenhuma transmissão sustentada de humano para humano foi documentada em qualquer lugar do mundo.

O que é a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS)?
A síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS) é uma doença respiratória viral causada por um coronavírus (coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio ou MERS-CoV) que foi identificado pela primeira vez na Arábia Saudita em 2012. Os coronavírus são uma grande família de vírus que podem causar doenças nos humanos, desde o resfriado comum até a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).

Fique por dentro: Identificação dos casos de MERS

Onde foram identificados casos de MERS? 
Desde 2012, o MERS tem sido relatado em 27 países, incluindo Argélia, Áustria, Bahrein, China, Egito, França, Alemanha, Grécia, República Islâmica do Irã, Itália, Jordânia, Kuwait, Líbano, Malásia, Holanda, Omã, Filipinas, Catar , República da Coréia, Reino da Arábia Saudita, Tailândia, Tunísia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Estados Unidos e Iêmen. Aproximadamente 80% dos casos humanos relatados pelo Reino da Arábia Saudita. Os casos identificados fora do Oriente Médio são pessoas infectadas no Oriente Médio e que viajaram para áreas fora do Oriente Médio. Em raras ocasiões, ocorreram pequenos surtos em áreas fora do Oriente Médio. 

O que é a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS)?
A síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS) é uma doença respiratória viral causada por um coronavírus (coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio ou MERS-CoV) que foi identificado pela primeira vez na Arábia Saudita em 2012. Os coronavírus são uma grande família de vírus que podem causar doenças nos humanos, desde o resfriado comum até a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).

Fique por dentro: Coronavírus (MERS)

O que é a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS)? 
A síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS) é uma doença respiratória viral causada por um coronavírus (coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio ou MERS-CoV) que foi identificado pela primeira vez na Arábia Saudita em 2012. Os coronavírus são uma grande família de vírus que podem causar doenças nos humanos, desde o resfriado comum até a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).

Fique por dentro: Recomendações da OMS sobre o coronavírus

Os profissionais de saúde sofrem risco de contrair o novo coronavírus? 
A OMS explica que sim, pois os profissionais de saúde entram em contato com os pacientes com mais frequência do que o público em geral. A agência recomenda que os profissionais de saúde utilizem sistematicamente medidas apropriadas de prevenção e controle de infecções. 

Quais as recomendações da OMS para os países? 
A OMS incentiva todos os países a aprimorar sua vigilância para infecções respiratórias agudas graves, Sars, revisar cuidadosamente todos os padrões incomuns de casos ou pneumonia e notificar a agência sobre qualquer suspeita ou confirmado de infecção por um novo coronavírus. Os países são incentivados também a continuar fortalecendo sua preparação para emergências de saúde, em conformidade com o Regulamento Sanitário Internacional de 2005.

Fique por dentro: Como se proteger do coronavírus

O que a pessoa pode fazer para se proteger? 
As recomendações para reduzir a exposição e a transmissão de uma série de doenças incluem a manutenção básica da higiene das mãos e respiratórias, práticas alimentares seguras e evitar contato próximo, quando possível, com qualquer pessoa que mostre sintomas como tosse e espirros.

Fique por dentro: Existe vacina ou tratamento para o coronavírus?

Existe uma vacina para um novo coronavírus? 
Não. Quando uma doença surge, não existe vacina até que uma possa ser desenvolvida após testes em laboratório. Segundo a OMS, este processo pode levar alguns anos. 

Existe tratamento para um novo coronavírus? 
A OMS afirma que não há tratamento específico para a doença causada por um novo coronavírus. No entanto, muitos dos sintomas podem ser tratados e, portanto, o tratamento tem como base a condição clínica do paciente. Além disso, os cuidados de apoio às pessoas infectadas podem ser altamente eficazes.

Fique por Dentro: Transmissão do coronavírus

Os coronavírus podem ser transmitidos de pessoa para pessoa? 
Sim. Alguns coronavírus podem ser passados de pessoa para pessoa, geralmente após contato próximo com um paciente infectado, como por exemplo, em casa ou num centro de saúde.

Fique por Dentro: Sintomas Coronavírus

Quais são os sintomas apresentados por uma pessoa que foi infectada com um coronavírus? 
Depende do vírus, mas os sinais comuns incluem sintomas respiratórios, febre, tosse, falta de ar e dificuldades respiratórias. Em casos mais graves, a infecção pode causar pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, insuficiência renal e até a morte.


SAÚDE: Pergunta e Respostas

O que é hipertensão resistente?
Uma pessoa tem hipertensão resistente ou refratária quando a sua pressão arterial permanece acima de 14 por 9 (14/9), apesar de seguir completamente as orientações médicas para evitar sal, emagrecer, fazer atividades físicas e de tomar ao menos 3 tipos diferentes de remédios para baixar a pressão. Também quem tem que tomar 4 ou mais tipos de medicamentos anti-hipertensivos para conseguir controlar a pressão é chamado de “hipertenso resistente”. Para os pacientes diabéticos ou que têm o funcionamento dos rins diminuído, a pressão considerada normal tem que ser menor que 13 por 8 (13/8).

As causas que mais contribuem para que alguém tenha hipertensão resistente são: obesidade, excesso de sal na comida, idade maior que 55 anos, diabetes, abuso de bebidas alcoólicas e colesterol alto no sangue. Pacientes obesos que roncam muito e têm pausas na respiração durante o sono também podem ter hipertensão resistente. 
Para ter certeza do diagnóstico de hipertensão resistente, é necessário que as medidas de pressão sejam feitas corretamente, a chamada “hipertensão do avental branco” (quando a pressão está alta nas visitas ao médico e é normal em casa) seja descartada e que os remédios anti-hipertensivos estejam sendo tomados todos os dias, nas doses e horários prescritos. Além do tratamento com medicamentos, o hipertenso resistente deve seguir orientações para reeducação alimentar com dieta com pouco sal, redução do peso, cessação do tabagismo, limitação da ingestão de bebidas e realização de atividades físicas.
Usando vários medicamentos em doses altas, os hipertensos resistentes podem ter sintomas inesperados, chamados de “efeitos colaterais”. Na maior parte das vezes, isso não deve ser motivo para parar as medicações antes de consultar o médico. Também devem ser discutidas com o médico questões que possam prejudicar o tratamento, como o custo dos medicamentos e o medo de tomar outros remédios junto com o tratamento prescrito e de queda exagerada da pressão.
Finalmente, sabemos que o benefício do tratamento do hipertenso resistente depende muito mais dele do que da equipe de saúde que o acompanha. Por exemplo, além de seguir corretamente o tratamento com os medicamentos indicados e as orientações gerais feitas, o paciente deve sempre falar a verdade aos profissionais sobre se está ou não fazendo o tratamento como explicado e prescrito. Também, levar, nas consultas médicas, as medidas de pressão anotadas feitas em casa auxilia muito o próprio tratamento.
Heitor Moreno Júnior - Cardiologista e professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp – SP, Brasil - Coordenador do Ambulatório e Laboratório de Farmacologia Cardiovascular e Hipertensão Resistente

SAÚDE: PERGUNTAS E RESPOSTAS

Por que usar dieta hipossódica no tratamento da Hipertensão Arterial? 
A pressão arterial é a pressão que o sangue exerce na parede das artérias; consequentemente, a Hipertensão Arterial é o aumento da pressão que o sangue faz na parede das artérias para se movimentar. A Hipertensão Arterial é uma doença multifatorial; dentre seus principais fatores de risco está o consumo exagerado de sal. Nesse caso, tratar a hipertensão envolve, especialmente, a mudança do hábito alimentar. A ingestão elevada de sódio, substância presente no sal de cozinha, tem sido correlacionada com o aumento dos níveis da pressão arterial e seu difícil controle. Esse fenômeno é explicado pelo fato de que, quando se ingere uma quantidade excessiva de sal, o organismo retém água, aumentando a quantidade de sangue circulante, o que leva ao aumento do débito cardíaco (que é o volume de sangue bombeado pelo coração em um minuto) e consequente aumento da pressão sanguínea no interior das artérias, resultando na elevação da pressão arterial. 
Portanto, pessoas hipertensas devem utilizar uma dieta hipossódica (pobre em sódio) para manter a pressão arterial em valores normais. A restrição salina promove rápida e importante redução da pressão arterial, além de promover benefícios na diminuição do risco de complicações cardiovasculares e renais. Por isso, a mudança do hábito alimentar é de extrema importância, preconizando-se o consumo máximo de 5 g de sal por dia. 

Alimentos industrializados, como embutidos, conservas, enlatados, defumados, frios, molhos prontos, refrigerantes, devem ser evitados, pois contêm uma grande quantidade de sódio. Também se deve extinguir o hábito de adicionar sal em saladas e outros alimentos temperados à mesa e dar preferência ao uso de alimentos naturais. A dieta hipossódica é recomendada tanto para hipertensos quanto para normotensos, pois esse hábito é muito útil no controle e prevenção da Hipertensão Arterial. Esse tipo de alimentação deve ser ensinado às crianças desde cedo, para que cresçam com uma dieta balanceada e uma vida saudável, pois populações que ingerem pouco teor de sódio praticamente não apresentam casos de hipertensão. Enfim, mudar o hábito alimentar não é fácil, mas deve ser feito continuamente com ações simples, como tirar o saleiro da mesa, preferir temperos e alimentos naturais e, assim, adaptar seu paladar à dieta hipossódica. Dessa forma, ficam protegidos seu coração, cérebro e rins de eventos indesejáveis que a pressão arterial elevada pode ocasionar. Débora Dada Martinéli Graduação em Enfermagem pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto.

SAÚDE: Perguntas e Respostas

O que pode acontecer ao hipertenso se não tratar da sua elevada pressão arterial?
Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que um hipertenso, mesmo com discretas elevações da pressão, se não tratado, pode ter a expectativa de vida reduzida em até 16,5 anos. Além disso, o hipertenso não controlado tem maior chance de sofrer infartos do coração, derrames cerebrais, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, impotência sexual e até demência cerebral, entre outras complicações nem sempre fatais, mas que podem alterar significativamente a qualidade de vida.

SAÚDE: Perguntas e Respostas

Por que sou hipertenso?
Porque minha pressão arterial foi verificada várias vezes, de forma correta, com aparelhos calibrados e por profissional capacitado. E estava maior ou igual a 140/90 mmHg ou (14 por 9). Lembro sempre que estarei com menor risco de ter um evento cardiovascular (infarto ou derrame) quando minha pressão estiver abaixo de 120/80 mmHg (12 por 8).

Carlos Alberto Machado
Coordenador da Liga de Hipertensão Arterial do Belém – SP do Ambulatório Médico de Especialidades Maria Zélia / Disciplina de Cardiologia / Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo

O que é a Síndrome do Pânico?

Atualmente se trata de algo totalmente comum ouvir as pessoas falando por ai que sofrem com a síndrome do pânico, o que assusta muito os profissionais da área já que até alguns anos atrás a doença era totalmente irreconhecível para algumas pessoas. A síndrome do pânico em todos os casos aparece como sensação de pânico repentina, aquele terrível medo pela morte, perca de sentido, medo de dormir sozinha, enfim tudo isso faz parte e ataque sem dó nem piedade. Quando a pessoa sofre com a síndrome do pânico o estresse é o único sintoma que começa a predominar em todos os diagnósticos médicos e também psiquiátricos.

Não se pode mais haver duvidas de que a modernidade trouxe para o mundo muitos benefícios, mas isso também trouxe as exigências, correrias e necessidades do dia-a-dia para que tudo saia perfeitamente bem. 
A síndrome do pânico não acomete somente pessoas mais velhas e que já estão cansadas de trabalhar, mas também pega de surpresa aqueles garotos (as) que estão cursando faculdades, estudando, etc. 
A pressão no trabalho, na escola, em casa e em vários outros lugares para que tudo saia de maneira correta, é muito mais muito prejudicial. Um dos principais fatores da síndrome do pânico é que a pessoa começa a ter medo de ter medo de sair de casa. 
O que agrava e muito o quadro da doença, já que o sedentarismo e a falta de comunicação não são fatores muito agradáveis. Neste momento é que a família e os amigos devem sem duvida nenhum intervir, pois estas pessoas precisam de acompanhamento e companheirismo.

Sintomas da síndrome do pânico:
- Falta de ar.
- Fraqueza nas penas e no corpo todo.
- Medo de morrer.
- Sensação de desmaio.
- Sensação de algo de muito ruim irá acontecer.
- Medo de sair de casa.
- Medo de ficar sozinha em casa.

A síndrome do pânico somente pode ser tratada com calmantes, mas com prescrições médicas. Esta é uma doença que infelizmente se torna crônica e o paciente é obrigado a conviver com ela pelo resto de sua vida.

SAÚDE: Perguntas e Respostas

O medicamento deve ser tomado mesmo não tendo os sintomas?


A hipertensão é, na maioria das vezes, assintomática. Sintomas como dor de cabeça, tonturas, edema das pernas, palpitações e sangramentos nasais podem ser sugestivos de hipertensão, mas não são específicos da doença. Com ou sem sinais e sintomas, a hipertensão é danosa ao organismo. É a maior causa de derrames, infartos, insuficiência dos rins, aneurismas, além de estar associada a várias outras doenças. Por isso, a hipertensão deve ser tratada continuamente, mesmo que não haja sintomas.

SAÚDE: Perguntas e Respostas

Por que sou hipertenso?
Porque minha pressão arterial foi verificada várias vezes, de forma correta, com aparelhos calibrados e por profissional capacitado. E estava maior ou igual a 140/90 mmHg ou (14 por 9). Lembro sempre que estarei com menor risco de ter um evento cardiovascular (infarto ou derrame) quando minha pressão estiver abaixo de 120/80 mmHg (12 por 8).

Carlos Alberto Machado
Coordenador da Liga de Hipertensão Arterial do Belém – SP do Ambulatório Médico de Especialidades Maria Zélia / Disciplina de Cardiologia / Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo

SAÚDE: Perguntas e Respostas

Como a genética influencia na hipertensão?
Quem tem o pai ou a mãe com hipertensão tem 30% de chances de se tornar também hipertenso. Se a herança é bilateral, o risco da hipertensão vai para até 50%. Herdamos, junto com nosso código genético, milhões de possibilidades de surgimento de doenças. No caso da hipertensão, quem é filho de hipertensos deve fazer avaliações médicas periódicas, controlar o peso, o estresse, restringir o consumo de sódio e manter uma alimentação balanceada, rica em vegetais, pois tem mais possibilidade de se tornar também hipertenso.

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