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Uneb aprova a criação da Unidade de Educação a Distância

Após 33 anos de serviços prestados à Universidade do Estado da Bahia (UNEB), o servidor Enéas Miguez, aluno de EaD, vê o seu sonho de concluir a graduação em Administração Pública se aproximar da realização. No último dia 15 de maio, o Conselho Universitário (CONSU) da instituição, visando fortalecer o ensino a distância na UNEB, aprovou por unanimidade o projeto de criação e implantação da Unidade Acadêmica de Educação a Distância (UNEAD) da UNEB. Isso significa que a Universidade terá, a partir de agora, um setor responsável para acompanhar e regulamentar todas as iniciativas ligadas à educação a distância na Universidade. A consolidação dessa modalidade de ensino na UNEB é um processo em curso, fruto do esforço coletivo da Equipe Central de Gestão Universitária, que trabalhou intensamente para atender uma demanda antiga dos profissionais que atuam nessa área e dos estudantes, a exemplo do servidor Enéas Miguez.
Projeto Coletivo: Conforme a professora Kathia Marise B. Sales, coordenadora da UNEAD na instituição, a estrutura da nova unidade foi pensada por uma comissão de docentes especialistas na área, nomeados pela Reitoria para a construção da proposta.

Novo curso de medicina na Bahia custará a estudante R$ 424 mil ao final da graduação

O mais novo curso de medicina da Bahia vai cobrar R$ 5,9 mil de mensalidade. No final dos seis anos de curso, segundo matéria do Correio, a formação na Unime vai custar ao estudante R$ 424,8 mil. A graduação será a quarta particular oferecida na capital baiana, e está inlcusa nas dez que funcionam no estado. Segundo a instituição, o curso foi autorizado pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia 30 de janeiro e será disponibilizado em período integral, com 7.610 horas e duração de 12 semestres. O início das aulas está previsto para 31 de março.

Universidades ignoram veto do MEC e mantêm inscrição para vestibular

Ao menos 5 das 11 universidades da cidade de São Paulo proibidas pelo Ministério da Educação de fazer vestibular para cursos mal avaliados pela pasta continuaram a inscrever candidatos no processo seletivo normalmente. Segundo o MEC, a suspensão tem efeito imediato, a partir da publicação da lista de cursos no "Diário Oficial", que ocorreu na quarta-feira. Na quinta, a Folha conseguiu fazer com sucesso a inscrição em cursos reprovados nos sites da Uniban, Radial, Uni Sant'Anna, FMU e Fesp (Faculdade de Engenharia de São Paulo) para vestibulares marcados para final deste mês e o começo do ano que vem. Essas universidades concentram 17 dos 24 cursos da capital paulista reprovados (no país todo, foram 200) e, segundo dados do MEC, têm 4.291 vagas autorizadas para calouros. Os 24 cursos mal avaliados somam 5.341 vagas.
CICLO
Os cursos tiveram desempenho insatisfatório por duas vezes --em 2008 e em 2011-- no CPC (Conceito Preliminar de Curso), indicador de qualidade de graduações que considera, sobretudo, o Enade, a formação dos professores e a infraestrutura (veja quadro). É a primeira vez que a proibição do vestibular é adotada de imediato como punição. Foi também a primeira vez que se fechou um ciclo de avaliação, que dura três anos. O MEC disse que, se comprovado o descumprimento da norma, "vai notificar com urgência as instituições e instaurar processo administrativo".

Mais brasileiros concluem faculdade: percentual subiu de 4,4% para 7,9%

28/04/2012 - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os Resultados Gerais da Amostra do Censo 2010, que apresentam uma série de mudanças ocorridas no país de 2000 para 2010. Na análise da população de 10 anos ou mais por nível de instrução, o percentual de pessoas sem estudo ou com o fundamental incompleto caiu de 65,1% para 50,2%, enquanto o de pessoas com pelo menos o curso superior completo aumentou de 4,4% para 7,9%. De acordo com o instituto, houve avanços em todas as grandes regiões. No Sudeste, o percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto caiu de 58,5% para 44,8%, e o das pessoas com pelo menos o superior completo subiu de 6,0% para 10,0%. No outro extremo, estavam a Região Norte (de 72,6% para 56,5% e de 1,9% para 4,7%, respectivamente) e a Nordeste (de 75,9% para 59,1% e de 2,3% para 4,7%). O mais alto nível de instrução em 2010, com o menor percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto (34,9%) e o maior de pessoas com pelo menos o superior completo (17,6%), está no Distrito Federal. Em seguida, vieram São Paulo, com 41,9% e 11,7%, e Rio de Janeiro, com 41,5% e 10,9%, respectivamente.
Outros resultados
Ainda na área da educação, a pesquisa concluiu que 3,3 % dos jovens de 6 a 14 anos não frequentavam a escola . Segundo o IBGE, com relação à análise por Unidades da Federação, os maiores percentuais ficaram com o Amazonas, Roraima e Acre, seguidos pelo Pará. No outro extremo, o menor percentual desse indicador foi registrado em Santa Catarina. O IBGE também mediu o índice de mortalidade infantil e de natalidade em 2010. De acordo com a pesquisa, a mortalidade infantil caiu quase pela metade em 10 anos. Os resultados gerais da Amostra do Censo 2010 constatam que o número de óbitos de crianças menores de 1 ano passou de 29,7 para 15,6 mil nascidas vivas, uma queda de 47,6%.
Na medição de natalidade, o instituto concluiu que a fecundidade no Brasil não supera reposição populacional. Isso significa que a população total - descontando-se a imigração - está em tendência de queda, já que o número de pessoas que nasce é menor do que o número de pessoas que morre. Já no mercado de trabalho, a conclusão foi de que um em cada 3 trabalhadores ganhava até 1 salário mínimo em 2010. De acordo com o IBGE, 32,7% das pessoas ocupadas no País ganhavam até um salário mínimo. Na outra ponta, 3,1% dos trabalhadores recebiam mais de 10 salários mínimos.


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