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Enchentes e deslizamentos de terra desencadeados pelas primeiras chuvas de monção mataram pelo menos 560 pessoas no norte da Índia e deixaram dezenas de milhares de desaparecidos, disseram autoridades no sábado, com expectativa de que o número de mortos ainda suba significativamente. Casas e pequenos blocos de apartamentos, nas margens do Ganges, o rio mais longo da Índia e sagrado para os hindus, caíram em suas águas correntes e foram varridas juntamente com carros e caminhões. "Tem sido uma experiência horrível", disse Tulika Srivastava, um visitante da cidade indiana do norte de Lucknow, que ficou preso com sua mãe de 80 anos de idades na cidade de Rudraprayag desde a semana passada.
Milhares de soldados militares estão envolvidos nas operações de resgate, com helicópteros da força aérea resgatando sobreviventes, muitos deles peregrinos hindus e turistas, de colinas do Himalaia. Cerca de 33 mil pessoas haviam sido resgatadas até agora nesta semana, informou o governo. Nas ferrovias, trens especiais saíam das áreas devastadas para levar as pessoas para casa. "Tudo o que é humanamente possível está sendo feito", disse Manish Tewari, o ministro da Informação e Radiodifusão, a jornalistas. A chuva havia diminuído no sábado, mas mais chuva é esperada para o início da próxima semana, o que complica a tarefa das equipes de resgate. A chuva vai diminuir a partir de segunda-feira, em muitos lugares próximos do Himalaia, disse um funcionário do governo responsável por informações sobre o tempo que pediu anonimato.
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Bairro Quitandinha foi um dos mais atingidos
Subiu para 24 o número de mortos vítimas de deslizamentos e desmoronamentos em Petrópolis, na região serrana do Rio. De acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Civil (Sedec), a cidade tem 21 pontos de escorregamentos e alagamentos. Duzentos e cinquenta bombeiros e agentes da Defesa Civil trabalham para resgatar as vítimas. De acordo com a Sedec, os corpos foram encontrados em seis bairros (cinco no Quitandinha; um em Doutor Thouzet; dois em Alagoas; um em Lagoinha, quatro no Bingen e cinco em Independência). Duas pessoas morreram em hospitais. A secretaria não divulgou em que locais foram resgatados os últimos quatro corpos localizados nesta tarde.
Mais cedo, bombeiros retiraram de dentro de um rio dois corpos de vítimas soterradas na vila São Joaquim, em Petrópolis. O rio passa a cerca de 500 metros do local onde ficavam as casas. Moradores encontraram o corpo de um adolescente identificado como Vinícius e chamaram os bombeiros. Logo depois, eles encontraram outro corpo no riacho. Pela manhã, os bombeiros resgataram o corpo de um menino soterrado na Vila São Joaquim, no bairro Quitandinha. O secretário estadual de Defesa Civil, coronel bombeiro Sérgio Simões, estima que entre 10 e 15 pessoas ainda estejam soterradas pela avalanche de lama que destruiu pelo menos três casas nesta localidade no fim da noite de domingo.
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Foram cerca de seis horas de chuva contínua. O bastante o suficiente para alagar ruas, casas e até o pátio da estação rodoviária, na terça-feira (22), em Jequié, no centro-sul da Bahia. Por conta dos alagamentos, pelo menos 60 pessoas ficaram ilhadas e o Corpo de Bombeiros precisou ser acionado para remover as pessoas das casas. As autoridades estão em estado de alerta também por conta do aumento no volume de água do rio Jequiezinho, que corta o município. (G1)
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Nesta quarta (23) no município de Miguel Calmon onde chove bastante, o rio trasbordou e invadiu as casa da rua do arroz, aas primeiras informações é que a Policia Militar esta no local com prepostos da prefeitura de Miguel Calmon dando o suporte as pessoas desabrigadas. Fotos do rio da Bananeira. Diário da Chapada - Foto: Paulo Micucci
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Depois de um período de seca, a cidade e Iaçu, a 287 km de Salvador, voltou a sofrer, desta vez com as fortes chuvas que atingiram a cidade no domingo (20). Nesta segunda-feira (21), o prefeito Nixon Duarte (PMBD) decretou estado de calamidade pública. A chuva caiu por apenas 2 horas na cidade, mas gerou uma enxurrada muito forte que deixou um rastro de destruição por onde passou. Vinte casas sofreram desabamento e outras trinta foram interditadas pela Defesa Civil. Além disso, 15 km dos trilhos da ferrovia Centro Atlântica foram danificados pela enxurrada. O trem não está passando - ele é usado especialmente para transporte de minério até o Porto de Aratu. Pelo menos 100 pessoas estão desabrigadas e são mantidas no ginásio de esportes do município, também sofrendo com pequenos alagamentos.
"Nós estamos tomando todas as providências cabíveis, a prefeitura tá limpando, cadastrando as famílias, não vamos deixar faltar nada para nosso povo, vamos amparar nosso povo", declarou à TV Bahia o prefeito Nixon. A Defesa Civil do estado deve analisar o pedido do prefeito para então decretar estado de emergência. Calçamentos e canteiros foram arrancados e pelo menos dois veículos ficaram atolados por conta das chuvas. (Fotos: Iaçu Notícias)
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A chuva que ameaçava cair na região da Chapada Diamantina nesses últimos 30 dias finalmente desabou nesta quinta-feira (17) para amenizar o calor e o clima seco que assolava os municípios. Mesmo fina e por pouco tempo, a chuva já melhorou o cenário desolador da seca, inclusive no que se refere aos focos de incêndios florestais que castigavam a região e os seus pontos turísticos por toda uma semana. Os brigadistas voluntários da Chapada conseguiram controlar o fogo no sábado, dia 12 de janeiro, e já estavam trabalhando nas ações de rescaldo para evitar novos focos. Nesta quinta (17) houve relatos de chuvas em municípios como Itaberaba (foto), Iaçu, Itaetê, Boa Vista do Tupim, Piatã, Nova Redenção, Wagner, Mucugê, Andaraí, Lençóis e Palmeiras. Esse último, onde fica o Vale do Capão, também choveu na noite da quarta (16) e, segundo relatos, a garoa deu para diminuir a poeira e o clima seco no Vale. De acordo com o senhor Hailton Rocha, o popular Seu Dai, proprietário do Camping Beira Rio, a chuva foi pouca, mas nas cabeceiras dos rios choveram mais. “Choveu desta quarta para quinta, mas ainda esperamos que chova mais na região. A vegetação estava muito seca e causou incêndios aqui no Vale. Parece que a chuva foi maior nas cabeceiras dos rios, pois o rio que corta o Vale do Capão [Rio do Capão] teve um leve aumento do seu nível”, declara Seu Dai em entrevista ao Jornal da Chapada. A chuva não tira a gravidade da situação seca da região, mas já é um bom sinal para os moradores que estão em alerta para os riscos e os problemas causados pelo longo período de estiagem. (Jornal da Chapada)
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A chuva que chegou em parte da Bahia, um dos estados que mais sofreu com a seca deste ano, a mais intensa das últimas quatro décadas no Semiárido nordestino, durou menos do que os produtores da região esperavam. Segundo João Martins, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), os baianos ainda estão vivendo o “pico da seca” no norte e centro do estado. “Melhorou bastante. Saimos da situação altamente crítica, mas se continuar o sol que está e a previsão se confirmar, dificilmente vai chover nas próximas semanas e vamos voltar para UTI [unidade de terapia intensiva]”, disse, ao comparar a situação do estado com a saúde de um paciente. A Bahia se diferencia de grande parte do Semiárido por ter, normalmente, chuva mais cedo. No sudoeste, oeste e extremo sul do estado, os agricultores tiveram trégua com a chuva, que ainda se mantém e contribuiu para recuperar os níveis de reservatórios de água que abastecem as grandes cidades. Mas, a estiagem ainda ameaça fruticultores e pecuaristas no centro e norte baianos.
“A caprinocultura que está toda nessa região sofreu muito. A redução de leite chegou a mais de 80%. Se não fosse a oferta [de água] do extremo sul, estaríamos com problema de abastecimento interno”, calculou Martins. O governo ainda não fechou as contas sobre as perdas e aguarda a estabilização das chuvas para fazer a avaliação. Martins informou que as estimativas indicam que os prejuízos podem ficar entre R$ 4 bilhões e R$ 7,8 bilhões. “Isso porque a agricultura se reflete no comércio e nos serviços. Se o agricultor não tem renda, ele não compra mercadoria, não demanda serviço. Ainda achamos que o governo está sendo otimista nesse cálculo”, disse.
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26/11/2012 - Os produtores baianos começaram a respirar aliviados com o início das chuvas que caem no estado desde a primeira semana deste mês. De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), a situação já está normalizada em dois terços do estado, onde estão concentrados 80% do gado. A pecuária local foi a atividade mais afetada pela estiagem em todo o Semiárido nordestino. Na Bahia, segundo João Martins, presidente da Faeb e vice presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ainda não é possível estimar as perdas. Segundo ele, em alguns municípios da região conhecida como “coração da Bahia” os produtores perderam todos os animais. “A seca foi avassaladora. Atingiu uma região [da Bahia] pobre, onde existiam 3 milhões de cabeças de gado”, disse. Os produtores de Jacobina, por exemplo, perderam metade do rebanho que morreu ou foi vendido a preços muito inferiores aos de mercado. “Alguns produtores venderam uma vaca por R$ 600. [O preço poderia ultrapassar os R$ 2 mil por animal em boas condições]. Nossa primeira análise de prejuízo ainda não foi contabilizada. Só saberemos o volume de perdas quando as chuvas continuarem e a situação ficar estável”, disse ele. João Martins garantiu que as pressões por mais alimentos e água já são menores no estado. Mas, ainda que as chuvas permaneçam frequentes, os impactos deixados pela seca ainda vão produzir efeitos por mais alguns meses. Com a debilidade de muitos animais, a expectativa é que a taxa de natalidade do rebanho caia, por exemplo. Os fruticultores também calculam perdas significativas. Com a diminuição dos níveis das barragens e a redução de oferta de água dos rios, os sistemas de irrigação foram suspensos para assegurar o abastecimento de água para as pessoas. No Vale do Paraguaçu, produtores de limão e de outras frutas tiveram que desligar totalmente as bombas de captação de água. Leia mais na Agência Brasil.
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Cerca de uma hora de chuva foi o suficiente para deixar submerso o centro de Jacobina nesta sexta-feira, dia 2 de novembro, como as avenidas Orlando Oliveira Pires, Lomanto Júnior e João Fraga Brandão, além de ruas como a Francisco Rocha Pires.
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03/11/2012 - O que mais se esperava na Chapada Dimantina ocorreu ontem: choveu. A região vem sendo devastada há mais de 15 dias por focos de incêndio no Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD) e áreas de cidades como Andaraí, Mucugê, Piatã, Macaúbas, Ibicoara e Itaetê. “A chuva chegou a quase todos os municípios da região, foram 35, 40 milímetros em algumas cidades. Em outras choveu menos, em torno de 20 milímetros. Isso contribuiu para uma situação considerada estabilizada em relação ao que verificávamos nos últimos dias”, disse o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler. Ontem, ele sobrevoou a região, acompanhado de uma comitiva com representantes do comando da PM, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil Estadual. A previsão, segundo o Instituto Climatempo, é que chova na região pelo menos até quarta-feira, o que deve ajudar a diminuir as chamas.
Segundo Spengler, sete aeronaves estão sendo usadas no combate aos incêndios e outras duas, já contratadas, estão chegando ao estado. Ele afirmou que o governador Jaques Wagner já solicitou apoio ao governo federal, para reforçar a estrutura, comprar equipamentos e aumentar o efetivo com apoio de homens da Secretaria Nacional de Defesa Civil. “Precisamos manter a estrutura, mesmo com a chuva”, pontua Spengler. Na visita, o secretário aproveitou para agrdecer a participação dos mais de 550 brigadistas voluntários, fundamentais para o combate ao incêndio. (Correio)
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21/05/2012 - Moradores de municípios baianos que sofrem com a grave seca que atinge todo o Nordeste tiveram momentos de alegria na manhã deste domingo (20). Segundo relataram moradores de Campo Formoso (localizado a 400 km de Salvador), a chuva se estende desde a madrugada deste domingo (20). No município de Senhor do Bonfim, região norte da Bahia, chove forte desde o começo da manhã.
De acordo com o Instituto Nacional de Metereologia (Inmet), o que acontece na região são chuvas isoladas e não há previsão de novas frentes frias para a região. Apenas nas cidades de Belmonte, Conde, Euclides da Cunha, Porto Seguro, Cruz das Almas, Feira de Santana e Caravelas existem registros de chuvas. Na última quinta-feira (17), algumas cidades do interior da Bahia também registraram chuvas isoladas. De acordo com informações do Inmet, as chuvas ocorreram nas cidades de Mundo Novo, Tapiramutá, Irecê, Lençóis e Ituaçú, de forma isolada. As informações são do Correio.
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10/05/2012 - É possível uma cidade sofrer pelo excesso e pela falta de água ao mesmo tempo? Na Bahia, três municípios às margens do Rio São Francisco estão com esse problema. Desde janeiro, os prefeitos de Muquém do São Francisco, Morpará e Ibotirama assinaram decretos de situação de emergência motivados pela estiagem que atinge quase todo o Nordeste neste ano, e por enchentes causadas pela chuva que atingiu Minas Gerais, onde nasce o São Francisco. O repórter do site G1 visitou as três cidades. Em três dias e 1 mil km de viagem, o relato dos moradores confirmou a situação incomum. Segundo os prefeitos dos municípios, que declararam a emergência para receber verba de ajuda federal, a seca chegou mais cedo, mas os municípios sofreram com alagamentos mesmo sem uma gota de chuva. Isso porque o Rio São Francisco transbordou na região por outro motivo: a precipitação que atingiu Minas Gerais no fim de 2011 e começo deste ano, causando a cheia que chegou até a Bahia. Até esta quarta, 228 cidades decretaram emergência por estiagem no estado. Leia mais na Tribuna.
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08/01/2012 - Detentos do Complexo Penitenciário de Ponte Nova, na Zona da Mata de Minas Gerais, ajudaram a limpar as ruas da cidade após enchente. Segundo a prefeitura do município, aproximadamente 40 presos participaram do mutirão de limpeza. A ação já dura três dias e faz parte do programa de ressocialização. Ponte Nova está entre os 103 municípios mineiros que declararam situação de emergência até este sábado. De acordo com a Defesa Civil da cidade, o Rio Piranga transbordou na terça-feira (3) e nove bairros ficaram inundados por dois dias. "Setenta por cento dos imóveis dessas localidades ficaram totalmente encobertos", afirmou o coordenador Cícero Gomides.
Com o retorno do rio ao seu leito normal, servidores, empresas e voluntários estão mobilizados para recuperar a cidade. Municípios vizinhos cederam caminhões-pipa. A Defesa Civil contabiliza 3.890 desalojados e 482 desabrigados. (Bahia Notícias)
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05/01/2012 - A construção de barragens em Pernambuco – obras que inflaram os gastos do Ministério da Integração Nacional no Estado do ministro Fernando Bezerra Coelho – pegou carona numa autorização extraordinária de gastos destinada a combater os efeitos das enchentes nas Regiões Sudeste e Sul. As obras milionárias em Pernambuco nem sequer haviam sido autorizadas pela lei orçamentária de 2011, mas consumiram quase 90% dos pagamentos feitos no programa de prevenção de desastres. Questionada, a equipe da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, informou que coube ao Ministério da Integração definir o destino dos gastos extraordinários anunciados em meio aos efeitos da tragédia da região serrana do Rio de Janeiro, no início do ano passado. A reportagem refez o caminho do dinheiro pago a Pernambuco e identificou a origem em medida provisória editada pela presidente Dilma Rousseff em 12 de janeiro passado. Por meio da medida, o Ministério da Integração ficou autorizado a gastar R$ 700 milhões extras para enfrentar desastres provocados “por fortes chuvas e inundações” no Sudeste e no Sul, e pela estiagem no Nordeste. Em nenhum momento, a MP menciona as chuvas do ano anterior no Nordeste. (Estadão)
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03/01/2012 - A Defesa Civil de Minas Gerais informou nesta terça-feira que são 52 as cidades em situação de emergência no estado por causa das chuvas. Entraram para a lista, por causa de transbordamento de rios e inundações, as cidades de Itabirito, Congonhas, Brumadinho, Cipotânea, Raul Soares e Guirecema. No fim da noite de segunda-feira, um deslizamento de terra em Ouro Preto atingiu a rampa de acesso à rodoviária e parte de uma laje do terminal, afetando o local onde ficam os táxis. Ao menos dois taxistas estão desaparecido e as equipes dos bombeiros trabalhavam no local na manhã desta terça-feira. Na segunda-feira, um imóvel desabou no bairro Caiçaras, em Belo Horizonte. Uma pessoa morreu e outra ficou ferida. Desde outubro, quando começou o período de chuvas no estado, quatro pessoas morreram. (G1)
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31/12/2011 - O fim de semana do Réveillon dos soteropolitanos pode ser de chuva. A previsão do tempo de sábado até o dia 2 de janeiro, na capital baiana, é de céu nublado a parcialmente nublado com possibilidade de chuvas isoladas, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As temperaturas variam entre mínima de 23ºC e máxima de 31ºC. (A Tarde)
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