“Desde que Sérgio Gabrielli, o buliçoso ex-presidente da Petrobras, deixou a empresa, os esqueletos não param de pular do armário. A presidente Dilma Rousseff o pôs para correr. Ele se alojou na Secretaria de Planejamento da Bahia e é tido como o provável candidato do PT à sucessão de Jaques Wagner”, afirma o colunista da revista Veja, Reinaldo Azevedo. Segundo ele, a presidente Dilma “nunca gostou dele (Gabrielli)”, mas “a questão pessoal importa menos”. Azevedo defende que “é preciso responder outra coisa: o que ela pretende fazer com as lambanças perpetradas na Petrobras na gestão Gabrielli?”. Uma das supostas “lambanças”, de acordo com o colunista: o ex-presidente da Petrobras teria deixado “um rombo” na empresa que “passa de um bilhão de dólares”. Na nota, Reinaldo Azevedo apresenta, em 13 tópicos “os passos da impressionante reportagem” da jornalista Malu Gaspar na edição desta semana de Veja, com informações que são usadas pelo colunista como fundamento para a afirmação sobre o “rombo”. “Durante a campanha eleitoral de 2010, o então presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, fez propaganda de modo explícito, despudorado. Chegou a afirmar, o que é mentira descarada, que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, durante a sua gestão, tinha planos de privatizar a Petrobras”, escreve Reinaldo Azevedo, ao concluir que “a Petrobras, como fica claro, foi privatizada, sim, mas por um partido. Por isso, foi tratada como se fosse terra de ninguém”.
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Gabrielli deixou rombo de US$ 1 bilhão na Petrobras, diz colunista
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Central: MPF aciona Léo Santana por desvio de verbas do SUS
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12/10/2012 - O Ministério Público Federal (MPF) propôs ação de improbidade administrativa contra o prefeito do município de Central, no centro-norte baiano, por desviar cerca de R$ 1,2 mil de verbas destinadas à saúde. Segundo a promotoria, o gestor Leonandes Santana da Silva, conhecido por Léo Santana, também foi acionado por omitir dados essenciais ao desdobramento das investigações, “requisitados inúmeras vezes” pela Procuradoria da República em Irecê. De acordo com a representação recebida pelo MPF, um médico teria recebido pagamento no valor de R$ 1,2 mil pelos serviços prestados em um posto de Central, nos dias 8, 13, 15, 20 e 22 de setembro do ano de 2006. No entanto, de acordo com as apurações, o médico trabalhou para o município de 2005 até o dia 21 de julho de 2006, e negou ter recebido o recurso ou ter trabalhado no período para o qual supostamente teria recebido o valor. A ação, de autoria do procurador da República Samir Cabus Nachef Júnior, teve origem a partir de apuração do Ministério Público do Estado da Bahia, encaminhada ao MPF em função de tratar-se de verbas do Sistema Único de Saúde. De acordo com a investigação, o réu já havia sido condenado administrativamente pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) ao ressarcimento do dano aos cofres públicos e ao pagamento de multa no valor de R$ 600. O MPF requer liminar de indisponibilidade dos bens do prefeito, com o objetivo de assegurar o ressarcimento aos cofres públicos, e aplicação da multa civil, correspondente a duas vezes o valor do dano. Se condenado, Léo Santana poderá perder a função pública e ter os seus direitos políticos suspensos por cinco anos. (Bahia Notícias)
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