O Ministério da Educação (MEC), em parceria com secretarias municipais e estaduais de Educação, realiza nesta sexta-feira, 19, uma reedição da campanha nacional de combate ao Aedes aegypti. A ideia é seguir os mesmos moldes do que foi feito no último sábado, 13, quando a equipe de ministros e a presidente da República, Dilma Rousseff, com o apoio de 220 mil militares das Forças Armadas, atuaram em mais de 350 cidades brasileiras. Agora, o objetivo é realizar um “dia de mobilização contra o mosquito” em todas as escolas do País. Hoje, o líder do PT na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que os ministros estão sendo chamados mais uma vez para dar aulas e apresentar campanhas práticas. “O objetivo é permitir que a população possa participar individualmente, dando a sua contribuição”, afirmou. De acordo com Guimarães, o combate ao mosquito, que é vetor dos vírus da dengue, da febre chikungunya e do zika, é a maior preocupação do Palácio do Planalto. “Não é uma campanha de governo, e sim da sociedade brasileira.”
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MEC fará reedição de campanha nacional contra o Aedes nesta sexta
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Dia mundial do Câncer terá ação informativa nas redes sociais
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Nós podemos. Eu posso’.
Esse é o tema da campanha 2016 para o Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro. Criado pela União Internacional de Controle do Câncer, o slogan enfatiza que todos - tanto no coletivo quanto individualmente – têm papel importante para a redução da carga global de câncer. Mundialmente, a incidência do câncer cresceu 20% na última década. No Brasil, é a segunda causa de morte por doença, atrás apenas das doenças cardiovasculares. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer para o país, em 2016, é de cerca de 600 mil novos casos. A data reforça que a adoção de hábitos de vida saudáveis, a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento são fundamentais para a luta contra a doença. A Fundação do Câncer promove ação nas redes sociais, de 1º a 5 , com posts diários: www.facebook.com/fundacaodocancer
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'Novembro Azul' alerta para prevenção do câncer de próstata
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Por ano, são feitos no Brasil cerca de 69 mil diagnósticos de câncer de próstata. Para conscientizar homens sobre a importância da prevenção e diagnóstico desse tipo de câncer, entidades médicas em todo o mundo iniciam neste mês campanha chamada Novembro Azul. No Brasil, a campanha foi lançada oficialmente no (1º), durante o 35º Congresso Brasileiro de Urologia, no Rio de Janeiro. O movimento surgiu na Austrália, em 2003, durante o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, em 17 de novembro. De acordo com o médico Alfredo Canalini, membro da Comissão de Comunicação da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), o foco da campanha é conscientizar os homens para que façam o exame de próstata, principalmente aos 50 anos, “e mais ainda para aqueles que são do fator de risco, que envolve história familiar forte para câncer de próstata e homens afrodescendentes”. “A gente lamenta que alguns desses casos [câncer de próstata] não são feitos no momento em que a doença é inicial. Por isso, a gente enfatiza muito o aspecto do exame rotineiro do homem”. O urologista explicou que a doença não apresenta sintomas na fase inicial. Quando o câncer de próstata começa a dar sintomas, a doença já está avançada. O câncer de próstata é o mais frequente entre os homens. Alfredo Canalini destacou que com o aumento da longevidade, a incidência da doença aumentou. “Mais da metade dos tumores malignos de próstata aparece nos homens acima de 65 anos de idade”. Durante o mês de novembro, especialistas da SBU farão palestras em todo o país para informar e orientar a população masculina a respeito da próstata e também as mulheres. "Elas são as grandes agentes de saúde. São elas que conversam com os maridos e os levam para o médico”, ressaltou Canalini. O aposentado Laurindo da Silva Carneiro, de 73 anos, morador no Rio de Janeiro, faz questão de seguir à risca as recomendações. Graças aos exames e às consultas periódicas ao urologista, ele detectou um tumor na próstata em etapa inicial e foi operado “Não precisei fazer quimioterapia, nem nada, porque vi a tempo [a doença]. Eu vinha sempre acompanhando, todo ano, também. Foi um sucesso total", disse. Laurindo Carneiro contou que o filho, de 47 anos, segue seu exemplo. Ao ver que a taxa de PSA (Antígeno Prostático-Específico) no sangue estava alta, fez exames que constataram que a próstata estava inchada. O filho do aposentado passou por uma cirurgia há cerca de um mês e passa bem. “Não dá nenhum aviso, não dói [câncer de próstata]. Então, a pessoa tem que estar sempre de olho. Quanto mais cedo, melhor”, recomendou. Com informações da Agência Brasil.
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Lei dos 60 dias passa a valer a partir do exame de diagnóstico de câncer
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O Ministério da Saúde publicou esta semana portaria que resolve impasse trazido pela Lei dos 60 Dias (12.732/12), que dá ao paciente de câncer o direito de ser tratado em até 60 dias após o diagnóstico da doença. Com a nova publicação, o que vale é a data do diagnóstico da doença no exame (laudo patológico). Pela regulamentação anterior, o prazo começava a valer apenas a partir da inclusão do diagnóstico no prontuário eletrônico, o que só acontece na primeira consulta depois que o resultado dos exames ficam prontos. Para a mastologista e presidente voluntária da FederaçãoBrasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, Maira Caleffi, a lei perdia o efeito com a antiga regulamentação, já que o prazo de 60 dias só começava a contar depois que o paciente conseguisse a consulta com o médico especialista, o que poderia levar meses para acontecer. “A lei já trazia essa nova determinação, mas veio a regulamentação e trouxe uma variável, com isso ficava mais difícil ter a contagem dos 60 dias”, explicou.
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