A taxa de desemprego no país ficou estagnada em 6,8% na passagem do segundo para o terceiro trimestre deste ano, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgados, ontem, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi ligeiramente menor que o registrado no mesmo período do ano passado, quando a taxa de desocupação foi de 6,9%. “A geração de vagas, entretanto, está desacelerando, reflexo de um longo período de baixo crescimento econômico”, afirmou o economista Rafael Bacciotti, analista da Tendências Consultoria Integrada. O mercado de trabalho criou 217 mil novas vagas no terceiro trimestre, mas houve piora na qualidade do emprego. O número de postos de trabalho com carteira assinada no setor privado recuou pela primeira vez na pesquisa, iniciada em 2012. A queda equivale à extinção de 227 mil empregos formais, sendo a região Sudeste responsável por 84% das vagas eliminadas. (Correio)
