A partir do próximo dia 23, tropas militares e equipamentos começam a chegar a Salvador para as ações de defesa durante o Mundial de Futebol 2014. Assim como na Copa das Confederações, parte do material utilizado foi projetada para uso em guerra. A diferença, desta vez, é que o número de militares é menor na comparação entre os dois torneios. No evento do ano passado, foram escalados 3.200 militares. Para a Copa do Mundo, houve uma redução de 28%, com cerca de 2.300 militares da Marinha, Exército e Aeronáutica. O capitão-de-corveta Flávio Almeida explica que, desta vez, o efetivo está dividido por mais cidades-sede. São 12 no Mundial contra 6 na Copa das Confederações. Almeida destaca, ainda, que, com base na experiência da competição de 2013, os 2.300 militares são suficientes. "Esse número que temos agora é suficiente. É absolutamente adequado", afirma. As ações de defesa, executadas pelas Forças Armadas, complementam as de Segurança Pública (relativas a prisões, policiamentos ostensivo e outros). Em Salvador, a coordenação ficou com a Marinha, a cargo do vice-almirante Luiz Henrique Caroli, que terá responsabilidade também por cidades como Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Mata de São João, também na Bahia, e Aracaju (SE), locais onde ficarão as seleções que disputarão o torneio.
