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Loja de lembrancinhas no museu de 11/9 gera críticas entre americanos

"A pequena loja dos horrores", diz uma página no popular tabloide "New York Post", que classifica o estabelecimento de "grosseiro" e que recolhe o descontentamento de alguns familiares dos mortos nos atentados. É o caso de Diane Horning, que perdeu seu filho em 11 de setembro de 2001 e para quem a loja de lembranças é "ofensiva e repugnante". "Para mim, ter uma iniciativa comercial no lugar onde morreu meu filho é algo mais do que insensível", disse Horning à publicação. Na loja é possível adquirir todos os tipos de lembranças do Museu da Memória, desde bonés a bandeiras, livros e xícaras com imagens e mensagens relacionados com a tragédia. A polêmica é a mais recente de todas as que envolveram o museu, que foi inaugurado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na quinta-feira passada e que nestes dias está aberto aos familiares das vítimas e pessoas que trabalharam na resposta aos atentados. Vários parentes dos falecidos e pessoas envolvidas na tragédia expressaram sua inconformidade com a criação do museu, enquanto outros deixaram claro que ainda não estão preparados para voltar a ver essas imagens, segundo recolheu uma reportagem publicada nesta semana no jornal "The New York Times".

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