Quando a corrente internado do PT ‘Democracia Socialista’ (DS) decidiu apoiar, no último final de semana, a candidatura de Everaldo Anunciação para sucessão de Jonas Paulo na presidência estadual do partido na Bahia muitos deram como certa a unanimidade. O problema é que a postulação não conseguiu congregar parte significativa dos estimados mais de 90 mil petistas filiados no estado. Neste bojo, um grupo formado por correntes como a Movimento PT, Brasil Socialista e setores da Construindo um Novo Brasil (CNB) insurgiram e decidiram pelo lançamento de outro candidato: o jornalista e radialista Ernesto Marques. O campo político interno “PT Mais Forte” trará para o Processo de Eleição Direita (PED), marcado para novembro, a discussão sobre os caminhos traçados até aqui e os desafios para o partido se manter como protagonista nas relações com os movimentos sociais e continuar o processo de formação de militantes. São considerados desafios para o partido no estado: organizar o partido territorialmente, diminuir a burocracia, oxigenar a relação com a militância e intensificar os trabalho de formação política. O agrupamento se posiciona mais à esquerda e congrega diversas tendências tidas como “radicais”. Na verdade, conforme revelou uma fonte a este site a situação interna do partido é complexa.
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