Daqui a 30 anos, vestiremos aparelhos capazes de gravar foto e vídeo ininterruptamente. Objetos do dia a dia estarão conectados à internet, poderão conversar entre si e estarão aptos a publicar informação por conta própria. Onde esse conteúdo todo vai parar? Nas redes sociais, é claro. "O que nós chamamos hoje de rede social será a fundação de uma nova era da humanidade. À medida que ficamos mais amplamente conectados, quase tudo o que fazemos será informado ou conduzido por meio de nossas conexões com os outros", diz o futurólogo Ross Dawson. "Muitas pessoas vão vestir dispositivos que capturam grande parte de suas vidas, desde a gravação constante de vídeo e áudio até a comida consumida e as emoções experimentadas." Marshal Kirkpatrick, empresário e ex-editor do site "ReadWriteWeb", fantasia uma caixa de cereal inteligente, que, ao detectar que o produto acabou, executa um pedido de compra de uma caixa nova automaticamente e, depois do 50º reabastecimento, por exemplo, dá ao consumidor uma "medalha de superfã" em um de seus perfis de mídia social.
