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Saiba quando usar o chapéu Panamá feminino e por que ele tem esse nome

Na rapidez da moda passageira, hoje podemos dizer que o chapéu entra e sai vitorioso, independente da sua aparência e do seu longo caminho. Como um enfeite, serviu para indicar hierarquia, função e condição social ou até mesmo o local de origem. Versátil, ele ainda faz a parte funcional, protege dos dias de frio intenso. Os gorros e as boinas, que estão sempre presentes no frio continuam os mesmos, mudando apenas algum material ou aplicação. No caso da boina, que é bastante versátil, pode ser utilizada em situações formais e informais. Já o gorro é bastante informal, deixando o visual despojado. O chapéu tem seu uso restrito a alguns lugares. À mesa, por exemplo, jamais se usa um chapéu pois isso é considerado extremamente deselegante nas normas de etiqueta. Nas festas no campo e durante o dia o chapéu é mais que bem-vindo. Nos casamentos no campo e ao ar livre também é permitido, deixando a roupa até mais elegante. A regra diz que em evento até às 17 horas os chapéus podem ter abas, depois disso, não é recomendado. Mas o chapéu que tem feito a cabeça das fashionistas e que caiu no gosto popular no último verão foi o Panamá. Com a tendência regionalista cada vez mais em foco, o acessório de palha agrega charme à produção e não precisa ser usado necessariamente na beira da praia. O chapéu é mais que um acessório para se proteger do sol; ele é um acessório para enfeitar. Apesar do nome, é fabricado no Equador e ganhou esse nome porque o presidente dos Estados Unidos. Theodore Roosevelt, o usou em 1906 quando fez uma visita ao canal do Panamá.

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