A decisão de renunciar ao cargo de Pontífice da Igreja Católica, divulgada pelo papa Bento XVI na segunda-feira (11), causou repercussão mundial. Líderes de diversos países e representantes de instituições e associações ligadas à Igreja Católica já se posicionaram oficialmente ou divulgaram notas comentando a decisão.
Barack Obama, presidente dos Estados Unidos: "Eu apreciei nosso trabalho conjunto nestes últimos quatro anos. A Igreja representa um papel crítico nos Estados Unidos e no mundo e eu desejo o melhor aos que irão se reunir em breve para escolher o sucessor de Sua Santidade, o Papa Bento XVI."
Angela Merkel, chanceler da Alemanha: "Quando ele foi eleito Papa há oito anos, estávamos orgulhosos de nosso compatriota na Alemanha. Como chanceler, eu agradeço a Bento XVI por seu trabalho e desejo-lhe boa sorte com todo o meu coração para os próximos anos"
Mario Monti, primeiro-ministro italiano: "Estou muito alterado por conta desta notícia inesperada", disse em um congresso que participava em Milão, "Soube dessa notícia há um minuto".
David Cameron, primeiro-ministro britânico: "Ele trabalhou incansavelmente para fortalecer as relações da Grã-Bretanha com a Santa Sede. A sua visita em 2010 é lembrada com grande respeito e afeição. Ele fará falta como líder espiritual de milhões."
François Hollande, presidente da França: "Não tenho nenhum comentário particular sobre esta decisão, que é eminentemente respeitável e significa que um novo papa será escolhido"
Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil: "Essa decisão foi um ato de fé e honestidade do Papa Bento XVI, que deu um exemplo do reconhecimento das suas limitações"
Dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: "É um gesto que o enobrece porque mostra que está pensando na igreja. É um ato de coragem, mas também um ato nobre."
François Hollande, presidente da França: "Não tenho nenhum comentário particular sobre esta decisão, que é eminentemente respeitável e significa que um novo papa será escolhido"
Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil: "Essa decisão foi um ato de fé e honestidade do Papa Bento XVI, que deu um exemplo do reconhecimento das suas limitações"
Dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: "É um gesto que o enobrece porque mostra que está pensando na igreja. É um ato de coragem, mas também um ato nobre."