27/03/2012 - “Quer casar comigo?”, indagou Manoel Harierne a Bernadete da Silva, em outubro de 2010. Uma pergunta comum, não estivesse o futuro noivo saindo de um coma. Apesar de companheiros há 27 anos, os aposentados jamais tiveram a oportunidade de oficializar a união. Portador de esclerose lateral amiotrófica, doença neuromuscular incurável, Harierne casaria-se ali mesmo, no Hopital Santa Izabel, a poucos metros da UTI, com balões de oxigênio. O médico foi o padrinho. O Correio publicou a história dois meses depois. Harierne morreu no domingo, devido a uma pneumonia causada pelo longo período de internação. O corpo foi sepultado nesta segunda no Cemitério Campo Santo. Leia mais no Correio.
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