29/12/2011 - O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o espólio do ex-presidente da Infraero Carlos Wilson, morto em 2009, a devolver aos cofres públicos, juntamente com o ex-diretor comercial da estatal Fernando Brendaglia, R$ 19,5 milhões por gestão “temerária”. O dano total foi, segundo o TCU, de R$ 26,8 milhões, mas quando se trata de pessoa morta a lei prevê que o ressarcimento não ultrapasse o valor da herança. Auditoria do TCU realizada em 2007 constatou que os dois favoreceram a empresa FS3 Comunicação e Sistemas, que explorava os serviços de mídia dos aeroportos brasileiros, num contrato sem licitação nem justificativa técnica, que “não produziu os resultados esperados e causou danos ao patrimônio da estatal”, segundo anotou o relator do processo, ministro Raimundo Carreiro. A Infraero alegou que pareceres técnico e jurídico recomendaram a assinatura do contrato e vai aguardar a notificação do TCU para recorrer. (O Estado de S. Paulo)
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