03/09/2011 - Vítimas de crimes de saidinha bancária, como o baterista da banda Estakazero, Paulo César Perrone de Souza Júnior, estão entrando com ações nos juizados cíveis e de Defesa do Consumidor para responsabilizar as instituições financeiras pelos danos materiais e morais sofridos pela ação dos marginais. O advogado de Perrone, Rodrigo Chiprauski, do escritório Feitosa Mota Advogados, explica que, no caso do músico, as imagens do circuito interno de câmeras da agência onde ele sacou o dinheiro antes de sofrer o assalto e ser baleado na cabeça, revelaram que um dos bandidos permaneceu por mais de 40 minutos em um assento disponível para idosos e – descumprindo a Lei Municipal 7.850/2010, que proíbe o uso de celulares e similares em estabelecimentos bancários – se comunicou por celular com seus comparsas. “O ponto onde o bandido estava tinha uma vista privilegiada para os caixas. Mas como é que pode um marmanjo forte ficar sentado no local de idosos por mais de 40 minutos, usar celular e ter um monte de idosos em pé? A inércia dos funcionários do banco foi absurda”, afirma. Leia mais em A Tarde.
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