03/10/2012 - De acordo com os autores, é a interação amigável entre pais e filhos que os leva a provar comidas variadas, e não a coerção. O estudo foi feito com base no levantamento de dados de mais de 75 famílias durante as refeições. Os resultados mostraram que a pressão psicológica ou mesmo física tem pouco resultado sobre o que a criança come ou deixa de comer. “Problemas de alimentação da criança são uma preocupação importante que pode criar uma grande dose de estresse e ansiedade para as famílias”, diz a autora do estudo, Faye Powell. A descoberta de Faye, no entanto, é apenas o primeiro estágio deste estudo longitudinal. No próximo ano, todas as crianças envolvidas na pesquisa serão revisitadas para obtenção de mais informações sobre como a prática alimentar impacta no seu próprio comportamento alimentar. “Os hábitos e os comportamentos alimentares de crianças pequenas são uma prioridade entre os órgãos de governo, profissionais da saúde e familiares. Um em cada quatro pais expressa preocupação sobre a alimentação do filho durante uma consulta de rotina no pediatra. Para evitar problemas de alimentação e melhorar a dieta da criança, é necessária uma profunda compreensão dos fatores de risco e como modificá-los”, finaliza.
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