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Embasa responde a acusação de superfaturamento de R$ 6 milhões

16/08/2011 - Acusada por auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de ter superfaturado o contrato de R$ 26 milhões com o consorcio Porto Seguro para implantação de sistema integrado de gestão utilizando tecnologia “alemã” e de ter ordenado em 25% o valor inicial deste contrato por meio de dois termos aditivos de mais de R$ 3 milhões cada um, a Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa) justificou em nota, ontem, que o valor contratado foi baseado em pesquisas com empresas como Copasa e Furnas, que contrataram serviços similares. Alegou, ainda, que os dois termos aditivos ao contrato, que oneraram o orçamento em mais de R$ 6 milhões além do previsto, dizem respeito “ao custo e adequação contratual envolvidos no pagamento de licenças adicionais”. Segundo a Embasa, estava prevista, inicialmente, a cessão de 510 licenças para acesso do usuário final ao software implantado elo consórcio Porto Seguro – formado pelas empresas SAP Brasil Ltda. E Computer Sciences Brasil S.A. Leia mais em A Tarde (para assinantes).

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