14/07/2011 - É notório que a cada dia, cerca de quatro a seis pessoas são assassinadas em Salvador. E muitos desses crimes, correm riscos de seguir para o rol dos insolúveis, como o caso do casal de sindicalista, Paulo Colombiano e sua esposa, Catarina Galindo, assassinados no dia 29 de junho do ano passado, e até hoje a polícia não concluiu o inquérito. Assim como o caso da bancária Ananda Barreto, executada no dia 3 de maio de 2010, nas dunas de Lauro de Freitas, que também não teve autoria desvendada e nem motivação. Mas, apesar dessa morosidade, o secretário falou que existem um setor criado dentro do Departamento Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), que funciona no bairro da Pituba, exclusivamente para cuidar desses casos de assassinatos que tiveram repercussão social e que até hoje segue sem solução. Barbosa também reforçou que os casos de crimes solucionados aumentaram de 10% para 15%. (Tribuna)
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